Diversas explosões atingiram a província de Xianjiang, no noroeste da China, informou a agência de notícias estatal chinesa Xinhua, citando que teriam visto labaredas de fogo e ouvido esporádicos depois disso.

As explosões ocorreram entre 16h20 e 17 horas (de Brasília) em Kuqa, uma grande no sul da província, de acordo com a Xinhua. A polícia isolou a área onde as explosões teriam ocorrido, disseram as .

Kuqa tem cerca de 400 mil habitantes e localiza-se a 740 quilômetros de Urumqi, a capital da província, que é de maioria muçulmana. No último dia 4, 16 policiais foram na região num suposto ataque .AE

Subiu para dez o número de durante operação policial no morro da Lagoinha, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. De acordo com a polícia, todos eram criminosos. O tiroteio começou à tarde, quando policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) checavam a informação de que havia no um caminhão com carregamento de cerveja roubado. Segundo a Polícia, duas equipes da delegacia ficaram encurraladas e pediram reforços. O inspetor Marcos Luiz Gomes Pinho, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Cores), foi ferido com um tiro de fuzil no fêmur, teve fratura exposta e foi socorrido de helicóptero para o Hospital Miguel Couto, na capital, segundo a polícia.

Cerca de 60 policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), da Core e dois helicópteros seguiram para o para dar apoio aos colegas encurralados, conforme a polícia. “Os marginais estavam muito bem armados, tinham fuzis, pistolas Uzi, armamento pesado mesmo. Nossa equipe ficou pelo menos dez minutos sob forte tiroteio”, disse o delegado Ronaldo Oliveira, titular da DRFA.

Na ação, quatro pessoas foram presas e oito motocicletas roubadas foram recuperadas. Drogas e armas foram apreendidas. Para a polícia, a favela contava com reforço de de Manguinhos, na zona norte do . Havia possibilidade ainda de o identificado por policiais apenas pelo apelido de Choque, do Complexo do Alemão, estar escondido no morro.

Protesto de moradores

Os dez corpos foram retirados do morro e levados para o Hospital . Moradores seguiram para a unidade e fizeram um protesto contra a operação policial. Cerca de 300 pessoas se concentraram na frente do hospital e forçaram as duas entradas do . Alguns chegaram até os corredores, mas foram expulsos por funcionários da unidade. Do lado de fora, na rua, outros manifestantes foram dispersados pela Polícia com gás de pimenta. Das onze pessoas feridas que o hospital recebeu, somente uma estava viva no começo da noite. Era Enéas Manoel Paixão, de 31 anos, atingido de raspão no pescoço. Seu estado de saúde era considerado estável.

Uma operação que envolveu policiais federais e resultou na de oito supostos assaltantes em Lajes () nesta sexta-feira(1). Um outro de envolvimento com o grupo foi .

Segundo a Secretaria da do Estado, da PF (Polícia Federal) apontavam que o grupo se preparava para assaltar uma agência do Banco do no município.

Todos os ocupavam uma caminhonete e, de acordo com a polícia, reagiram à operação. Houve perseguição e tiroteio em uma estrada na área rural. A secretaria informou que com o grupo foram apreendidos quatro fuzis, seis pistolas, três espingardas, granadas e grampos que seriam jogados para furar pneus de carros da polícia durante perseguição.

O homem seria o responsável por dar cobertura para a fuga do grupo. Os nomes dos e do ainda não foram confirmados. A polícia, no entanto, diz ter de que moradores de Pernambuco e da Paraíba integravam o grupo.

Cerca de 30 policiais –entre federais e do Bope ( de Operações Policiais Especiais, da PM)– participaram da operação. Nenhum ficou ferido.Folha Online
——————–
Notícias de :
Jandaíra - Janduís - Januá Cicco - Japi - Jardim de Angicos - Jardim de Piranhas - Jardim do Seridó - João Câmara - João Dias - José da Penha - Jucurutu - Jundiá Lagoa d’Anta - Lagoa de Pedras - Lagoa de Velhos - Lagoa Nova - Lagoa Salgada - Lajes - Lajes Pintadas - Lucrécia - Luís Gomes Macaíba - Macau - Major Sales - Marcelino Vieira - Martins - Maxaranguape - Messias Targino - Montanhas - Monte Alegre - Monte das Gameleiras - Mossoró Natal - Nísia Floresta - Nova Cruz Olho d’Água do Borges - Ouro Branco Paraná - Paraú - Parazinho - Parelhas - Parnamirim - Passa e Fica - Passagem - Patu - Pau dos Ferros - Pedra Grande - Pedra Preta - Pedro Avelino - Pedro Velho - Pendências - Pilões - Poço Branco - Portalegre - Porto do Mangue

A filipina Sulpicio Lines, dona do barco que naufragou sábado nas após a passagem do tufão “Fengshen”, informou neste domingo (22) que havia 845 pessoas a bordo, e não 747, como havia sido dito anteriormente. A informação é da agência Reuters.

O barco foi encontrado a três quilômetros da costa, virado de cabeça para baixo.

Seis corpos foram encontrados até agora, e há quatro sobreviventes que conseguiram nadar até ilhas próximas.

Segundo um porta-voz da guarda, os devem ter sido levados pela correnteza durante a tempestade. Há a expectativa de que existam mais sobreviventes em ilhas próximas. Havia no barco pelo menos 53 , 33 delas de colo.

“Fui informada de que o barco tem um grande rombo na parte central do casco, disse a prefeita de San Fernando, Nanette Tansingco, a uma rádio .

“Muitos de nós pularam, as ondas eram muito grandes, e a era forte”, disse a uma rádio um dos sobreviventes, identificado apenas como Jesse. “Houve apenas um anúncio pelo megafone, cerca de 30 minutos antes do barco virar. Imediatamente depois que eu pulei, o virou, e as pessoas mais velhas foram deixadas lá.”

