O vencimento de opções de ações não deixou a de () definir um rumo na primeira etapa dos . Instantes atrás, a bolsa paulista registrava valorização de 0,65%, aos 73.236 pontos, influenciado pela valorização das ações da Petrobras.

O giro financeiro estava em R$ 7 bilhões. Logo após abertura dos , o índice avançou forte, e atingiu patamar máximo histórico de 73 mil pontos. Porém, cerca de 30 minutos após abertura, a bolsa paulista passou a retroceder. Mas, a valorização dos papéis da Petrobras acabou puxando, novamente, o índice para cima. Há pouco, as ações preferenciais da estatal avançavam 1,66%, a R$ 48,95. Durante a manhã, os papéis preferenciais série B da Cesp lideraram os ganhos da sessão.

As ações são influenciadas por notícia veiculada por um jornal de , durante o final de semana, afirmando que o governo de quer retomar o processo de privatização da estatal energética. Na opinião de analistas, a notícia é positiva desde que se resolva alguns impasses, como a Lei Eleitoral - que restringe a alienação de ativos em ano de eleição. Instantes atrás, os papéis da companhia registravam ganhos de 6,2%, a R$ 30,96.

Operando em sentido contrário, as ações ordinárias da Rossi Residencial recuavam 5,19%, a R$ 14,77, ainda repercutindo os resultados trimestrais divulgados na semana passada. A companhia reportou lucro líquido de R$ 20,3 milhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 29,6% ante os R$ 29 milhões (valores ajustados pela prática contábil atual) registrados em igual período do ano anterior. No front externo, os indicadores econômicos continuam dando indícios de que o pior da já passou, segundo analistas, e que a economia do País não enfrentará uma recessão.

Os indicadores antecedentes apontaram alta pelo segundo mês consecutivo, ao marcar avanço 0,1% em abril ante uma expectativa de recuo de 0,1%. Já no âmbito corporativo, o setor de tecnologia puxa a alta das de Wall Street. A Microsoft informou ontem que considera realizar um novo acordo com o Yahoo!, mas este que não envolveria a compra do portal de internet.

A declaração ocorre duas semanas após a gigante de informática retirar sua oferta para adquirir o Yahoo!. Além das ações da Cesp, dentre os destaques positivos do Ibovespa estão Aracruz PNB, subia 3,98%, a R$ 14,89; e JBS ON, que avançava 3,29%, a R$ 8,15. No sentido oposto, além das ações da Rossi, Transmissão Paulista PN caía 3,2%, a R$ 46,75; e Lojas Renner ON recuava 2,87%, a R$ 38,85. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o Ibovespa com vencimento em junho registrava alta de 0,43%, a 73.720 pontos. (Vanessa Correia - InvestNews)

Após uma abertura no terreno positivo, o Índice , que mede o desempenho das ações mais negociadas na de (), inverteu o sinal de alta e passou a operar em baixa, na contramão dos mercados em Nova York.

Às 10h45 (de Brasília), o Ibovespa cedia 0,24% a 65.258 pontos, na pontuação mínima do dia até o momento. No mesmo horário, o índice Dow Jones oscilava, mas subia 0,03%, enquanto o Nasdaq-100 tinha ganhos de 0,39% e o S&P 500 avançava 0,09%.

A mudança de sinal do Ibovespa está ligada ao comportamento negativo das ações de primeira linha (blue chips) Petrobras e Vale, que ontem apresentaram bom desempenho, em meio à alta das matérias-primas nos mercados internacionais.

Às 10h46, as ações preferenciais (PN) da Petrobras recuavam 0,06%, após uma abertura em alta. No mesmo horário, o papel ordinário (ON) da estatal petrolífera permanecia no terreno positivo, com ganhos de 0,31%. E as ações PN classe A da Vale recuavam 0,51%, às 10h45. Já o papel ON, que abriu em alta, apresentava baixa de 0,49%, no mesmo horário.

O dólar à vista inverteu o sinal de baixa apresentado na abertura dos de hoje na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e, às 10h22, era cotado em alta de 0,06% a R$ 1,727.

No mercado interbancário de câmbio, o dólar comercial abriu em alta e, no mesmo horário, subia 0,17%, a R$ 1,728, na taxa máxima do dia até este horário.

Ontem, a moeda americana fechou em baixa tanto na BM&F quanto no interbancário, a R$ 1,726 (-0,29%) e R$ 1,725 (-0,4%), respectivamente.

O noticiário corporativo desta quarta-feira (26) vem carregado e deve dividir as atenções com a agenda de indicadores econômicos domésticos, podendo influenciar o desempenho de algumas ações durante a sessão.

Os terminaram a noite da última terça-feira (25) com grandes notícias: a começar pela divulgação de que a (BOVH3) e a BM&F (BMEF3) anunciaram acordo para fusão das suas atividades, com a criação de uma companhia provisoriamente chamada de Nova Bolsa.

