Policiais do 1º Distrito Policial de prenderam, na noite de ontem (28), um estelionatário que aplicava golpes pela desde 2004. J.R.S.O., de 27 anos, foi detido na avenida João Fiúza, bairro Jardim Canadá. De acordo com o delegado Gino Sant’Anna, do 1º DP, foram catalogadas 154 vítimas e estima-se que os golpes tenham rendido cerca de cinco milhões de reais.

Ele vendia laptops a eletroeletrônicos para todo o país, com descontos atraentes de 20% a 25%, mas não entregava os produtos. Para ganhar credibilidade, no início dos ‘’, ele entregava as mercadorias dentro do prazo estipulado. Até funcionários para atuar no ‘pós-venda’ ele contratou, com a função de dar desculpas para os clientes, alegando, por exemplo, que o material pedido chegou com defeito.

Sant’Anna informou que o acusado “já havia comprado cinco empresas pequenas para aplicar o golpe”. Apenas a penúltima , a “Unique Teleshop”, o indiciado colocou seu nome no contrato social. Segundo o delegado, isso possibilitou a prisão do estelionatário.

Há três semanas uma mulher foi registrar boletim de ocorrência, pois havia comprado um equipamento que era prometido para chegar em 10 dias, passaram-se dois meses e ele não tinha chegado. O boleto do cartão de débito da compra ajudou a polícia a localizar o acusado. Apesar de ter feito a compra na “Offers”, a última , constava no recibo de pagamento o nome da “Unique Teleshop”. “Esta foi a primeira prova material contra o acusado, já que as outras empresas não estavam no seu nome”, afirmou o delegado.

O indiciado foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de e responderá por estelionato.

A oferta de US$ 44,6 bilhões feita pela Microsoft para compra do Yahoo pode significar uma mudança no modelo de da gigante de Redmond. A afirmação foi feita por analistas ouvidos pelo jornal americano The New York Times.

Acostumada a desenvolver internamente suas soluções para as diversas vertentes do digital, a possível compra do Yahoo é encarada pelo mercado como um reconhecimento da incapacidade da Microsoft para alavancar seus na , diz a reportagem.

Uma prova disso é que o presidente-executivo da , Steve Ballmer, não se referiu ao Google pelo nome na apresentação da proposta de compra, na sexta-feira. A concorrente foi apenas referida como “a líder de mercado” pelo executivo, conhecido como um competidor feroz e para quem “a falha nunca é uma opção”, ressaltou o texto do NYT.

“Se não começamos uma coisa direito, vamos ficar apenas correndo atrás, correndo atrás e correndo atrás”, disse Ballmer em uma entrevista anterior.

Analisando a declaração, o jornal afirma que a compra do Yahoo é uma tácita, embora difícil, admissão de que a Microsoft não fez seus online de forma apropriada.

Com a aquisição, a de Redmond buscaria, segundo analistas, reduzir a diferença para o Google, que hoje é de um faturamento, no último trimestre, de US$ 863 milhões para US$ 4,8 bilhões da concorrente. A incorporação do Yahoo levaria a Microsoft a um faturamento combinado de US$ 2,6 bilhões, ainda muito atrás, mas com uma margem bem inferior.

“Isso mostra o quanto assustada a Microsoft é pelo Google”, disse Davir Yoffie, professor da Universidade de de Harvard. “A Microsoft já tinha enfrentado competição antes, mas nenhuma do tamanho, força, lucratividade e ‘momento’ como o Google”, completou.

Com esse dado, analistas afirmam que, embora dispendiosa, a oferta de US$ 44,6 bilhões da Microsoft pelo Yahoo é valiosa para reduzir a diferença de terreno para o Google, embora analistas de Wall Street percebam que a gigante de Redmond ainda está muito atrás quando se trata da marcha para o futuro da . Terra

O e procuradores-gerais de 49 estados dos Estados Unidos anunciaram um pacote para proteger os jovens que navegam na internet.O , parte da News Corp de Rupert Murdoch, concordou em tomar medidas para garantir a segurança na , incluindo o desenvolvimento de um registro de e-mails que permite aos pais proibir as crianças de criar perfis online na rede, segundo os procuradores-gerais.

