Set
3
O desfile de lingerie da marca im foi a grande atração do segundo dia do Melbourne Spring Fashion Week 2008, na Austrália, nesta terça-feira. Peças levemente transparentes e bordadas compõem a nova coleção.
Os sutiãs apresentam modelagem mais clássica e não possuem bojos sustentadores. As calcinhas, por sua vez, variam desde as tangas de laterais mais finas até os shortinhos.
Corpetes com aplicação de flores são sugeridos para um visual mais elegante de underwear. As camisolas aparecem tanto curtíssimas quanto longas em cores suaves de azul e amarelo.Terra
Ago
29
O algodão orgânico – aquele produzido sem agrotóxicos e de forma sustentável – é o novo queridinho da moda íntima, que anda flertando com o ecologicamente correto. A aposta dos fabricantes é que, dentro de alguns anos, praticamente todas as mulheres tenham uma peça sustentável no guarda-roupa.
Essa é a aposta da marca Un.i, que apresentou a linha de lingerie Eco Organic, feita 100% de algodão orgânico. Para ganhar a consumidora, a empresa - que afirma ser pioneira no segmento de lingerie sustentável - exalta a propriedade anti-alérgica do produto. A coleção foi lançada na última edição do Salão Lingerie Brasil, evento de moda íntima realizado neste mês em São Paulo, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
Logo quando chegou ao mercado, o algodão orgânico não foi visto com bons olhos pelas consumidoras porque chegava a custar 20% a mais que o tecido comum. Segundo Fabiana Marques, gerente de marketing da malharia Affiniti Berlan, já é possível diminuir esse acréscimo para 5%.
Outra novidade apresentada no evento é o tecido usado na linha New Chic, da Liz. O produto é um resgate do brilho do tafetá de seda pura em uma versão microfibra. As peças aliam o conforto à sensualidade do brilho.
Mas é o tecido batizado de Bio Shape, da Affiniti Berlan, que promete fazer sucesso entre as mulheres, principalmente aquelas que praticam alguma atividade física. Segundo o fabricante, uma bermuda feita com o tecido é capaz de reduzir em até 8% os sinais de celulite e melhorar a aparência da pele em até 70%, após quatro semanas de uso. Segundo o fabricante, o tecido melhora a microcirculação, diminuindo os sinais de celulite e aumentado a elasticidade da pele.
A novidade do Bio Shape está em sua durabilidade, pois as suas propriedades não se perdem com as sucessivas lavagens. Além das bermudas de ginástica, o tecido pode ser usado para confeccionar cintas modeladoras, calcinhas, sutiãs, tops e leggings.
Os homens não foram esquecidos no evento, mas não deixam de ser colocados em segundo plano quando o assunto é moda íntima. Entre as novidades das mais de 120 marcas em exposição, as peças masculinas eram minoria e não fugiam do convencional. “Homem gosta mesmo é do básico. O conforto está acima de tudo na hora da criação”, observa a estilista Conceição Liberatori, da D’UOMO.
A marca apresentou ao público as cuecas com fios metalizados na barra. Algo para lá de ousado quando o assunto é moda íntima para homem.G1
Ago
7
As relações de Nizan Guanaes com a moda brasileira extrapolaram os lençóis. Casado com Donata Meirelles, compradora de marcas importadas da Daslu e, portanto, habituado ao jet set das grandes grifes, o publicitário e presidente do Grupo ABC (o 22º maior conglomerado de comunicação do mundo) agora também tem uma semana de moda para chamar de sua. O ‘Rio Summer’, apresentado ontem por ele, promete mudar a imagem do Brasil no cenário da moda internacional. A idéia é firmar o Rio de Janeiro como capital mundial da moda praia.
“Não faz sentido este título pertencer à Miami, é um setor em que nós temos de nadar de braçada”, diz o executivo. O evento chega grandioso e promete não competir com São Paulo Fashion Week, realizada duas vezes por ano em São Paulo, nem com o Fashion Rio, que também tem edições de primavera/verão e outono/inverno. “Queria que o Paulo Borges (da SPFW) fosse meu sócio. Também tive um almoço com a Heloisa Simão (do Fashion Rio). Cada evento tem o seu lugar”, frisou.
Na vida real, vai ser difícil para os outros eventos chegar perto do que pretende ser o Rio Summer, pelo menos em termos de sofisticação e luxo. Para começar, o evento vai ocupar o Forte de Copacabana, entre os dias 5 a 8 de novembro. O lugar é show e a data será especialmente propícia para os negócios da moda. “As semanas de moda na Europa já terão terminado, e é o momento ideal para a apresentação das coleções de alto-verão”, explica o estilista Amir Slama, da Rosa Chá, que também é presidente da Abest - Associação Brasileira de Estilistas.
