Um estudo realizado por pesquisadores húngaros sugere que as têm tendência a escolher parceiros parecidos com seus pais fisicamente.

A , publicada na revista especializada Proceedings of the Royal Society Biological Sciences, diz que também os homens preferem que se assemelham às suas mães.

O estudo realizado por especialistas da de Pécs pretende dar novas evidências de um fenômeno conhecido como “impressões sexuais”.

Nos testes, os pesquisadores húngaros mediram as feições de 312 pessoas de 52 famílias e compararam com os de seus parceiros.

Eles encontraram semelhanças significativas entre os traços faciais de genros e sogros, especialmente na região central do rosto, que compreende nariz e .

As noras também tinham feições parecidas com as de suas sogras, principalmente na área dos lábios e .

“Nossa sustenta a hipótese das impressões sexuais, segundo a qual as crianças moldam um de seus pais e buscam um parceiro que se encaixe nele”, disse o coordenador da Tamas Bereczkei.

Estudos anteriores haviam sugerido que podem usar seus pais como padrão para escolha de seus parceiros mesmo quando elas são adotadas, o que sugere que a influência é determinada pela convivência e não pelos genes.

Esta conclusão levou a uma outra , que indicou que “as impressões sexuais” se perdem quando não têm bom relacionamento com seus pais.BBC

Policiais do Tático Ostensivo Rodoviá (TOR) da 5ª Cia. do 2º Batalhão da Polícia Rodoviária realizavam, por volta das 3h50 de ontem (13), uma ação de combate ao narcotráfico e demais ilícitos penais. Ao vistoriar um ônibus que trafegava pelo km 616 da , os patrulheiros localizaram 24,750 Kg (divididos em 18 tabletes) de escondidos em duas bolsas – pertencentes a N.F.G., de 26 anos, e K.A.M.G., de 31.

A estava envolta em fita adesiva e cada mulher levava a sua parte dentro de uma bolsa – colocada aos pés das passageiras. Cada mulher assumiu a responsabilidade por sua respectiva bolsa e transportada. O entorpecente seria entregue em : nas estações da Luz e na Barra Funda.

A recebeu voz de pelo crime de tráfico de e foi encaminhada ao 1º Distrito Policial de Presidente Venceslau. Em seguida, as foram encaminhadas à Cadeia Feminina de Santa Anastácia, onde permanecerão à disposição da .SSP

A estréia da moda na 25ª Fashion Week (SPFW) ocorreu hoje com o desfile da pernambucana . A estilista Tininha da Fonte mostrou na coleção de verão 2009 elementos do universo selvagem, com estampas de folhas, camuflados e animais. A cartela de veio repleta de verde , açaí, e . As tonalidades típicas da foram mescladas com os tons neutros, como preto, marrom, branco e bege.

A da mulher foi representada pelos drapeados, bordados, e . O biquíni é a peça principal da coleção, segundo Tininha, e o sutiã absorveu a força e veio com faixas, triângulos e alças mais largas. “Quis retratar uma mulher forte e guerreira”, disse a estilista nos bastidores ao final do desfile. “As não estão preocupadas em se queimar com alças largas, pois usam protetor solar.” Já as calcinhas surgiram com corte e a maioria com estampas lisas.

Vestidos - longos e curtinhos -, shorts e macaquinhos vieram à com soltos, como o algodão de egípcio, a e o jersey com elastano. “As formas das peças estão totalmente democráticas”, afirmou Tininha. Os acessórios também marcaram presença na coleção, nos pulsos e pescoços, feitos de osso de bode. Os braceletes e pulseiras tinham formato de girafa, pavão e onça.AE

tornou-se uma espécie de santuá natural para o qual migram de todo o País e até do exterior com problemas para engravidar, na busca das mais modernas clínicas de fertilização . Elas chegam por aqui, ficam em média oito dias e saem “mães”.

O tempo é suficiente para receberem altas doses de hormônio e estimularem a ovulação, retirarem os óvulos, fecundá-los e, depois, introduzirem pelo menos três no útero. Para uma única tentativa, deixam cerca de R$ 15 mil na capital, entre despesas médicas e de hospedagem. Deixam também histórias de sacrifícios em nome da maternidade. Muitas desfrutam da sensação de ter um embrião no útero por poucos dias e não conseguem segurar a .

Segundo o diretor do escritó brasileiro da Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida (Rede Lara), Assumpto Iaconelli, o tem cerca de cem clínicas de fertilização, quase a metade na Região Metropolitana de , com algumas localizadas em cidades do interior do Estado. “Recebemos de outros países, principalmente africanas”, afirma Iaconelli. é atraente para estrangeiras por razões econômicas. Para um leigo, R$ 15 mil investidos em uma única tentativa pode parecer caro, mas em países como os Estados Unidos custa o triplo. “Tudo é feito de que a mulher fique o menor tempo possível na cidade”, explica o especialista.

