O relatório final da Polícia Judiciária Portuguesa sobre o desaparecimento da menina britânica , em maio de 2007, foi publicado na internet nesta semana pelo jornal “Expresso”. O arquivo aparenta ser um resumo do extenso dossiê completo sobre o caso (clique aqui para ver o relatório).

O documento, com data de 20 de junho, tem 57 páginas, e foi colocado no site da publicação portuguesa logo após o arquivamento do caso por “falta de provas”, encerrando as suspeitas sobre os pais da garota Kate e Gerry . A procuradoria de Portugal decidiu nesta segunda-feira (21) arquivar o caso e descartou a possibilidade de reabrir as investigações ou de realizar julgamento.

Segundo o jornal britânico “Independent”, os advogados do casal ainda aguardam uma notificação formal para poderem analisar os detalhes dos documentos policiais, o que deveria acontecer no final da semana.

O porta-voz da família, Clarence Mitchell, criticou o vazamento do documento. “Como sempre, nós simplesmente não vamos comentar nada que tenha aparecido por informação de fontes anônimas”, disse, segundo o jornal inglês.

O documento publicado pelo “Expresso” oferece detalhes de muitas das evidências analisadas pela polícia portuguesa, como interrogatórios, testemunhas e visitas às casas da região.G1

A Polícia Judiciária pretende ter acesso aos movimentos bancários dos pais de McCann e dos sete amigos que os acompanharam nas férias ao Algarve.

O objectivo dos investigadores é apurar que compras fizeram antes e depois do desaparecimento da menina. A PJ está também à espera de receber o relatório das análises aos vestígios biológicos enviados para o laboratório de Birmingham.

Quase um ano depois do desaparecimento de Maddie, muitas perguntas permanecem sem resposta, num processo em que mais uma vez foi prolongado o segredo de justiça. A única certeza é que as investigações policiais são inconclusivas.TVI-PT

Um automóvel de uma das do caso da menina britânica , desaparecida em em maio de 2007, foi incendiado na madrugada de quinta-feira. O autor do crime deixou um bilhete escrito “fala”, confirmou a polícia portuguesa.

O crime aconteceu na Praça da Luz, local onde a família de estava hospedada quando a menina desapareceu. Duas semanas após o sumiço da menina, a polícia portuguesa interrogou o jovem russo Sergey Malinka, proprietário do veículo que foi incendiado. Ele conhecia o britânico Robert Murat, que foi declarado como suspeito oficial no caso. Esta é a segunda vez que um automóvel do russo é incendiado.

Um conselheiro de paróquia de Dorset, cidade do sudoeste da , afirmou a jornais ingleses que a menina britânica desaparecida Madeleine estava com um casal português que o visitou à procura de móveis de jardim. A informação foi publicada por jornais do neste domingo.

A polícia afirmou que já está investigando a suposta aparição da garota de 4 anos na cidade.

Desde que foi dada como desaparecida, em 3 de maio de 2007, já foram reportadas diversas aparições da menina na Europa e até na África. Cada uma delas foi desmentida, aumentando a angústia de Kate e Gerry , que já enfrentam o décimo mês sem sua filha, destacaram os jornais.

O servidor público aposentado Alan Cameron, 66 anos, disse que ficou chocado quando o casal, respondendo a um anúncio, bateu em sua porta acompanhado por uma menina que ele reconheceu como Madeleine. Segundo o aposentado, o casal tentou esconder o rosto da menina após sua reação.

Ainda de acordo com Cameron, a criança falava um inglês perfeito enquanto seus acompanhantes conversavam entre si em português.

Madeleine desapareceu no resort português Praia da Luz, onde tirava férias com os pais. A menina tinha apenas três anos na época do desaparecimento.

A Polícia Judiciária portuguesa suspeita que o caso da garota britânica McCann, desaparecida desde o último dia 3 de maio no sul de Portugal, esteja vinculado a outras três tentativas de seqüestro de menores no país.

Segundo escreveu hoje o tablóide inglês The Sun, os agentes policiais temem que um grupo de pedófilos tenha tentado seqüestrar três crianças em casos vinculados ao de .

