A juíza do Conselho Permanente de do Exército, Zilah Maria Petersen, manteve hoje a do sargento Laci Marinho de Araújo, que responde a processo por deserção, e decidiu submetê-lo a uma perícia neuro-psiquiátrica na próxima semana, com médicos civis do Hospital das Forças Armadas, em Brasília. “Continuo sendo judeu num campo de concentração”, reagiu aos gritos o sargento Laci, ao deixar, algemado e escoltado, a sala da Auditoria no Superior Tribunal (STM), onde prestou .

O sargento Laci tornou pública sua relação com o ex-sargento Fernando Alcântara, que obteve baixa do Exército. Os dois revelaram a relação em entrevista que foi capa da revista Época. O Exército prendeu o sargento Laci, logo em seguida, depois de uma outra entrevista dos dois a um de televisão na Rede TV. Após um período fora da , ele voltou a ser detido esta semana.

Laci foi levado para a cadeia da Polícia do Exército, no Setor Urbano. “É uma homofobia estatal”, criticou seu companheiro, que acompanhou a audiência. Ambos acusam o Exército de estar perseguindo Laci pela sua condição de . Segundo Fernando Alcântara, o desabafo do companheiro ao deixar a audiência demonstra que está “totalmente transtornado e sofrendo intensa tortura psíquica”. Na sua , “o ideal teria sido que ele, no estado emocional em que se encontra, fosse direto para o hospital e não para uma cela, o pior lugar para quem tem transtorno de pânico”.

Em de duas horas na Auditoria , o sargento Laci disse que o general Adelmar da Costa Machado Filho, em conversa com um subtenente chamado Reis, usou palavras chulas ao comentar seu relacionamento com o então sargento Fernando Alcântara, chamando ambos de “casal gay”. Ele relatou também que o apartamento que divide com o companheiro, na Superquadra 3065 Norte, foi invadido por do Exército na ausência dos dois, ocasião em que desapareceu um palm top.

A juíza Zilah Maria Petersen negou o pedido de liberdade provisória solicitado pelos advogados de Laci, que alegaram ter sido sua inconstitucional e que seu cliente possui bons antecedentes e uma excelente ficha funcional em 13 anos no Exército. O Exército processa o sargento de deserção, porque não retornou ao , no Hospital Geral do Exército, após sua licença médica de dois anos ter vencido em abril. O Exército rejeitou o atestado médico que apresentou para não retornar ao hospital, considerando-o apto para o . O no STM ainda não tem data marcada.

O tenente Vinicius Ghidetti de Andrade Moraes, de 25 anos, mantém uma página no , é casado e tem um filho. No seu perfil da rede social, fala sobre as paixões. Diz que ama a farda, a verdade, a dignidade e o .

O já confessou à polícia ter comandado a entrega dos três jovens do Morro da Providência aos de um morro rival. Nesta terça-feira (17), na página, foi muito atacado em centenas de mensagens.

Os onze que participaram do crime cumprem temporária no de Polícia do Exército.

Nesta terça-feira, o delegado continuou a tomar os dos envolvidos para esclarecer a participação de cada um no .

Os ocupam o Morro da Providência desde o fim do ano passado. Com a dos rapazes, a presença deles no está sendo questionada. A Defensoria da União, no , vai entrar com uma ação civil pública pedindo a retirada do Exército do Morro da Providência, com base na Constituição. A lei não prevê participação do Exército na pública.

Em nota divulgada nesta terça (17), o Exército afirma que a presença no morro não é uma operação em prol da pública, que necessite de determinação da presidência da república e de aprovação no congresso . Mas sim uma ação subsidiária, permitida pela Constituição, com o objetivo de revitalizar moradias.

O da , Nelson Jobim, veio ao acompanhar as .
Participou de uma reunião no Comando do Leste. Depois, foi ao Morro da Providência. Caminhou pelas ruas da comunidade e se encontrou com parentes dos jovens .

O pediu desculpas às famílias.

“Vamos deixar bem claro a indignação do governo, a indignação de todos nós. Agora, o que não podemos é confundir o fato que aconteceu com a ação do Exército e com as obras que estão sendo realizadas aqui”, disse o Nelson Jobim.

O da , Tarso Genro, tem uma diferente.

“O Exército estava dando proteção para as pessoas que estão trabalhando e aí ocorreu essa que é absolutamente lamentável. Isso comprova uma visão, que é a visão do , que é majoritária em toda a sociedade, de que as Forças Armadas não são aptas para tratar da pública”, disse Genro.

O que garantiu a presença dos no Morro da Providência foi um acordo firmado entre os Ministérios da e das . Os foram convocados para ajudar num projeto de reforma das casas, chamado Cimento Social, idealizado pelo senador Marcelo Crivela, pré-candidato à prefeitura do .