Roger Abdelmassih é um desses profissionais da fertilização que mais atraem candidatas à maternidade. Segundo ele, entre 60% e 65% das pacientes que atende por mês são de fora da cidade de . Abdelmassih faz 150 fertilizações (ou “ciclos”, como ele fala) por mês. “Não precisa ficar mais do que um dia após a fertilização. Pode pegar avião, tudo”, diz. Maternidade é estatística para esses profissionais. Em pelo menos metade dos casos, a fertilização pode não dar certo, se feita em ou no Chuí. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Com vinheta tendo ao fundo a música Admirável Gado Novo, do cantor Zé Ramalho, toda semana, os moradores do município paulista de , sabiam que começava um programa de feito de dentro do presídio feminino da cidade.

A de ultrapassar os muros que cercam o Presídio Feminino do município possibilitou novas perspectivas de vida para as detentas. O programa Povo Marcado funcionava assim: uma equipe, formada pelos coordenadores, cuidava da produção fora do presídio.

A outra era composta pelas próprias presas, e cuidava dos detalhes quando o programa ia entrar no ar. Ele era veiculado por duas rádios comunitárias locais e uma parceria com a Câmara dos Deputados garantia a distribuição para qualquer emissora do , por meio da Câmara.

Vitória se encarregava da apresentação. Ex-operadora de telemarketing, aos 23 anos, está presa há um ano e meio e participava do programa desde que chegou na .

“Minha vida melhorou bastante. É até uma de a minha família ter mais contato comigo. Para as demais [detentas], também. Foi uma de melhorar a nossa auto-estima”, avalia.

Mas o programa Povo Marcado saiu do ar e, se vai voltar, ainda não se sabe. É que, em 14 de dezembro do ano passado, elas promoveram uma rebelião que durou pouco mais de 12 horas. As transmissões foram suspensas.

Elas pediam a transferência de presas, que superlotavam o local. Idealizada para abrigar apenas 48 , a cadeia tinha cerca de 215. Antes da rebelião, o secretá de do município, Werinton Kermes, que idealizou e coordenava o programa, explicou a situação do presídio feminino de .

“É uma diferença muito grande no número da capacidade e o de presas que ela [a cadeia] abriga. Isso causa muitos problemas para a cidade, por estar localizada no centro, e a gente, constantemente, assistia a rebeliões, queima de colchões, protestos de familiares. A secretaria de de começou a pensar de que ela poderia incluir ações culturais para que a vida dessas encarceradas pudesse se tornar algo pelo menos suportável”, contou.

A superlotação sempre foi um problema por ali e o programa, segundo o secretá de e as próprias presas, ajudava a evitar conflitos e até mesmo rebeliões, que são pouco comuns entre as detentas.

Suspenso e sem prazo para voltar ao ar, o programa Povo Marcado foi o canal para que as presidiárias pudessem expressar a realidade interna das penitenciárias femininas, a mesma constatada por levantamentos do Instituto de Defesa do de Defesa (IDDD), detalhados pela coordenadora do núcleo fixo da instituição, Luciana Zafalon.

“Hoje nenhuma espécie de é assegurado de hegemônica no sistema carcerá. No caso específico de visita íntima, para as , é um que é tratado como liberalidade, o que é inadmissível. A gente [ainda] tem um déficit muito grande de vagas de remunerado, e há que se esperar que o e a presa tenham condições de trabalhar”, cita.

O Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as é um projeto da Secretaria Especial de Políticas para as (SPM), que articula entre os ministérios a distribuição de R$ 1 bilhão de reais a serem gastos entre 2008 e 2011. Um dos pontos principais do pacto é a promoção dos humanos das em situação de . Em reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerá em dezembro do ano passado, a ministra da SPM, Nilcéa Freire explicou como deve ser a distribuição da verba.

“Eles [os recursos] serão investidos a partir da cooperação com os governos estaduais. Cada governo que adere ao pacto formula um projeto integral para o estado, de acordo com os governos municipais, e nós financiaremos”, disse a ministra, explicando que, para cada área contemplada pelo pacto, há uma diferente de repasses.

A organização não-governamental Grupo de da Feminina lança hoje (24), em , um catálogo com o perfil da mulher no mercado de . Os dados foram recolhidos da comunidade do Córrego do Euclides, no Alto José Bonifácio.

No lançamento haverá uma conversa com representantes da Coordenadoria da Mulher do , da Secretaria de Humanos, e as da comunidade, às 16h, na sede da Feminina, Córrego do Euclides.

A última nacional de emprego e desemprego realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que a mulher negra sofre discriminação no mercado de .

As negras não só estão em desvantagem em relação à população não-negra, como também recebem menores salários e enfrentam maiores índices de desemprego quando comparadas com os homens negros.

apareceu no estudo como a capital da desigualdade, apresentando a segunda maior taxa de desemprego, o mais alto percentual de assalariadas sem carteira de e o menor rendimento das negras entre as capitais pesquisadas.

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