Uma mulher atropelou o filho de 5 anos na cidade de , na , na segunda-feira. O não resistiu aos ferimentos e morreu. As informações são do BATV.

Testemunhas afirmaram que a mãe acelerou o carro para sair de casa de ré, mas o veículo foi pra frente e atropelou a criança que a aguardava do lado de fora. A criança foi enterrada ontem na cidade de Carlos Chagas, em Minas Gerais. De acordo com familiares da mulher, ela está em estado de choque.
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O de 11 anos citado em seis boletins de ocorrência em foi apreendido pela sétima vez na madrugada de segunda-feira (25), na Zona Sul da cidade.

De acordo com a polícia, ele dirigia um Chevette furtado, junto com outros três menores, quando foi parado por policiais militares.

O foi levado à delegacia e voltou para casa acompanhado do pai. A mães de um dos menores, de 15 anos, também esteve no local e levou o filho para casa. Os outros dois garotos, de 14 e 16 anos, foram encaminhados à Fundação Casa.

Regras

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que, como o tem apenas 11 anos, as penalidades do Estatuto não se aplicam a ele, apenas para o infrator que tem de 12 a 17 anos. Inclusive o fato de ele ser apreendido em uma das unidades da Fundação Casa.

Os casos relacionados ao ECA passam pela Câmara Especial do Tribunal de Justiça. Segundo o desembargador Eduardo Gouveia, o estatuto prevê medidas de proteção para , pessoas até 12 anos incompletos. “Os pais podem ser responsabilizados civilmente e pode até chegar à perda do poder familiar”, disse.

Os pais não devem responder criminalmente, apenas civilmente pelos atos do filho. De acordo com o promotor da Vara da Infância e da Juventude Thales Cezar de Oliveira, o garoto deve sofrer uma medida “protetiva”, como inclusão em programa comunitário de auxílio de tratamento psicológico e psiquiátrico. A família também.G1

Um adolescente de 17 anos que havia desaparecido ontem foi encontrado hoje com vida, caído num galpão no bairro Engenho Novo, em Barueri, na Grande . Ele havia sumido após entrar numa mata para buscar uma pipa. Um colega dele o acompanhava no momento, mas preferiu não segui-lo. Como o garoto não voltava, ele resolveu avisar a família do menor.

Acionados, o e a polícia fizeram buscas na região até o fim do dia, mas não o encontraram. Nesta manhã, pouco antes de retomarem as buscas, receberam a informação de que o garoto estava em um galpão. Suspeita-se que ele tenha despencado do telhado ao tentar pegar a pipa. Ele sofreu ferimentos nas pernas e nos braços e foi levado, consciente, em um helicóptero Águia da Polícia Militar ao Hospital das Clínicas, na capital paulista.AE

Um de 11 anos escapou do ataque de um pit bull, em Sabará, de forma inusitada. Para se soltar, ele mordeu o animal.

Gabriel ainda se recupera do susto. Ele levou quatro pontos no braço. “Eu segurei ele pelo pescoço e mordi ele”, diz o garoto, que quebrou um dente.

O ataque foi na casa do tio do garoto. A família conta que o cachorro, de 6 anos, chamado Titã, sempre foi manso e estava acostumado com o .

A avó acredita que a reação do neto impediu uma tragédia. “Ele podia estar morto. [O cão] podia ter pegado no pescoço”, diz.

Os pedreiros que trabalham na casa vizinha ajudaram a socorrer o . Saíram os dois praticamente em luta corporal, o com o cachorro. Quando vimos, nós pulamos para tentar ajudar o . A gente conseguiu tirar o dali, disse o pedreiro Gilberto Pereira.

O animal foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses de Sabará. O órgão informou que o cachorro vai ficar em observação durante dez dias para a realização de exames. Depois desse período, a família pode pedir o cão de volta. Caso contrário, ele poderá ser sacrificado.G1

O diretor do Instituto Médico-Legal (), José Eduardo Velludo, de , no interior paulista, apresentou um laudo informando que o Pedro Henrique Marques Rodrigues, de 5 anos, que morreu na noite de quinta-feira da semana passada, foi vítima de violência infantil. A delegada do Setor de Homicídios, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Maria Beatriz Moura Campos, disse hoje, então, em entrevista coletiva, que o inquérito passou a ser tratado como caso de homicídio. A mãe do garoto, Kátia Marques, e o padrasto, Juliano Gunello, afirmam que a criança ingeriu Semorin, um produto de limpeza de roupas.

A delegada havia pedido a prisão temporária do casal, que foi indeferido hoje pela juíza da 2ª Vara de Execuções Criminais da cidade, Isabel Cristina Alonso Bezerra dos Santos. O pedido da delegada foi feito após constatar que o frasco de Semorin estava quase todo cheio e em razão de a vítima apresentar hematomas pelo corpo, inclusive fratura no pulso direito. Em depoimento, a mãe e o padrasto negaram qualquer violência doméstica.

O diretor do afirmou que o corpo do apresentou “embolia gordurosa pulmonar”. Segundo ele, esse tipo de embolia gordurosa não é freqüente, mas com Pedro Henrique deve ter sido aguda e rápida. A embolia pode ter sido provocada por um gesto violento ou um chacoalhão mais brusco, no dia da . “Ninguém pode dizer que essa criança se machucou porque caiu”, afirmou Velludo. “Pelo menos nos últimos dias ele sofreu alguma forma de lesão”, disse.

Velludo descartou descalcificação dos ossos, como teriam alegado a mãe e o padrasto à delegada. “A fratura foi aguda, talvez no começo da manhã”, disse ele, baseando-se no laudo assinado por Roberto Silva Costa, do Hospital das Clínicas (HC). O corpo da criança foi exumado na sexta-feira, horas após o sepultamento, concedido pela Justiça de - onde mora o pai biológico da vítima, o policial militar Odair Donizete Rodrigues.

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