Para realizar um evento de alcance mundial, Guanaes se cercou de um timaço. Estão com ele no projeto, por exemplo, Carlos de Souza, que foi braço-direito do estilista Valentino por mais de 20 anos, e promete trazer celebridades internacionais de calibres variados. O projeto prevê a visita de 100 convidados gringos, fora os bacanas brasileiros. “Não quero Big Brothers”, já avisa Guanaes. O tratamento que será dispensado a todos os que forem ao ‘Rio Summer’ será de primeira. “Fechamos o Hotel Fasano, onde está previsto o show de abertura, com Caetano Veloso, à beira da piscina”, revela. Lá também serão montados showrooms para a realização de negócios. O inglês Robert Forrest e Donata Meirelles foram os responsáveis pela escolha das marcas do evento. Vão participar as etiquetas Adriana Degreas, Blue Man, Carlos Miele, Cia Marítima, Cris Barros, 284, Iódice, Isabela Capeto, Jo de Mer, Lenny, Osklen, Patrícia Vieira, Raia de Goeye, Rosa Chá, Salinas, Totem e Triya. AE
Jun
23
Gisele Bündchen desfilou na noite deste domingo na 25ª edição da São Paulo Fashion Week pela marca Colcci na sala 1 do Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera. O desfile, marcado para as 21h, começou com 50 minutos de atraso. Gisele entrou na passarela por duas vezes, vestindo top e tomara-que-caia de estampa floral e calças claras. Na segunda entrada, usava rabo-de-cavalo e brinco em apenas na orelha esquerda.
Antes do desfile, em um dos momentos mais aguardados pela imprensa brasileira e internacional durante a 25ª edição da São Paulo Fashion Week, a entrevista coletiva com a top model foi marcada por imprevistos e um péssimo equipamento sonoro. “Olha, um sapo!”, disse Gisele para classificar o som cheio de ruídos e o áudio do microfone que falhava a cada pergunta e resposta.
A rodada de perguntas começou às 20h30, meia hora depois do horário marcado. Cerca de 200 repórteres e cem fotógrafos e cinegrafistas acompanharam de perto as declarações da modelo. Ou melhor, nem tão de perto assim. O registro visual teve que ser feito a cerca de 15 m de distância, onde foram postos os cinegrafistas e fotógrafos. Já os jornalistas ficaram um pouco mais próximos do palco instalado na sala 3 do Pavilhão da Bienal mas separados da top por uma grade. Seguranças observavam a imprensa de perto.
Gisele vestia Colcci, marca pela qual desfila na SPFW –calça cinza, blazer preto, sandália brilhante e uma camiseta estampada com uma foto de cachorrinha. “Não é a Vida [cachorra da top]“, explicou. A estilista da Colcci, Jéssica Lengyel, permaneceu ao lado de Gisele durante a entrevista.
Os jornalistas foram proibidos de fazer perguntas de cunho pessoal, sob ameaça de expulsão do local. A organização do evento selecionou quem podia perguntar.
Homem Brasileiro
O repórter Rafael Cortez, do programa “CQC” (Band), foi um dos selecionados. Ele quis saber se Gisele, ex-namorada do ator americano Leonardo DiCaprio e atual namorada do jogador americano Tom Brady, não gosta dos homens brasileiros.
“Eu não tenho nada contra o homem brasileiro! Eu tenho orgulho de ser brasileira e acho que o homem brasileito está ótimo. Você está muito bem. Está ótimo”, disse, sorrindo.
Kurkova
A top também foi convidada a comentar o episódio no qual a top tcheca Karolina Kurkova foi chamada de “obesa” por desfilar fora de forma e com celulite nesta edição da SPFW.
“Não estou aqui para julgar ninguém. Não acho certo ninguém julgar ninguem”, afirmou Gisele.
A top ainda disse que estava feliz em voltar para São Paulo, após ficar oito coleções (quatro anos) sem desfilar na SPFW, já que a Colcci, nesse período, desfilava no Rio.
“Comecei a modelar com 14 em São Paulo. Foi aqui que comecei. É maravilhoso ver como o evento cresceu”.
Contribuição
Gisele ainda comentou sua contribuição à moda brasileira.
“Meu jeito de contribuir é voltar ao Brasil para desfilar. Não faço circuito da moda lá fora desde 2001. Voltando para o Brasil é um jeito de trazer a atenção internacional não só para o desfile da Colcci, mas para todos os estilistas brasileiros. Antigamente, o Brasil nunca tinha sido considerado lá fora um país que criasse moda. Agora, brasileiros mostram sua coleção em Nova York. Tenho muito orgulho de ver isso acontecer”, falou.
