O Friboi anunciou hoje a compra de três frigoríficos no exterior, no total de US$ 1,275 bilhão. Foram compradas a Tasman, por US$ 150 milhões; a National Beef, com sede em Delaware, nos Estados Unidos, por US$ 560 milhões; e a também norte-americana Smithfield Beef Processing, por US$ 565 milhões.

As aquisições fazem parte da estratégia de globalização do Friboi, iniciada em julho de 2007 com a aquisição da Swift. A companhia busca construir uma sustentável plataforma de abate, produção e comercialização de carne nos Estados Unidos e na Austrália.

A Tasman atua no abate, processamento e comercialização de carne bovina e de animais de pequeno porte. Possui seis unidades de abate e uma de confinamento, com capacidade para 25 mil cabeças de gado e 45 mil cabeças de ovinos. Em 2007, a Tasman obteve receita líquida de aproximadamente US$ 464,7 milhões, processou 2,7 milhões de bovinos e animais de pequeno porte.

O valor da aquisição, que ainda está sujeita à aprovação de autoridades governamentais, será pago integralmente em dinheiro. Do total de US$ 150 milhões, US$ 50 milhões referem-se à dívida da companhia que serão assumidas pelo Friboi.

Com a norte-americana National Beef, o Friboi adquire três unidades de abate de bovinos, duas de processamento de cortes de carne embalados e customizados e outra especializada em produtos porcionados para estabelecimentos comerciais e consumidor final, além de uma transportadora, com cerca de 1.200 veículos entre transporte refrigerado e de gado vivo. No ano passado, a National Beef obteve receita líquida de US$ 5,6 bilhões e processou 3,9 milhões de cabeças de gado.

Dos US$ 560 milhões que serão pagos pela National Beef, cerca de US$ 465 milhões serão honrados em dinheiro e aproximadamente US$ 95 milhões em ações de emissão do Friboi. A companhia brasileira deverá ainda assumir as dívidas e outros passivos da National Beef, resultando em um valor de firma (enterprise value) de aproximadamente US$ 970 milhões.

A Smithfield Beef Processing concentra a unidade produtora de carne bovina da Smithfield Foods, Inc. Possui quatro unidades de abate de bovinos, uma graxaria, uma unidade de confinamento e uma transportadora. Estão excluídos da aquisição da Smithfield Beef os estoques de gado vivo, mantendo-se, entretanto, a prestação de serviço do processo de engorda pelo Friboi.

A Smithfield Beef Processing processa aproximadamente 680 mil toneladas de carne bovina in natura por ano e, no período de doze meses encerrado em outubro de 2007, obteve receita líquida de aproximadamente US$ 2,8 bilhões e processou aproximadamente 1,9 milhão de cabeças de gado. O valor da aquisição, neste caso, será pago integralmente em dinheiro.

A partir de hoje (1º), os servidores públicos federais que fizerem empréstimos consignados, aqueles com desconto na folha de pagamento, terão no máximo cinco anos para pagar as dívidas. O prazo foi determinado por um decreto publicado na noite de ontem em edição extra do Diário Oficial da União.

Pelas regras atuais, não há prazo estabelecido para o pagamento desse tipo de empréstimo, mas um limite de 60 meses está previsto em um acordo firmado entre o Ministério Público e os bancos oficiais. As instituições financeiras terão 180 dias para se adaptar às novas regras, mas nenhum novo empréstimo poderá ser feito sem atender às exigências do decreto.

Outra mudança é que agora os empréstimos poderão ser feitos também por bancos privados, além dos bancos oficiais, caixas econômicas, cooperativas de créditos e entidades de previdência.

O decreto 6.386 não estabelece um limite para os juros que poderão ser praticados nos empréstimos consignados, mas prevê que o Ministério do Planejamento vai definir este valor. Hoje, as taxas são determinadas por convênios firmados com os bancos oficiais.

