realizada pelo IBOPE Inteligência e divulgada no dia 29 de agosto de 2008

- A primeira do IBOPE Inteligência sobre a disputa pela prefeitura de , realizada entre os dias 26 e 28 de agosto, aponta que o candidato Moacir da Morena (PDT) tem metade da preferência do eleitorado, registrando 49% das intenções de voto. Em seguida vêm o atual prefeito Dr. Luiz Renato (PT), com 16%, e Pozzobom (PV), com 11%, caracterizando empate técnico na segunda colocação. Outros 6% pretendem votar em branco ou nulo e 19% não sabem ou preferem não opinar.

Na pergunta sem a apresentação dos nomes dos , Moacir da Morena novamente é o preferido, com 40% das menções. Ainda neste cenário, Dr. Luiz Renato tem 9% e Pozzobom atinge 7% das intenções de voto. Os que não sabem ou não respondem sobre sua intenção de voto somam 38% e os que declaram intenção de votar em branco ou anular o voto totalizam 6%.Ibope

Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz, anunciaram ontem a descoberta de três substancias encontradas em algas marinhas que apresentaram resultados promissores como anti-retrovirais, medicamentos para

o tratamento da , e germicida de uso vaginal, que poderia prevenir a doença. Os nomes estão em sigilo porque

ainda não foram patenteados.

Em laboratório, essas micromoléculas se mostraram eficazes em inibir a replicação do e, ao contrário de outros anti-retrovirais, apresentaram um nível muito baixo de toxicidade. A mais promissora delas obteve 98% de eficácia com uma dose extremamente reduzida. Essa substância está entre os 30 aceitos pela Aliança para o Desenvolvimento de Microbicidas, organização financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates.

Os testes clínicos para o microbicida devem começar em

2010 e demoram, no mínimo, quatro anos para serem concluídos. Serão realizados na África, porque precisam ser testados numa população com alto índice de infecção. Para os anti-retrovirais, será preciso mais tempo. Os pesquisadores dependem de um financiamento de R$10 milhões para começarem

Os testes com animais, indispensável para a aprovação de medicamentos de uso oral ou injetável. O valor é baixo, se levado em conta que o País economizaria de R$ 50 milhões a R$ 100 milhões por ano com a compra de anti-retrovirais. Atualmente, com exceção do AZT, dos 17 medicamentos que compõem o coquetel antiaids, todos os outros são importados ou produzidos com insumos do exterior.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A luta aparentemente interminável para impedir que o invada as células humanas ganhou um aliado de peso: moléculas específicas de RNA (composto “primo” do DNA), que bloquearam com sucesso a entrada do vírus da no organismo de camundongos. O teste, relatado por uma equipe de pesquisadores, torna mais próxima a esperança de uma estratégia inovadora contra o parasita.

O está na mais recente edição da “Cell”, uma das principais revistas científicas do . A equipe capitaneada por Premlata Shankar, do Centro de da  da Universidade Texas Tech (EUA), desenvolveu uma forma inovadora de testar a abordagem de forma realista sem precisar recorrer a pacientes humanos. Os cientistas recorreram a camundongos “humanizados”.

Não, não se trata de algum horror mutante, mas apenas de roedores com uma mutação especial que lhes permite abrigar populações transplantadas de células humanas do sangue. Com isso, os bichos se tornam um modelo ideal para estudar a infecção por , já que seu organismo passa a abrigar as cruciais células T humanas. São essas células do nosso sistema de defesa que mais sofrem com o , sendo invadidas pelo vírus da .

Cola de anticorpos

Os camundongos imunizados receberam doses especialmente preparadas de siRNAs (”pequenos RNAs de interferência”, na sigla inglesa). Parece complicado, mas o que essas pequenas moléculas aparentadas ao DNA fazem é, em essência, “desligar” genes sem interferir diretamente neles.

Nesse ponto, os pesquisadores precisaram resolver outro problema técnico: como “entregar” os siRNAs às células que poderiam ser infectadas pelo . A solução envolveu grudar nas moléculas um anticorpo específico das células T, de forma que a mistura toda se grudaria ao alvo. Os siRNAs carregavam uma mistura de dois elementos: um trecho que desligaria um dos principais receptores do vírus nas células T e outro que inutilizaria genes essenciais para o funcionamento do . Se o vírus da fosse um carro, a primeira medida equivaleria a fechar a porta da garagem na frente dele; já a segunda seria parecida com arrancar o motor do carro, caso ele conseguisse entrar.