Ela disse ainda que não é a única responsável pelo crescimento da marca para a qual desfila. “Se a roupa não tivesse qualidade, não teria como ajudar”, declarou.
Ambiente
Durante a entrevista, Gisele declarou sua preocupação com o ambiente e pediu que os jornalistas visitassem seu site dedicado ao assunto. Ela ainda lamentou a saída da ministra Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente. “Fiquei muito triste”, declarou.
Gisele também acrescentou que pretende fazer uma fundação para meninas, mas não quis dar detalhes do projeto ou estabelecer prazos. “Quero fazer uma coisa série que dure até depois que eu já não estiver mais aqui”, disse.Folha
Jun
18
São Paulo Fashion Week - Moda praia da grife Movimento resgata cores da selva
Diversos, Moda, São Paulo, Ultimas noticias | Leave a Comment
A estréia da moda praia na 25ª São Paulo Fashion Week (SPFW) ocorreu hoje com o desfile da grife pernambucana Movimento. A estilista Tininha da Fonte mostrou na coleção de verão 2009 elementos do universo selvagem, com estampas de folhas, camuflados e animais. A cartela de cores veio repleta de verde folha, roxo açaí, vermelho fogo e amarelo ouro. As tonalidades típicas da floresta foram mescladas com os tons neutros, como preto, marrom, branco e bege.
A sensualidade da mulher foi representada pelos drapeados, bordados, origamis e apliques. O biquíni é a peça principal da coleção, segundo Tininha, e o sutiã absorveu a força e veio com faixas, triângulos e alças mais largas. “Quis retratar uma mulher forte e guerreira”, disse a estilista nos bastidores ao final do desfile. “As mulheres não estão preocupadas em se queimar com alças largas, pois usam protetor solar.” Já as calcinhas surgiram com corte reto e a maioria com estampas lisas.
Vestidos - longos e curtinhos -, shorts e macaquinhos vieram à passarela com tecidos soltos, como o algodão de fio egípcio, a seda pura e o jersey com elastano. “As formas das peças estão totalmente democráticas”, afirmou Tininha. Os acessórios também marcaram presença na coleção, nos pulsos e pescoços, feitos de osso de bode. Os braceletes e pulseiras tinham formato de girafa, pavão e onça.AE
Jun
11
Rio de Janeiro - O setor de calçados brasileiro exportou até abril deste ano 2% a mais do que no primeiro quadrimestre do ano anterior, alcançando US$ 684 milhões. A informação foi dada hoje (10) na bolsa de negócios da moda Fashion Business, no Rio, pelo diretor da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Maurício Medeiros. Ele também é vice-presidente da Associação Brasileira de Estilistas (Abest).
“Isso significa um trabalho também focado no alto valor agregado”, afirmou Medeiros, referindo-se ao crescimento das exportações no primeiro quadrimestre do ano. “Está se deixando de exportar commodities (produtos básicos minerais e agrícolas comercializados no exterior) e está se exportando marca”, acrescentou.
Ele lembrou que há cerca de quatro anos a Abicalçados criou o projeto denominado Brasil Design, que é um núcleo de marcas de desenho autoral, de alto valor agregado. O objetivo é promover a moda diferenciada, distinta da moda mais massificada.
Maurício Medeiros disse que este ano, além da questão cambial, o grande desafio à exportação de calçados do Brasil é a elevada carga tributária.
Em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), estão sendo investidos R$ 43 milhões nas 350 empresas do setor participantes do projeto, visando ao incremento das exportações.
Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Jun
9
Rio - A grife Têca abriu o terceiro dia de desfile do Fashion Rio com uma coleção alegre e colorida. Inspirada no livro “Mulheres Vestidas de Sol“, de Ariano Suassuna, a estilista Helô Rocha abusou do comprimento bem curto e da cintura no lugar. “Busquei referência nos lugares ensolarados, como Guatemala e Índia, para vestir uma mulher sensual, feminina, que gosta de cores”, disse a estilista. Os 26 looks foram compostos ora de vestidos justos, tipo tubinho, ora soltinhos, com a cintura marcada por um fino cinto de couro, saias justas ou godês, shorts, bermudas e coletes.
O linho foi o tecido-chave da coleção. Helô também apostou nos bordados em linha e richelieu. Destaque para a estampa de xadrez tipo madras, que apareceu em coletes, saias e vestidos. A cenografia de Aldanisa Sá foi composta por esteiras de palha e o material rústico também estava presente nos brindes, uma simpática ventarola. O único senão foi que a esteira fez algumas modelos tropeçarem.AE