Conforme os termos do acordo, a nova entidade, que será a segunda maior bolsa das Américas, será uma companhia aberta e com ações negociadas no Novo Mercado da , sendo que após a reorganização societária, serão emitidas ações ordinárias aos acionistas da BM&F e da , na proporção de 50% para cada uma.

O outro fato importante: depois de muitos rumores, a Vale (VALE5) comunicou o fracasso das negociações para a aquisição da Xstrata, devido a um desacordo entre as partes. Para amenizar as tensões com o término do negócio, o presidente da Vale, Roger Agnelli, indicou que outras opções de aquisição estão sendo observadas pela , sem, contudo, ter informado o nome das companhias analisadas.

Outras notícias
O leilão da Cesp (CESP6), que deveria acontecer nesta sessão, foi cancelado por falta de interessados devido às incertezas sobre as concessões. A frustração dos já pôde ser observada na última sessão, com as ações da despencando cerca de 20%.

Com viés mais positivo, a BR Malls Participações (BRML3) ganha espaço no noticiário com a divulgação da aquisição de 35% no Osasco Plaza Shopping, aumentando sua área bruta locável própria para 376,8 mil metros quadrados, com participações em 31 shopping centers.

No mesmo sentido, a Copel (CPLE6) deve comemorar a autorização do Instituto Ambiental do Paraná para a construção da Usina Hidrelétrica Mauá, com capacidade de 361 megawatts, em que a detém participação de 51%.

Resultados
No meio de tantas agitações, somente a Ecodiesel (ECOD3) divulgou os dados operacionais de 2007, tendo registrado prejuízo líquido de R$ 37,6 milhões, uma queda de 1,1% se comparado ao prejuízo de R$ 38 milhões contabilizado no ano anterior.

Para esta quarta-feira ainda são aguardados os resultados da Klabin Segall e da Laep.

O banco central americano (Fed) aumentou hoje para US$ 100 bilhões o total de recursos disponíveis para as instituições financeiras na linha de crédito operada em leilões a prazo (TAF, na sigla em inglês).

Essa linha de liquidez foi criada no ano passado para aliviar a pressão por crédito, surgida com a das hipotecas de maior risco de inadimplência (subprime) nos .Nos próximos leilões TAF programados pelo BC americano, de 10 de março e de 24 de março, serão colocados à disposição dos bancos US$ 50 bilhões, acima dos US$ 30 bilhões previstos anteriormente.AE

A onda de queda das internacionais na sexta-feira, depois da recuperação nos dois dias anteriores, reforça a idéia de que a volatilidade no mercado não será passageira - na sexta-feira, feriado em , a não funcionou e pode reproduzir neste início de semana o mau humor do naquele dia.

“As devem continuar voláteis, dificilmente vão se acalmar em menos de um mês”, avalia Fabiano Gomes, superintendente-adjunto da Santander Asset Management.

“A de hipotecas de alto risco americana ainda não mostrou todas as suas garras e prejuízos”, alerta Carlos Daniel Coradi, presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.

A turbulência no financeiro já fez a Bolsa paulista recuar 10% este ano, trazendo o preço das ações para níveis que levam os analistas a recomendar a compra. “Há consenso de que este é um momento de compra. Raras vezes nos últimos meses tive tanta certeza de que era hora de comprar como agora”, comenta Gustavo Cerbasi, consultor financeiro e autor do livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos.

O problema para o investidor tirar proveito dessa “janela de oportunidade” é que, segundo Coradi, a é uma das mais voláteis do , conforme um índice calculado pela EFC, que considera a menor e a maior pontuação no período de um ano.

“Em 2007, o índice foi de 49%.” A vantagem é que ela tem se mostrado a mais rentável. “Em um ano foi a que mais subiu no ”, diz Coradi. Para este ano, entretanto, analistas não esperam que ela repita o sucesso de 2007, quando a alta foi de 43,65%.

A expectativa é de valorização de 20% a 25%. “Apostar em mais que isso seria otimismo exagerado”, diz Cerbasi.

Separação do dinheiro

“Para a bolsa deve ir o dinheiro para o qual não há compromisso”, diz Cerbasi. “O certo é não investir em bolsa o dinheiro que será necessário em data certa no futuro”, reforça Fábio Colombo, administrador de .

Perfil

É em momento de que o investidor pode conhecer o seu perfil. Se na semana passada teve alto nível de estresse, quis vender ou vendeu suas ações por causa do sobe-e-desce, deve concentrar-se na renda fixa, não em bolsa. Se encarou as oscilações como próprias do , está apto a arriscar-se.

Diversificar

Colombo comenta que muitos erram duas vezes em momentos de grandes valorizações na bolsa: concentram seus nela e compram ações de uma única . “O investidor tem de distribuir seus recursos de acordo com seu perfil (tolerância a perdas) entre ações, renda fixa (como fundos DI, de renda fixa, caderneta), imóveis comerciais e até fundos cambiais e ouro, para proteção nas crises.”