A Polícia prendeu em flagrante três homens com mais de 37 quilos de e 2,640 quilos de comprimidos de , na tarde de segunda (16). O trio foi em uma chácara que também como de no município de Altinópolis, a 347 quilômetros da Capital, região de .

foram informados via Copom (Central de Operações da PM) de que um veículo Fox preto, que seguia pela rodovia Abrão Assed, estava envolvido no tráfico de . Com isto, os PMs conseguiram localizar o carro em frente uma chácara, no condomínio Pardo.

No , a polícia abordou C.C.A.M. de 39 anos quando saía do imóvel com R$ 484. No da chácara, o dono do rancho, V.A.S, 29 e o funileiro T.B.J., 35, foram abordados no momento em que colocavam dentro do pára-choque de um Golf. O funileiro afirmou ter sido contratado pelo valor de R$ 500 para desmontar os pára-choques dos carros que seriam colocadas as .

Na casa, os encontraram um laborató para o preparo e refino de e apreenderam 14,94 quilos de , 49 tabletes de base para que totalizaram 22,38 quilos e 2,640 quilos de comprimidos de . Além das , também foram apreendidas duas pistolas 380 e materiais para o preparo do entorpecente. O trio foi em flagrante e encaminhado para a Polícia Federal.SSP

“Uma aproximação da polícia com a comunidade”. Essa é a definição do coronel Israel Pilmon, do 35º BPM/M, sobre o projeto de Polícia Comunitária que a Polícia de implantou em uma parceria realizada com a Polícia do e a Japan Corporation Agency (Jica). Esse já vem funcionando na Capital desde 1999 e é usado no há mais de 131 anos.

O acordo do projeto firmado com o país oriental começou com oito bases comunitárias na Capital e hoje já conta com 54 unidades em todo o Estado. Nesta fase inicial, serão instaladas duas bases em , em Cambuí e na Vila Industrial. Como complemento do , há também um intercâmbio que é realizado entre os dois países, em que japoneses visitam o para conhecerem a polícia daqui e vice-versa. “Eu mesmo fui para o em 2005 fazer o curso de 15 dias”, afirmou o coronel Pilmon.

Visitas comunitárias

As visitas comunitárias servem como uma espécie de interação com a comunidade. Os visitam as residências na área em que cada base é responsável e registram os dados dos . Além das fichas brancas, que são usadas nesses casos, a polícia também utiliza uma ficha amarela, que serve para registrar os dados de comerciantes.

De acordo com o coronel Pilmon, “mais para frente haverá um jornal que levará as notícias para a população ”. Ele acrescentou que os muros de concreto que protegem as bases comunitárias também servirão como uma espécie de mural, com dicas de . SSP

Brasília - Ao participar das comemorações dos 143 anos da Batalha Naval do Riachuelo, o Luiz Inácio da Silva voltou a falar sobre os no nuclear da e no reaparelhamento das Forças Armadas.

“O nuclear da merece uma atenção especial. Tive a honra de autorizar a sua retomada – e ele estará concluído dentro de alguns anos. Com esta ação estratégica, dominaremos o ciclo completo da geração núcleo-elétrica, o que envolve o enriquecimento do e a construção do reator. O mais importante é que tudo ocorrerá com absolutamente ”, disse o em mensagem lida pelo locutor da cerimônia.

afirmou ainda que foi dado o passo “permanente na valorização salarial dos ”, uma referência ao reajuste médio de 47,19% para os anunciado em abril pelo governo. O aumento será parcelado até julho de 2010.

Durante o evento, os ministros da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins; do , e Comércio Exterior, Miguel Jorge; Extraordiná de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, e o do Banco Central, Henrique Meirelles, receberam a Medalha da Ordem do Mérito Naval.

A instaurou hoje um Inquérito Policial para apurar o desaparecimento do segundo-sargento Laércio de Melo Olegá, de 42 anos, em serviço na Antártida a bordo do Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel. Segundo nota divulgada à imprensa hoje, a última vez que a TV do navio registrou imagens do foi por volta das 06h30 de sábado.O sumiço de Olegá ocorreu quando o navio seguia da Estação Antártica Comandante Ferraz em direção à Base Chilena Eduardo Frei, na ilha Rei George, de chegada e partida de vôos para apoio de pesquisadores na Antártida.

O tem 23 anos de serviços prestados à , é casado, possui duas filhas e mora em São Gonçalo, na região metropolitana do . No navio Ary Rongel ele integra o grupo de mergulhadores.

Para o serviço de busca, além do navio, estão sendo usados dois helicópteros, um da do e outro da Força Aérea do Chile, botes infláveis e veículos terrestres da estação brasileira e da Estação Polonesa Arctowski.

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