Focas estão ajudando cientistas a coletar novas informações sobre o no continente antártico.

Com um aparelho acoplado à cabeça, elas transmitem informações sobre o abaixo da camada de água congelada, o que métodos normais de do oceano não conseguem fazer.

A informação permite que se calcule a extensão do gelo que se forma no durante o inverno.

Foca com aparelho acoplado na cabeça“Agora podemos medir partes do oceano que nunca pudemos medir antes”, diz Steve Rintoul, pesquisador da CSIRO, uma organização de da Austrália.

As 85 focas equipadas com o aparelho estão recolhendo dados sobre salinidade e mudanças de temperatura.

Elas já forneceram informações sobre as características de mais de 16 mil áreas congeladas.BBC

A Prefeitura de informou hoje que instalará até o fim do mês outras 59 câmeras na capital paulista para ajudar no combate à violência. De acordo com a assessoria da Guarda Civil Metropolitana (CGM), 96 ruas da capital são monitoradas por 40 câmeras em uso desde julho de 2007.

Apenas seis meses após as instalações, foi registrada uma diminuição de 15% no índice de violência nessas regiões.Segundo a CGM, as câmeras funcionam por meio de fibra óptica e estão espalhadas em diferentes regiões da cidade, algumas visíveis à população, outras não.

A Guarda Civil informou ainda que a Prefeitura pretende instalar mais 12 mil câmeras que deverão monitorar entradas e saídas do município, as principais ruas e avenidas, parques, além de escolas e equipamentos de postos de saúde. “As instalações serão feita, gradativamente, parte ainda este ano”, afirmou o assessor da Guarda Civil Francisco Pacala.

Ele negou que a CGM faça via satélite em favelas de , hipótese negada também pela Secretaria Municipal de Habitação. A assessora Gisleine Maria Caron informou que a secretaria apenas usou uma foto via satélite de 2003 para documentar a incidência de favelas na cidade.

Pesquisadores da área de querem que radares da Aeronáutica passem a monitorar a região de , a 562 km de , para verificar o que tem causado estranhas marcas, em formato circular de cerca de 60 metros de diâmetro, no perto do Rio Grande.

O fenômeno foi registrado no início desta semana.

Pesquisadores do Instituto de e Espaciais (Inape) estão preparando um relatório para a Aeronáutica sobre o que ocorreu na região.
Usando um GPS, aparelho de por satélite, o especialista do Inape, identificou as do local.
O ufólogo Jorge Néri deve concluir um relatório sobre o episódio até o final desta semana. O documento vai ser encaminhado à Aeronáutica, para um setor especializado na desse tipo de fenômeno.

O pesquisador descarta a possibilidade de as marcas terem sido causadas por um fenômeno natural.
O depoimento de Maurício Pereira da Silva, morador que contou ter visto um objeto não identificado sobre o , vai ser a principal informação no relatório preparado pelo especialista.

“Levantei 3h de sábado para domingo e escutei um barulho da cana quebrando. Falei ‘meu Deus, se for vento vai derrubar tudo’. Na hora que eu olhei para cima da cana eu observei [o objeto]. Explicar o jeito, a forma, o tamanho é difícil porque o susto é muito grande. A única coisa que você pensa é correr para dentro”.

Os pesquisadores Paulo César Rapassi e Maria José Antunes Francisco contam que já analisaram outras ocorrências perto de Votuporanga e que é o quarto ou quinto caso observado na região.

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