O novo decreto também estabelece que as entidades que concedem os empréstimos serão obrigadas a publicar na , até o fim de cada mês, as taxas máximas de juros e encargos que serão praticadas no mês seguinte.

Apesar de atualmente não haver um limite de juros para empréstimos a servidores, eles têm ficado no mesmo patamar cobrado de aposentados e pensionistas, 2,64% ao mês, de acordo com o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira.

A margem total dos créditos com desconto em folha permanece em 70% do valor do salário do servidor, sendo que as consignações facultativas – nas quais se incluem os empréstimos, além de planos de saúde e mensalidades de sindicatos e associações, por exemplo – não podem ultrapassar 30% do salário.

Pelas regras antigas, existia uma prioridade de categorias de operações que deviam ser excluídas do sistema de consignação caso o valor excedesse o limite de 30%. Agora, será por “ordem de chegada”. Se passar de 30%, as operações excluídas serão as mais recentes.

Só poderão descontar suas mensalidades no contracheque do servidor as associações que existam há pelo menos dois anos, que contem com no mínimo 700 associados ou tenham 90% de servidores de uma determinada carreira ou categoria. O recadastramento das entidades será anual.

O novo decreto também estabelece penalidades às consignatárias e aos servidores. No caso de desconto indevido, elas terão três dias para comprovar a regularidade do desconto e, se for considerado indevido, os recursos deverão ser devolvidos em 30 dias, integralmente. Os servidores, se cometerem irregularidades, também podem ficar impedidos de fazer novas consignações por até cinco anos.

Segundo o Ministério do Planejamento, em 2007 foram registradas mais de 36 milhões de operações de consignação no país, quase 11 milhões a mais que em 2006. A movimentação média é de cerca de R$ 400 milhões por mês.

Atualmente, existem 1.083 entidades autorizadas a realizar operações de consignação na folha de pessoal dos servidores do Poder Executivo. O número é menor que o de 2006, quando havia 1.360 entidades, porque o Ministério do Planejamento fez um recadastramento, retirando 260 consignatárias do sistema por irregularidades ou falta de documentação.

No início de janeiro, o governo já havia determinado mudanças para o empréstimo consignado concedido a aposentados e pensionistas.

O maior investidor do surpreendeu o mercado financeiro nesta sexta-feira (29/02) ao anunciar que sua companhia lucrou US$ 2,3 bilhões apostando no real contra o dólar. Ele não tem no e não se sabia que fosse familiarizado com os movimentos da moeda brasileira.

Foi o único investimento cambial que a Berkshire Hathaway fez no ano passado. Buffett anunciara na carta aos acionistas em 2007 que estava comprando uma moeda estrangeira, mas não informou qual era. Os palpites do mercado apontavam para o won coreano, mas estavam erradas. Na verdade Buffett comprava reais desde 2002.

“Só tínhamos uma posição cambial em 2007. Ela era em – segurem a respiração – reais brasileiros”, escreveu. “Até bem pouco tempo trocar dólares por reais era impensável. Cinco versões da moeda brasileira viraram confete no século passado. Mas de 2002 para cá, o real subiu e o dólar caiu todos os anos”, afirma na página 17 da sua carta aos acionistas, publicada às 18:30 de sexta-feira, dia 29/02.

Em 2007, a cotação do dólar recuou 17,2% em relação ao real. “Os brasileiros que compraram dólares para se proteger perderam metade da sua renda líquida nos últimos cinco anos”, diz Buffett.

Sua carta é a parte mais aguardada de sua prestação de contas anual aos acionistas da Berkshire Hathaway, a de dirigida por ele e por seu discreto sócio, Charles Munger. Não é à toa que, quando eles falam, o mercado inteiro pára para ouvir. Desde 1964, as ações da Berkshire valorizaram 400, 86%. Conhecidas por seu tom pitoresco e bem humorado, as cartas de Buffett falam do desempenho dos realizados no ano anterior, sucessos e fracassos de Buffett e comentam o movimento geral dos mercados financeiros e da mundial.

