A Prefeitura promete realizar uma força-tarefa para garantir a restrição aos caminhões que começa a valer na segunda-feira. O motorista que desrespeitar as novas regras corre o risco de perder a carteira de habilitação em um só dia. As serão cumulativas e, segundo o secretário de , Alexandre de Moraes, passarão a valer desde o início da medida, que pretende tirar em um mês 85 mil caminhões das ruas da cidade e melhorar a fluidez em até 17%.

Para cumprir tudo isso, a Prefeitura anunciou ontem um plano de . Com o auxílio da Polícia Militar, 501 agentes de trânsito da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) terão como prioridade fiscalizar os caminhões - 200 fiscais foram remanejados da Zona Azul. Os marronzinhos ficarão distribuídos em 51 pontos fixos e também farão rondas com as 50 motos e 50 viaturas que estarão disponíveis para essa operação. Além disso, haverá blitze regulares em quatro locais, que serão alterados diariamente. “O esquema evita rotas de fuga”, disse o secretário municipal de , Alexandre de Moraes.

A secretaria informou ainda que utilizará 51 câmeras de monitoramento e 60 radares de Leitura Automática de Placas (LAP) que estão em processo de licitação. Moraes garantiu ainda que a do trânsito na cidade não ficará comprometida porque, mesmo os marronzinhos dessa operação vão manter as funções originais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis () aplicou com valor total que ultrapassou R$ 3 milhões em Tailândia, no Pará, até ontem, segundo balanço divulgado hoje pela Polícia Federal (PF). Durante a Operação Arco de Fogo, iniciada no dia 25 na cidade para conter o da Amazônia, a PF apreendeu 4,9 mil m³ de madeira, 845 metros de carvão, 13 motosserras, dois tratores, um caminhão e equipamentos de serraria. Nove estabelecimentos também foram interditados.A PF instaurou dois inquéritos e seis termos circunstanciados, voltados para a apuração de crimes menores. Durante a ação, que também conta com agentes da Força Nacional de Segurança (FNS), 415 carvoarias terminaram derrubadas.

Sessenta delas foram destruídas pelos próprios donos, que, com isso, pretendiam evitar problemas com a .

Estima-se que esses fornos consumiam mais de 11.600 árvores de porte médio em um mês. Segundo a PF, as madeiras mais encontradas são das espécies ipê, angelim vermelho, maçaranduba, melanciero, guajará, louro, taxi, pequiá e tatajuba.

Clicky Web Analytics