O ‘Princess of Stars’ afundou no sábado (21), mas a guarda costeira foi incapaz de alcançá-lo por causa do mar agitado e do mau tempo causado pelo tufão. As autoridades haviam perdido contato com a barco à 0h de sábado, depois que ele havia zarpado da capital, Manila, rumo à ilha de Cebu, a 600 km.

Pelo menos três estão participando dos trabalhos de . Na segunda-feira, mergulhadores devem vasculhar o barco, que não tem sinais de vazamento de combustível.

Vários parentes das vítimas, alguns em lágrimas, lotaram o escritó da Sulpicio na de Cebu em busca de informação. O barco tinha para 1.900 pessoas.

“Meu pai era um dos passageiros. Até agora as notícias não são boas”, disse Lani Dakay. “Meu pai tem 59 anos, eu nem mesmo sei se ele consegue nadar.”

Se for confirmada a dos , este será o maior desastre marítimo no país desde dezembro de 1987, quando cerca de 4.400 morreram no sul do país depois que um barco chocou-se com um petroleiro.

233

O tufão já deixou pelo menos 233 em todo o país segundo o Conselho Nacional para a Coordenação de Desastres e a Cruz Vermelha.

As províncias mais afetadas são a de Iloilo e Mindanao. “Esse é o pior desastre que já tivemos na nossa história”, disse Neil Tupaz, governador de Iloilo.
Com de 120 km/h e seqüências de até 150, a tempestade mudou de trajetória de madrugada e se aproximou de Manila, onde arrancou árvores e causou cortes na energia elétrica em amplas áreas da zona metropolitana. Agora, ela ruma para o noroeste do país e, em seguida, deve partir para Taiwan, onde deve chegar em alguns dias, segundo a meteorologia.

Cerca de 20 tufões atingem as a cada ano. Em 2006, quatro tempestades de intensidade incomum alagaram várias regiões de Luzon com que deixaram mais de 1.300 , quase três milhões de e meio milhão de casas destruídas.

Com de Reuters, EFE e AP

O tenente Vinicius Ghidetti de Andrade Moraes, de 25 anos, mantém uma página no , é casado e tem um filho. No seu perfil da rede social, fala sobre as paixões. Diz que ama a farda, a verdade, a dignidade e o .

O já confessou à polícia ter comandado a entrega dos três jovens do Morro da Providência aos de um morro rival. Nesta terça-feira (17), na página, foi muito atacado em centenas de mensagens.

Os onze que participaram do crime cumprem temporária no de Polícia do Exército.

Nesta terça-feira, o delegado continuou a tomar os dos envolvidos para esclarecer a participação de cada um no .

Os ocupam o Morro da Providência desde o fim do ano passado. Com a dos rapazes, a presença deles no está sendo questionada. A Defensoria da União, no , vai entrar com uma ação civil pública pedindo a retirada do Exército do Morro da Providência, com base na Constituição. A lei não prevê participação do Exército na pública.

Em nota divulgada nesta terça (17), o Exército afirma que a presença no morro não é uma operação em prol da pública, que necessite de determinação da presidência da república e de aprovação no congresso nacional. Mas sim uma ação subsidiária, permitida pela Constituição, com o objetivo de revitalizar moradias.

O da , Nelson Jobim, veio ao acompanhar as .
Participou de uma reunião no Comando do Leste. Depois, foi ao Morro da Providência. Caminhou pelas ruas da comunidade e se encontrou com parentes dos jovens .

O pediu desculpas às famílias.

“Vamos deixar bem claro a indignação do governo, a indignação de todos nós. Agora, o que não podemos é confundir o fato que aconteceu com a ação do Exército e com as obras que estão sendo realizadas aqui”, disse o Nelson Jobim.

O da , Tarso Genro, tem uma diferente.

“O Exército estava dando proteção para as pessoas que estão trabalhando e aí ocorreu essa que é absolutamente lamentável. Isso comprova uma visão, que é a visão do presidente, que é majoritária em toda a sociedade, de que as Forças Armadas não são aptas para tratar da pública”, disse Genro.

O que garantiu a presença dos no Morro da Providência foi um acordo firmado entre os Ministérios da e das . Os foram convocados para ajudar num projeto de reforma das casas, chamado Cimento Social, idealizado pelo senador Marcelo Crivela, pré-candidato à prefeitura do .

As forças de americanas fizeram uma incursão hoje em uma casa afegã perto da fronteira com o em que seis pessoas foram mortas. Segundo eles, moravam no pessoas encarregadas de fabricar bombas.

Três homens, duas e uma mulher foram , segundo funcionários afegãos. Uma das vítimas trabalhava como guardião da fronteira, patrulhando a região de Khost, entre o e o .

O porta-voz do governo de Khost, Khibar Pashtun, confirmou as mortes. Muitos moradores do vilarejo se reuniram, ao amanhecer, e protestaram contra a incursão, gritando slogans antiamericanos. Um comunicado da coalizão informa que os militantes atiraram nas tropas, que responderam matando “vários militantes”.

Uma mulher e uma criança que estavam em um dos prédios em que os militantes estavam atirando também foram , apontava o texto. Não havia explicação para a diferença no número de mortes entre os dados dos funcionários afegãos e os da coalizão.

O governador da província de Khost, Arsallah Jamal, já havia anteriormente pedido às forças dos Estados Unidos que procurem o auxílio afegão antes de lançar ataques à noite. Isso “reduziria os erros”, segundo Jamal. Em 2002, o presidente Hamid Karzai publicamente acusou as forças estrangeiras de excesso em suas operações antiterror. Os EUA alegam ter modificado suas táticas para diminuir as mortes de civis.

Clicky Web Analytics