O episódio das hipotecas de alto risco (subprime) é resumido numa frase direta e bem-humorada. “Você só descobre quem estava nadando pelado quando a maré abaixa”. O comentário direto e bem humorado reflete a essência de uma tradição inaugurada por Buffett em 1970: abrir o relatório anual de sua , a Berkshire Hathaway, com uma extensa missiva, em que ele fala tudo que sente vontade.

A edição de 2008 vinha sendo aguardada com ansiedade, não apenas pelas críticas que certamente viriam aos bancos pelo episódio do subprime, mas principalmente pelas notícias relacionadas à sucessão de Buffett. Embora tenha satisfeito a primeira expectativa, deixou no ar o nome do homem que o substituirá à frente das decisões de investimento. Ele diz que o conselho conhece os nomes de quatro fortes candidatos que podem assumir o posto e encerra com um gracejo. “Eu relutei, mas acabei por descartar a possibilidade de continuar a gerir o portifólio da Berkshire depois da minha morte. E, com isso, abandonei a esperança de dar um novo significado à expressão ‘pensar fora da caixa’”.Época

Pelo menos na hora do almoço, representantes dos dois maiores compradores de carne do , União Européia e Rússia, receberam tratamento diferente ontem, em Brasília. Enquanto o chefe do Serviço Veterinário e Fitossanitário da Rússia, Sergei Dankvert, e uma comitiva de 11 representantes do governo russo almoçavam com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e com sete técnicos do ministério numa das mais caras churrascarias de Brasília, dois técnicos da missão européia tiveram um almoço bem mais simples, no restaurante por quilo do ministério, que fica no andar térreo do prédio anexo.

>Na hora do almoço, os russos puderam experimentar uma variedade de saladas e outros pratos do cardápio, incluindo vários cortes nobres de carne.
A carne, principalmente a suína, é o produto mais vendido pelo para os russos. O ministro Reinhold Stephanes fatiou e serviu um pedaço de picanha para Dankvert, que tem status de ministro em seu país.

>Os europeus, por sua vez, não desfrutaram de tanta regalia e tiveram de pegar fila, se servir e esperar para que uma das atendentes do restaurante pesasse suas refeições, para só depois almoçar.
No restaurante do ministério, os europeus puderam experimentar estrogonofe de carne, filé de frango ou costela de boi assada, além de saladas, arroz, feijão e sobremesas. Eles pelo menos não pagaram pelo suco. Um copo, no restaurante do ministério, é brinde da casa.

Na churrascaria onde o ministro e os russos almoçaram, cada copo de suco custa cerca de R$ 8. A diferença entre os cardápios pode ser avaliada pelo preço: R$ 68 por pessoa na churrascaria e R$ 9,22 por quilo no restaurante do ministério. A assessoria de imprensa do ministério informou que a almoço oferecido à comitiva russa foi pago pela Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

A Vale e a Xstrata estão mais perto de fechar o negócio que criará a maior de mineração do , segundo uma reportagem publicada ontem pelo jornal britânico Sunday Times.

Na semana passada, o jornal O Estado de S. Paulo publicou uma reportagem informando que a Vale havia feito uma nova oferta para comprar a Xstrata, depois da primeira proposta ter sido rejeitada pela mineradora anglo-suíça. Ontem, citando fontes ligadas a bancos, o Sunday Times afirmou que a Vale teria colocado na mesa uma oferta de US$ 90,52 por ação (o equivalente a 46 libras esterlinas).

Um acordo a esse preço daria à Xstrata um valor total de US$ 86,58 bilhões. As ações da mineradora fecharam a semana a US$ 78,71 cada (40 libras). Esse havia sido o valor da primeira oferta da Vale, feita há cerca de um mês.