Longo prazo

O quadro atual confirma que bolsa é opção de longo prazo. Storfer observa que quem entrou há mais tempo na bolsa está com ganho substancial, mesmo depois da volatilidade da semana passada. Já quem entrou há menos tempo, a partir de outubro, está contabilizando prejuízo.

Comprar na baixa e vender na alta

Os movimentos de entrada e saída em bolsa devem ser sempre graduais, pois nunca é possível saber se na baixa ela já atingiu o fundo do poço e se na alta já atingiu o pico. Segundo Colombo, a estratégia vale tanto para formar uma carteira como para calibrar o porcentual de recursos já aplicados em ações.

Se o investidor definiu que vai concentrar 20% dos seus recursos em ações, uma alta da bolsa vai elevar essa exposição, e aí ele deve vender o suficiente para retornar ao limite de 20%.

Do contrário, quando uma desvalorização da bolsa reduzir sua exposição, ele deve comprar ações até restabelecer a margem de 20%. “Assim, o investidor vai sempre fazer o certo, comprar na baixa e vender na alta.

A onda de queda das bolsas internacionais na sexta-feira, depois da recuperação nos dois dias anteriores, reforça a idéia de que a volatilidade no mercado não será passageira - na sexta-feira, feriado em São Paulo, a Bovespa não funcionou e pode reproduzir neste início de semana o mau humor do naquele dia. “As bolsas devem continuar voláteis, dificilmente vão se acalmar em menos de um mês”, avalia Fabiano Gomes, superintendente-adjunto da Santander Asset Management. “A crise de hipotecas de alto risco americana ainda não mostrou todas as suas garras e prejuízos”, alerta Carlos Daniel Coradi, presidente da EFC-Engenheiros Financeiros & Consultores.A turbulência no financeiro já fez a Bolsa paulista recuar 10% este ano, trazendo o preço das ações para níveis que levam os analistas a recomendar a compra. “Há consenso de que este é um momento de compra. Raras vezes nos últimos meses tive tanta certeza de que era hora de comprar como agora”, comenta Gustavo Cerbasi, consultor financeiro e autor do livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos.

O problema para o investidor tirar proveito dessa “janela de oportunidade” é que, segundo Coradi, a é uma das mais voláteis do , conforme um índice calculado pela EFC, que considera a menor e a maior pontuação no período de um ano. “Em 2007, o índice foi de 49%.” A vantagem é que ela tem se mostrado a mais rentável. “Em um ano foi a que mais subiu no ”, diz Coradi. Para este ano, entretanto, analistas não esperam que ela repita o sucesso de 2007, quando a alta foi de 43,65%. A expectativa é de valorização de 20% a 25%. “Apostar em mais que isso seria otimismo exagerado”, diz Cerbasi.

Separação do dinheiro

“Para a bolsa deve ir o dinheiro para o qual não há compromisso”, diz Cerbasi. “O certo é não investir em bolsa o dinheiro que será necessário em data certa no futuro”, reforça Fábio Colombo, administrador de investimentos.

Perfil

É em momento de que o investidor pode conhecer o seu perfil. Se na semana passada teve alto nível de estresse, quis vender ou vendeu suas ações por causa do sobe-e-desce, deve concentrar-se na renda fixa, não em bolsa. Se encarou as oscilações como próprias do , está apto a arriscar-se.

Diversificar

Colombo comenta que muitos erram duas vezes em momentos de grandes valorizações na bolsa: concentram seus nela e compram ações de uma única . “O investidor tem de distribuir seus recursos de acordo com seu perfil (tolerância a perdas) entre ações, renda fixa (como fundos DI, de renda fixa, caderneta), imóveis comerciais e até fundos cambiais e ouro, para proteção nas crises.”

Longo prazo

O quadro atual confirma que bolsa é opção de longo prazo. Storfer observa que quem entrou há mais tempo na bolsa está com ganho substancial, mesmo depois da volatilidade da semana passada. Já quem entrou há menos tempo, a partir de outubro, está contabilizando prejuízo.

Comprar na baixa e vender na alta

Os movimentos de entrada e saída em bolsa devem ser sempre graduais, pois nunca é possível saber se na baixa ela já atingiu o fundo do poço e se na alta já atingiu o pico. Segundo Colombo, a estratégia vale tanto para formar uma carteira como para calibrar o porcentual de recursos já aplicados em ações.

Se o investidor definiu que vai concentrar 20% dos seus recursos em ações, uma alta da bolsa vai elevar essa exposição, e aí ele deve vender o suficiente para retornar ao limite de 20%.

Do contrário, quando uma desvalorização da bolsa reduzir sua exposição, ele deve comprar ações até restabelecer a margem de 20%. “Assim, o investidor vai sempre fazer o certo, comprar na baixa e vender na alta.

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