Para todos os efeitos, a coisa funcionou: o foi impedido de se multiplicar pela medida. Agora, os pesquisadores precisarão de mais testes para refinar a fórmula e poder testá-la em seres humanos. G1

(BR Press) - Estudo apresentado durante encontro da Sociedade Européia de Humana, em Lyon (França), revela que algumas alternativas, como reflexologia e suplementos à base de ervas, podem reduzir as chances de . A conclusão é dos pesquisadores Jacky Boivin, da Cardiff University, e Lone Schmidt, da Universidade de Copenhagen.

Durante um ano, pesquisadores acompanharam mulheres em procedimento de . De 800 pacientes envolvidas no estudo, 261 adotaram algum tipo de terapia alternativa, como reflexologia, suplementos naturais, homeopatia e , resultando em 20% menos chances de engravidar do que as mulheres que seguiram apenas o tratamento.

Embora o estudo não tenha individualizado as respostas de cada terapia, os resultados surpreenderam até mesmo os autores do estudo. “Talvez essas não sejam tão benignas quanto nós pensávamos”, disse Boivin.

Contestações

A notícia já vem sendo contestada por diversos especialistas mundialmente conhecidos. De acordo com a doutora Andrea Braverman, da Sociedade de Medicina Reprodutiva de Nova Jersey (Estados Unidos), que inclusive tem se aprofundado no estudo dos benefícios da para o processo de , não se pode tomar como certos os resultados sem antes ver que tipo de amostragem os pesquisadores utilizaram.

Na opinião da doutora Silvana Chedid, especialista em Medicina Reprodutiva, diretora da clínica Chedid Grieco Medicina Reprodutiva (www.chedidgrieco.com.br) e chefe do setor de Humana do Hospital Beneficência Portuguesa (). , que, no final do ano passado, apresentou importante sobre o tema durante encontro promovido pela Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, em Washington (Estados Unidos), com certeza, a tem contribuído para aumentar as taxas de sucesso dos tratamentos.

“Em dois anos, 51% das pacientes que se submeteram à durante o tratamento de assistida em nossa clínica engravidaram, contra 21% daquelas que não foram submetidas à terapêutica”, diz a especialista brasileira.

Segundo Silvana Chedid, a eleva o fluxo de sangue no útero, aumenta a espessura endometrial e melhora a receptividade aos embriões. “Além disso, pela liberação das endorfinas no sistema nervoso central, diminui o estresse emocional e a ansiedade – que são muito freqüentes em casais inférteis –, regulando os hormônios femininos”.

O uso freqüente do telefone celular pode aumentar o risco de uma pessoa ter câncer, dada a radiação eletromagnética emitida pelo aparelho, advertiu hoje o diretor do Instituto do Câncer da Universidade de Pittsburgh, Ronald Herberman.

Herberman distribuiu uma advertência aos docentes e empregados do instituto para que limitem o uso do telefone celular.

“Realmente o motivo principal da minha preocupação é que não deveríamos esperar que haja um estudo definitivo sobre este assunto, mas é melhor estar agora errado por ser cauteloso, que lamentar mais adiante”, disse Herberman.

O especialista afirmou que sua recomendação se sustenta na “assessoria de um painel de especialistas” que inclui cientistas da França, Itália e Holanda.

“Os campos eletromagnéticos gerados pelos telefones celulares devem ser considerados um perigo potencial para a humana”, diz.

“Não passou tempo suficiente para que tenhamos dados conclusivos sobre os efeitos biológicos dos telefones celulares e outros aparelhos telefônicos sem fios, uma que agora é de uso global”, acrescentou.

Herberman disse que “os com humanos não indicam que os celulares sejam inócuos, e também não indicam que sejam perigosos.

Mas um conjunto crescente de provas indica que deveríamos reduzir a exposição enquanto continua a sobre o assunto”.

O especialista da universidade do estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, assinalou que os fabricantes de telefones celulares e sem fio declaram que os aparelhos emitem radiação eletromagnética.

“É provável que os campos eletromagnéticos penetrem mais profundamente o cérebro das crianças que o dos adultos”, escreveu Herberman.

No entanto, à revelia de provas definitivas de que os campos eletromagnéticos dos telefones celulares causem câncer, “não deveríamos falar da necessidade de medidas preventivas, como no caso do tabaco”, ressaltou.

À espera de informação mais conclusiva, Herberman mencionou várias medidas que ele acredita serem convenientes, e que incluem que não se permita o uso de telefones celulares por crianças “exceto em emergências”.

Herberman mencionou que “os órgãos em desenvolvimento de um feto ou de uma criança são provavelmente os mais sensíveis aos efeitos possíveis da exposição a campos eletromagnéticos”.

“Quando se comunicar usando seu telefone celular procure mantê-lo o mais longe do corpo possível”, acrescentou. EFE

Brasília - Após o voto do ministro do Supremo Tribunal Federal () Menezes Direito, que estabeleceu restrições às com embrionárias, e contestações do ministro Carlos Ayres Britto, o presidente da Corte, Gilmar Mendes, suspendeu a sessão de julgamento sobre uso de embrionárias em .