Na última quinta-feira, Clarisse Neto, de nove anos, conseguiu escapar quando dois homens tentaram fazê-la subir à força em um veículo na cidade de Coimbra.

Sábado passado, um garoto escapou em uma situação parecida em Vale do Tronco e três semanas atrás dois homens tentaram seqüestrar uma adolescente de 13 anos em um ponto de ônibus.

Os policiais suspeitam que as três tentativas de seqüestro estariam vinculadas ao caso Madeleine, um caso cujas investigações não obtiveram até o momento grandes avanços e que poderá ser arquivado nas próximas semanas.

Portugal se desentendeu com a Grã-Bretanha na investigação policial que busca esclarecer o ocorrido com a garota britânica , desaparecida desde o último dia 3 de maio no sul de Portugal.

Segundo informou hoje o jornal inglês The Sun, os procuradores portugueses haviam enviado uma carta no último dia 7 de janeiro ao Ministério do Interior britânico na qual pediam que a Scotland Yard interrogasse os amigos que jantaram com Kate e Gerry , pais de , na noite do desaparecimento da garota.

madeleine11.jpgNo entanto, o governo britânico informou ontem não ter recebido até o momento nenhuma carta das autoridades portuguesas.

Após a confusão, os jornais portugueses, que citam informações da polícia local, suspeitam que Londres está demorando “de propósito” para atender o pedido, e dessa forma poder interferir no caso.

Por sua vez, o jornal inglês Daily Mail disse que os procuradores portugueses acreditam que a ministra do Interior britânica, Jacqui Smith, teria decidido não responder ao pedido português. “O caso está paralisado pela negação do Ministério do Interior (britânico)”, ressaltou o jornal.

Além disso, uma fonte da polícia portuguesa afirmou que “é muito estranho” que Londres ainda não tenha se manifestado a respeito. Segundo os detetives, há muitas “inconsistências” nas evidências e depoimentos dados pelos amigos de Kate e Gerry .

Por sua vez, o porta-voz oficial dos , Clarence Mitchell, declarou que os pais de querem que os interrogatórios ocorram em breve para assim acelerar a busca por .

“Durante meses temos oferecido ativamente assistência ao processo policial para que seja acelerada a investigação. Qualquer inconsistência que a polícia acredita existir nas evidências pode ser esclarecida muito rápido, e dessa forma limpar os nomes de Kate e Gerry”, acrescentou.

O tablóide britânico “News of the World” publicou hoje, em sua capa, o retrato falado do possível seqüestrador de Madeleine MacCann, a menina inglesa de 4 anos que desapareceu no sul de em 3 de maio do ano passado.

O desenho, feito por uma especialista formada no FBI (polícia federal americana), mostra um homem de aparência ameaçadora, rosto fino, cabelos longos, bigode, sobrancelhas grossas e dentição proeminente.

O retrato foi baseado no testemunho da turista inglesa Gail Cooper, que, segundo a publicação, foi ignorada pela Polícia portuguesa.

Cooper, de 50 anos, estava hospedada numa casa a cerca de 600 metros do apartamento em que se encontrava a família McCann e várias vezes viu um homem de aparência suspeita.

A descrição da turista parece coincidir com a feita por Jane Tanner, uma amiga do casal de médicos que disse ter visto um homem carregando uma menina de pijama rosa na noite em que Madeleine desapareceu.

Cooper disse ter se deparado com o , descrito como um homem com entre 38 e 45 anos e de origem norte-africana, no máximo três vezes.

No dia 20 de abril do ano passado, enquanto estava num restaurante, Cooper viu o homem vagueando pela praia debaixo de uma forte chuva. No mesmo dia, o homem bateu na porta da veranista pedindo dinheiro para um orfanato que, depois descobriu, não existia.

Passados dois dias, o estava na praia observando um grupo de crianças que brincava.

O “News of the World” investigou a história de Cooper e passou os detalhes à agência de detetives dos McCann, que logo depois encomendou o retrato falado à desenhista Melissa Little.

O desenho do , descrito por um porta-voz dos McCann como um “sensacional avanço” na investigação, foi entregue à Interpol e às Polícias britânica e espanhola.

Agência EFE

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