As fontes disseram ao jornal britânico que, embora não haja certeza que o negócio será fechado, existe a possibilidade de as empresas chegarem a uma conclusão ainda no início desta semana. O prazo final para que a Vale apresente sua oferta é 21 de março. A Xstrata não confirma a informação. Apenas dá a resposta padrão de que não vai comentar rumores de mercado.

A Vale planeja oferecer uma combinação de dinheiro vivo com oferta de ações próprias. A Glencore, grupo de comercialização de metais e um dos maiores acionistas da Xstrata, ainda se mostra receosa de aceitar uma quantidade muito grande do pagamento em ações. Esse é um dos fatores que dificultam as negociações. A Glencore também quer assegurar direitos de comercialização da produção de níquel do grupo.AE

Uma possível fusão da de (Bovespa) com a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) seria muito positiva não só para o investidor em ações dessas empresas, mas também para o mercado de ações em geral, segundo analistas, pelo incremento de investimento externo, crescimento do mercado local e oferta de novos produtos financeiros.“O investidor teria ações de uma nova com grande volume de e forte valor de mercado, pronta para a internacionalização”, diz Alcides Leite, professor de Mercado Financeiro da Trevisan Escola de .

Como , a nova bolsa tenderia a apresentar bons resultados financeiros, porque se beneficiaria de aumento de receitas e redução de custos. Do lado das receitas, o volume aumentaria com o crescimento da participação de investidores externos e locais. “O mercado tende a evoluir, porque o número de empresas listadas em bolsa hoje ainda é pequeno e há concentração de em grandes companhias”, diz Leite. “Em vez de competir, as duas bolsas vão somar forças”, acredita Carlos Manuel Pereira, analista da Lopes Filho e Associados Consultores Financeiros. “Uma bolsa mais forte atrairia ainda mais a atenção do exterior.”

Investimento

Analistas são unânimes em afirmar que o investidor que tinha visto este ano seu investimento em ações da BM&F desabar 36,67% e da Bovespa, 29,36% até terça-feira, deve manter o papel em carteira, mesmo depois da alta de 10,19% da Bovespa e de 15,41% da BM&F ontem. “Há espaço para mais valorização desses papéis”, diz Leite.

O consultor financeiro Marcos Crivelaro também é da opinião que o investidor não deve desfazer-se agora dos papéis da Bovespa e da BM&F. “Só se estiver precisando de dinheiro, senão, é melhor aguardar.” Ele lembra que, no lançamento no último trimestre, esses foram papéis que se valorizaram bastante e depois sofreram quedas fortes. “Agora, com essa notícia, eles tendem a buscar um preço mais justo”, observa.

O edital do processo de privatização da Companhia Energética de (Cesp) será divulgado na próxima segunda-feira (dia 25), e o está agendado para o dia 26 de março.

O governo do Estado de aprovou um preço mínimo unitário de R$ 49,75 pelas ações da Cesp que integrarão o de privatização da . O valor supera em 38,2% o fechamento de ontem dos papéis ordinários (ON) da geradora em mercado (R$ 36 a unidade). Em relação às ações preferenciais classe B (PNB’s), cotadas a R$ 45,80 pelo fechamento de ontem, o prêmio é de 8,6%. Em comunicado, a informou que a venda dos papéis no será em bloco único.

Recentemente, o Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização (PED) aprovou a venda de 78,68% das ações ON da Cesp detidas pela Secretaria da Fazenda de , além da alienação de 3,34% dos papéis PNB. Com isso, mesmo após a conclusão do processo de privatização da estatal paulista, o governo de ainda deterá, por meio da Fazenda, 15% das ações ON da geradora.

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, anunciou hoje a aplicação de uma multa de R$ 47,3 mil à PepsiCo do Ltda. A companhia foi punida pela redução da quantidade de 250 ml para 200 ml do produto “Toddy Pronto“.

Segundo o DPDC, a redução de quantidade do produto ocorreu sem a devida informação “ostensiva e destacada” aos consumidores, como determina o Código de Proteção e Defesa do Consumidor (CDC). Essa prática é conhecida como maquiagem de produtos.