Com cerca de 110 milhões de usuários pelo , o também classificará os perfis configurados para usuários de 16 e 17 anos como “privado” em seu site, para que sejam contatados somente por conhecidos, dificultando a ação de bandidos.

“Este acordo estabelece um novo padrão para os sites de relacionamento que rapidamente conseguiram crescer, mas não reconhecer suas responsabilidades e manter a das crianças”, afirmou o procurador-geral do estado da Carolina do Norte, Roy Cooper.

O tem estado sob observação cirrada nos últimos dois anos depois que alguns de seus usuários jovens foram vítimas de adultos que se apresentavam como menores de idade.

O site afirmou que as diretrizes gerais da indústria incluem políticas que já foram incorporadas por ele, como análise de imagens e vídeo carregados para o site e garantias de que os perfis dos mais novos sejam mantidos como privados. Outras medidas incluem educar pais e filhos sobre como aumentar a online e explorar melhores formas de confirmar a identidade de membros da rede social.

Em outubro, um rival menor do , o Facebook, e o procurador-geral de Nova York Andrew Cuomo concordaram em realizar experiências para melhorar a de crianças.

A rede de relacionamentos prometeu começar a endereçar dentro de 24 horas qualquer queixa sobre conteúdo inapropriado e permitir a um examinador independente que inspecione como ele lida com as reclamações.

O Texas não assinou o acordo com o .

Com a chegada fim do ano, aproveitam para aplicar golpes virtuais - principalmente porque as movimentações comerciais e bancárias são aquecidas com a entrada do 13º salário. Read more

O número de internautas residenciais ativos no País - aqueles que acessaram a rede de computadores pelo menos uma vez no mês - em novembro de 2007 ficou em 21,5 milhões de indivíduos, universo 49,1% superior ao registrado em novembro de 2006 e Read more

- Transações na Internet

A parcela de correntistas que usa o banking para fazer transferências de dinheiro, pagar contas ou consultar o saldo recuou 3 pontos porcentuais em 2006 ante 2005, segundo levantamento feito pelo Instituto Fractal, especialista em pesquisas de mercado. Em 2005, 39,4% dos correntistas usavam a para essas operações bancárias; em 2006, a participação, segundo a pesquisa, caiu para 36,3%.

Foram ouvidas pelo instituto, em 12 cidades, pouco mais de 6 mil pessoas com renda acima de R$ 800, nos dois anos. ‘A principal razão apontada pelos desistentes desse canal é o medo, a falta de nessas operações’, diz Celso Grisi, diretor-presidente da Fractal e professor da Faculdade de , Administração e Contabilidade da Universidade de .

Do grupo de pessoas que participou da pesquisa, Grisi separou os correntistas com renda acima de R$ 4 mil para checar sua forma de uso do banking. ‘Esses são os usuários mais intensivos de pela e por isso representam uma amostra significativa’, justifica o pesquisador.

Ele ressalta que, nesse público, a insatisfação com a na cresceu mais na faixa etária acima de 31 anos. De acordo com a pesquisa, em 2006 ante 2005, o porcentual de pessoas com idade de 31 a 60 anos que considera as transações bancárias seguras na caiu 9,2 pontos percentuais, de 58,1% para 48,9%. Entre os usuários com mais de 60 anos, a queda foi de 3,9 pontos percentuais, de 53,9% para 50%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Que tal navegar na web em plena rua, no carro, na cafeteria, no shopping center ou onde mais você imaginar? Para quem tem um notebook, há conexões móveis que ajudam a não perder aquele e-mail importante mesmo em trânsito. Read more

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