O gerente-geral da Unidade de da Bacia de da Petrobras, José Luiz Marcusso, afirmou hoje que está em desenvolvimento um plano para escoar o gás natural a ser extraído da Bacia de . “Devemos concluir o ainda este ano”, disse. O executivo afirmou que ainda é cedo para afirmar qual solução será adotada para trazer o gás dos campos de e Júpiter, que estão no mar na região da camada pré-sal da Bacia de e distantes cerca de 300 quilômetros da costa do Rio de Janeiro.Até o momento, o único modelo definido é o da produção de gás de Mexilhão, Tambaú e Uruguá - a de Mexilhão receberá o gás desses dois campos. A partir disso, a produção dos três campos segue através de um que se conecta à Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato, em Caraguatatuba (litoral norte de ), que processará o insumo e distribuirá para a rede de transporte.

O executivo disse que várias há possibilidades. Entre elas, a ampliação da unidade Monteiro Lobato, o transporte via gás natural liquefeito (GNL) ou gás natural comprimido (GNC) e a definição de novos pontos de captação na costa, ou seja, a construção de outras unidades de tratamento de gás.

“Não é correto do ponto de vista estratégico concentrar toda a produção do gás para Monteiro Lobato”, justificou Marcusso. O executivo afirmou que a construção de dutos ligando e Júpiter à costa é algo viável tecnicamente. “Um é viável tecnologicamente. Temos que tomar alguns cuidados, como a extração de gás carbônico (CO2) na origem”, disse.

A Linhas Aéreas Inteligentes (Glai), holding controladora da e da , anunciou hoje a ampliação de uma encomenda de aeronaves da americana , modelo 737-800 New Generation (NG), de 121 para 161 unidades, que deverão ser entregues entre 2012 e 2014. Além de exercer o pedido firme de 34 aviões, negociados em outubro de 2006, a holding assinou novo contrato para a aquisição de mais 40 unidades do 737-800 NG. Read more

A Petrobras informou que foi descoberto no bloco PM-S-21 em águas profundas da Bacia de . A é operadora do bloco, com 80% de participação no consorcio com a Galp Energia. Read more

O da Bolívia, Evo Morales, disse hoje (17) que a retomada dos da Petrobras na Bolívia acaba com “qualquer suscetibilidade” entre os governos e as Read more

A taiwanesa China Airlines anunciou hoje que seu conselho aprovou a assinatura de uma carta de intenções com a Airbus para comprar 20 unidades do novo modelo A350-900. A transação tem um valor total estimado em US$ 4,2 bilhões. Read more

Após anúncio de megacampo, valor de mercado da atingiu US$ 221,9 bilhões.
Em valor, estatal fica atrás apenas da Exxon Mobil, General Electric, Microsoft e AT&T.

A forte alta registrada pelas ações da P etrobras na quinta-feira (8), após o anúncio da descoberta de uma gigantesca reserva de e gás, alçaram a companhia à condição de quinta maior em valor de mercado entre as empresas de capital aberto de toda a América e à primeira da América Latina.
Segundo cálculos divulgados nesta sexta-feira (9) pela de consultoria Economática, o valor de mercado da Petrobras no fechamento da quinta (8) chegou a US$ 221,9 bilhões, fazendo com que a saltasse do nono para o quinto lugar entre as empresas mais valiosas da América.

A Petrobras planeja iniciar a produção em suas três usinas iniciais de , localizadas em Minas Gerais, Ceará e Bahia, em março do ano que vem. A informação foi dada pelo gerente executivo de Desenvolvimento Energético da estatal, Mozart Schmitt de Queiroz, durante conferência na Argentina.Segundo ele, as usinas ficarão prontas em fevereiro e as operações começarão no mês seguinte. Queiroz não disse quais são os planos que a Petrobras tem para obter inicialmente e cumprir a lei que exige que todo o diesel vendido no , a partir de 2008, inclua 2% de . O porcentual subirá para 5% em 2013.

As três usinas da companhia terão cada uma capacidade de produzir cerca de 50 mil toneladas do combustível por ano, segundo Queiroz. Após sua apresentação, o executivo disse que a não planeja investir em usinas de na Argentina. As informações são da Dow Jones.

Informática - Transações na Internet

A parcela de correntistas que usa o banking para fazer transferências de dinheiro, pagar contas ou consultar o saldo recuou 3 pontos porcentuais em 2006 ante 2005, segundo levantamento feito pelo Instituto Fractal, especialista em pesquisas de mercado. Em 2005, 39,4% dos correntistas usavam a para essas operações bancárias; em 2006, a participação, segundo a pesquisa, caiu para 36,3%.

Foram ouvidas pelo instituto, em 12 cidades, pouco mais de 6 mil pessoas com renda acima de R$ 800, nos dois anos. ‘A principal razão apontada pelos desistentes desse canal é o medo, a falta de segurança nessas operações’, diz Celso Grisi, diretor- da Fractal e professor da Faculdade de , Administração e Contabilidade da Universidade de .

Do grupo de pessoas que participou da pesquisa, Grisi separou os correntistas com renda acima de R$ 4 mil para checar sua forma de uso do banking. ‘Esses são os usuários mais intensivos de pela e por isso representam uma amostra significativa’, justifica o pesquisador.

Ele ressalta que, nesse público, a insatisfação com a segurança na cresceu mais na faixa etária acima de 31 anos. De acordo com a pesquisa, em 2006 ante 2005, o porcentual de pessoas com idade de 31 a 60 anos que considera as transações bancárias seguras na caiu 9,2 pontos percentuais, de 58,1% para 48,9%. Entre os usuários com mais de 60 anos, a queda foi de 3,9 pontos percentuais, de 53,9% para 50%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

As assinaturas de banda larga no cresceram 8% do primeiro para o segundo trimestre com um total de 6,54 milhões de conexões, segundo uma pesquisa feita pela consultoria IDC e a Cisco. Em comparação ao mesmo período do ano passado, o aumento chega a 35,9%.

A expansão acompanhou uma queda nos preços de conexões entre 1 Mbps e 2 Mbps, mas a banda larga ainda está restrita a uma porcentagem pequena da população brasileira (3%). Leia a reportagem completa no caderno & desta quinta-feira no Estado.

Pela primeira vez, o estudo do IDC e da Cisco colheu informações sobre assinantes de banda larga via celular. O total é de 233 mil assinaturas, o que é pouco expressivo em comparação aos mais de 108 milhões de celulares no País.

Um ranking divulgado semana passada pela União de Telecomunicações, ligada à ONU, coloca o na 11ª posição em números absolutos de assinantes de banda larga. Mas o estudo não inclui o crescimento do semestre passado.

Uma outra pesquisa do ano passado feita pelo Comitê Gestor da no indicou o alto custo como a principal barreira para o crescimento da banda larga no . Outras dificuldades são pessoas que não vêem necessidade de rápida e a falta de infra-estrutura no bairro.

Para saber mais sobre banda larga, veja os sites Abusar, Teleco, Portal ADSL e Observatório do direito à comunicação.


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