Para o diretor do DPDC, Ricardo Morishita, a informação sobre as mudanças no produto deveria ser passada com o mesmo destaque dado para o peso líquido do produto.

“É importante ressaltar que quando a informa de maneira ostensiva ela está falando ao consumidor, sem que ele faça qualquer esforço, para entender a mensagem. O consumidor deve estar sempre atento às alterações do rótulo, cores e dizeres da embalagem”, afirmou o diretor.

A publicação da decisão no Diário Oficial da União deverá acontecer amanhã. A ainda poderá apresentar recurso à Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça. Segundo o Código, a maquiagem de produtos pode ser punida com multas de até R$ 3 milhões.

Em uma declaração publicada no blog da neste domingo, o vice-presidente para o Desenvolvimento Corporativo e conselheiro jurídico do Google, David Drummond, criticou a oferta de compra do Yahoo! Inc. pela Microsoft.

Segundo Drummond, “a oferta hostil da Microsoft” vai contra os princípios da de abertura e inovação.

No comunicado, ele declarou ainda que a compra poderia representar uma tentativa da Microsoft de exercer a mesma influência que já tem no mercado de computadores, no futuro da . “A Microsoft sempre buscou estabelecer monopólios e alavancar seu domínio em mercados novos e adjacentes”, escreveu Drummond.

A oferta da Microsoft, de US$ 44,6 bilhões (R$ 78 bilhões) foi anunciada na sexta-feira. A quantia representa um valor 62% maior que a última avaliação das ações do portal, de US$ 19,18 (R$ 33,5). O Comitê Judiciário do Congresso dos Estados Unidos irá investigar o impacto da compra do Yahoo! pela Microsoft no mercado em uma audiência na próxima sexta-feira.BBC

A oferta de US$ 44,6 bilhões feita pela Microsoft para compra do Yahoo pode significar uma mudança no modelo de da gigante de Redmond. A afirmação foi feita por analistas ouvidos pelo jornal americano The New York Times.

Acostumada a desenvolver internamente suas soluções para as diversas vertentes do digital, a possível compra do Yahoo é encarada pelo mercado como um reconhecimento da incapacidade da Microsoft para alavancar seus na , diz a reportagem.

Uma prova disso é que o presidente-executivo da , Steve Ballmer, não se referiu ao Google pelo nome na apresentação da proposta de compra, na sexta-feira. A concorrente foi apenas referida como “a líder de mercado” pelo executivo, conhecido como um competidor feroz e para quem “a falha nunca é uma opção”, ressaltou o texto do NYT.

“Se não começamos uma coisa direito, vamos ficar apenas correndo atrás, correndo atrás e correndo atrás”, disse Ballmer em uma entrevista anterior.

Analisando a declaração, o jornal afirma que a compra do Yahoo é uma tácita, embora difícil, admissão de que a Microsoft não fez seus online de forma apropriada.

Com a aquisição, a de Redmond buscaria, segundo analistas, reduzir a diferença para o Google, que hoje é de um faturamento, no último trimestre, de US$ 863 milhões para US$ 4,8 bilhões da concorrente. A incorporação do Yahoo levaria a Microsoft a um faturamento combinado de US$ 2,6 bilhões, ainda muito atrás, mas com uma margem bem inferior.

“Isso mostra o quanto assustada a Microsoft é pelo Google”, disse Davir Yoffie, professor da Universidade de de Harvard. “A Microsoft já tinha enfrentado competição antes, mas nenhuma do tamanho, força, lucratividade e ‘momento’ como o Google”, completou.

Com esse dado, analistas afirmam que, embora dispendiosa, a oferta de US$ 44,6 bilhões da Microsoft pelo Yahoo é valiosa para reduzir a diferença de terreno para o Google, embora analistas de Wall Street percebam que a gigante de Redmond ainda está muito atrás quando se trata da marcha para o futuro da . Terra

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