Jul
28
Entre 100 e 200 pessoas participavam na manhã de hoje de uma passeata no centro de São Paulo que, segundo a Polícia Militar, se trata de um protesto em defesa da humanização do centro da cidade e dos moradores de rua da região.
Com um carro de som, o grupo partiu por volta das 10h30 da Praça da Sé rumo à sede da Prefeitura, no Viaduto do Chá. Até o momento, não há registro de congestionamento na região por conta da manifestação.
Às 11 horas, a cidade acumulava 27 km de lentidão, o correspondente a 3,2% dos 835 km monitorados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A média para o horário é de 9,7%. A Avenida dos Bandeirantes tinha o pior ponto de morosidade: 3,4 km no sentido da Marginal do Pinheiros, entre o Viaduto Aliomar Baleeiro e a Alameda Tupiniquins.AE
Jul
17
O Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro) realizou protestos hoje nas unidades da Petrobras no Paraná, com atraso na troca de turno. “Também está sendo feita a operação-padrão, limitando autorização de serviços nas unidades”, disse o presidente do Sindipetro, Sivaney Bernardi. Segundo ele, a manifestação não tem prazo para terminar. A assessoria de imprensa da Petrobras no Paraná disse que os atrasos nas trocas de turno não ultrapassaram 1 hora e 40 minutos, não tendo impacto na produção.
Os petroleiros aguardam até o dia 24 uma resposta da empresa à proposta que apresentaram de distribuição dos lucros e resultados. “Estamos em estado de greve e em assembléia permanente, podendo decidir pelo corte de rendição a qualquer momento”, disse Bernardi. A manifestação atingiu, no Paraná, a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (região metropolitana de Curitiba), a Usina de Xisto, em São Mateus do Sul (interior do Estado), e o terminal da Transpetro, no Porto de Paranaguá.AE
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Jun
27
Professores da rede estadual de ensino de São Paulo decidiram hoje, em assembléia na Avenida Paulista, continuar a greve iniciada no dia 16. Eles reivindicam reajuste salarial que leve o piso da categoria a R$ 2 mil e a revogação de um decreto que limita as transferências de professores entre escolas. Pela estimativa da Polícia Militar (PM), 6 mil pessoas participaram da manifestação.
Para o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), o número chega a 60 mil. Os manifestantes seguiram depois em passeata até a Praça da República, no centro da capital paulista, pela Rua da Consolação. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), às 17h30, os professores passavam pela altura da Rua Bela Cintra e ocupavam todas as pistas da Paulista no sentido Consolação.
Por volta das 16 horas, a avenida chegou a ficar bloqueada, mas depois o trânsito foi liberado no sentido Paraíso. A CET recomenda que os motoristas evitem a região. Quem estiver na Paulista seguindo para a Consolação deve desviar pela Rua Itapeva, seguir pela São Carlos do Pinhal, Antônio Carlos e Haddock Lobo, para voltar à avenida.AE
Mai
4
A Justiça do Rio de Janeiro proibiu a realização da Marcha da Maconha, que estava prevista para hoje à tarde, na Praia do Arpoador, zona sul do Rio. A decisão, do juiz de plantão Roberto Câmara Lacé Brandão, foi tomada ontem (3) a partir de um pedido do Ministério Público Estadual.
A manifestação visava chamar a atenção da população sobre a necessidade de legalizar o uso da maconha, considerada pela legislação brasileira como uma substância entorpecente e, portanto, ilegal. A marcha ocorreria em dez cidades do país, mas a Justiça já havia suspendido a sua realização em nove delas. Apenas em Recife, a Justiça não cancelou o evento.
Segundo nota divulgada pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PMDB/RJ), o parlamentar entrou com uma representação junto ao Ministério Público para pedir a proibição da marcha, por considerar que o debate sobre a legalização das drogas deve ocorrer nos meios acadêmicos e nas casas legislativas, e não em praça pública. Segundo ele, ao fazer uma manifestação pública, os participantes podem estar, “em tese”, instigando a população a usar uma droga ilícita, o que é contra a lei.
Vitor Abdala
Da Agência Brasil
Abr
5
Manifestações em quatro capitais - Fortaleza (CE), Rio (RJ) e São Paulo (SP), além do Distrito Federal - marcam hoje um mês do pedido de vista do processo sobre as pesquisas com células-tronco embrionárias pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Alberto Menezes Direito. Em Brasília, portadores de doenças degenerativas e familiares darão um abraço simbólico no prédio do Supremo. Em São Paulo, os defensores das pesquisas farão uma caminhada do Teatro Municipal até a Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da USP. No Rio, serão distribuídos panfletos informativos, adesivos com os dizeres “Pesquisar sim, Protelar não” e gérberas - a flor que simboliza o movimento. Em Fortaleza, a caminhada será na Avenida Beira-Mar.
O julgamento da ação começou no mês passado, mais de dois anos depois que as pesquisas foram contestadas no STF pelo ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles. O ministro Carlos Ayres Britto, que relatou a ação, votou pela liberação das pesquisas. Em seguida, Menezes Direito pediu o adiamento da sessão sob o argumento de que precisava estudar a fundo o caso. Regimentalmente, ele tem até 30 dias para devolver o processo e, assim, o julgamento prossiga. Mas não há sanção para quem descumpre o prazo. É comum que esse período não seja cumprido.
Nesta semana, Direito não revelou quando deverá devolver para julgamento a ação. “Eu sou juiz. Estou estudando”, resumiu-se a dizer. O ministro Gilmar Mendes, que assumirá a presidência do STF neste mês, prevê que o julgamento será retomado no mês que vem.
Mar
27
O Debrecen, clube da primeira divisão da Hungria, foi punido pela federação de futebol do país, nesta quinta-feira, devido às músicas anti-semitas cantadas pela torcida em jogo contra o MTK, pelo Campeonato Húngaro.
A equipe terá de pagar uma multa de R$ 3.200 à federação. Caso o incidente se repita, o clube será novamente punido, com um jogo sendo realizado com portões fechados.
A partida em que os gritos foram proferidos aconteceu no sábado passado. O MTK - clube ligado aos judeus do país, e alvo freqüente de insultos por parte dos adversários - venceu o jogo por 2 a 0 e lidera o campeonato. O Debrecen divide a vice-liderança com outros três times, a quatro pontos do rival.