Os ministros retomaram hoje (28) a análise de ação de inconstitucionalidade contra artigo da Lei de que permite que embriões congelados há mais de três anos sejam usados para .

A sessão será reiniciada às 14 horas. “Nossa expectativa é que seja encerrado ainda hoje o julgamento”, disse Gilmar Mendes ao deixar o tribunal para o almoço.

O presidente do esclareceu que o ministro Menezes Direito “não declarou a  “inconstitucionalidade das pesquisas de forma integral”, mas sim “de maneira parcial”.

Segundo Mendes, os oito ministros que ainda precisam se manifestar têm agora três opções de voto: “Podemos seguir o relator [ministro Ayres Britto], o ministro Menezes Direito ou seguir uma outra posição”.

Além de Ayres Britto, a ministra Ellen Gracie também já votou pela continuidade das sem restrições. O começou a analisar a ação no dia 5 de março, mas o julgamento foi suspenso depois de um pedido de vista do ministro Menezes Direito.

Marco Antônio Soalheiro
Da Agência

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou nesta terça-feira (13) a resolução que institui a criação do SisEmbrio (Sistema Nacional de Produção de Embriões), que monitorará quantos embriões humanos produzidos no país com a já foram utilizados e quantos continuam disponíveis.

O programa também permitirá o controle da quantidade de embriões usados em científicas ou .

Com a criação do SisEmbrio, as 120 clínicas de existentes no país passarão a informar, por meio eletrônico, a quantidade de embriões congelados a cada ano e também quantos deles foram doados.

Conforme estabelece a resolução da Anvisa, as clínicas terão 60 dias para informar o número de embriões produzidos até 31 de dezembro de 2007, e que não foram utilizados. Os dados referentes a embriões produzidos após esta data deverão ser atualizados uma vez por ano.

Atualmente a constitucionalidade das feitas com células embrionárias está para ser decidida pelo (Supremo Tribunal Federal).

Segundo o novo presidente do , Gilmar Mendes, o julgamento da liberação das com embrionárias deve ser retomado em maio e pode ser concluído ainda nesse semestre.

“Eu tenho a expectativa de que ainda em maio nós retomemos esse julgamento e esperamos concluí-lo ainda nesse semestre. Todos estão nessa grande ansiedade em relação à definição do tema e é justo que nós tenhamos condições de dar essa resposta, com a devida cautela”, disse o presidente do .

O julgamento foi interrompido no dia 5 de março devido a um pedido de vista do processo feito pelo ministro Carlos Alberto Menezes Direito.

A regulamentação prevê que os embriões usados estejam congelados há três anos ou mais e veta a comercialização do material biológico. Também exige a autorização do casal.

A ação foi proposta em 2005 pelo então procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, que defende que o embrião pode ser considerado humana.Folha

A Secretaria de Estado da encerrou no final de abril a maior do com estudantes que prestaram exames supletivos. O levantamento aponta que a maioria (60,8%) dos que participaram da prova pensa no futuro profissional ao tentar o diploma.

O estudo foi realizado em março passado e contou com a participação de 33 mil pessoas que realizaram o exame supletivo.

Na ocasião, dos 245 mil inscritos no exame da Secretaria da , 105 mil compareceram ao exame supletivo e 70,5 mil foram aprovados.

Resultados

Dos 33 mil entrevistados, 60,8% prestaram o exame pensando no (24,2% querem ingressar no mercado de , 17% desejam voltar a trabalhar e 19,6% querem promoção no emprego). Outros 25,7% dos concorrentes prestaram supletivo para galgar novos níveis de escolaridade_ 13,5% têm motivos diversos.

O perfil dos do supletivo ainda demonstra que o maior percentual tem idade entre 21 e 40 anos (65%) e renda familiar entre 1 e 3 salários mínimos (60,9%). Cerca de 55% dos 33 mil concorrentes prestaram o exame pela primeira vez. Aqueles que já foram reprovados outras vezes apontam a dificuldade das questões (42,6%) como o principal fator para o mau .

“Essa é muito importante para identificar e conhecer as necessidades dos e, a partir daí, projetar possíveis mudanças. O dado mais importante é saber que os concorrentes têm a preocupação de galgar posição no ”, afirma Elisabete Lunetta, diretora de supletivo da Secretaria.

Cerca de 28% dos estudaram até a 8ª série do Ensino Fundamental, em escolas regulares. A aponta ainda que os lêem, em média, 2 livros por ano (fora os materiais didáticos) e se mantêm informado prioritariamente por televisão ou internet.

Dos alunos que pretendem continuar com os , 52% desejam entrar um uma faculdade. Outros 38,1% desejam participar de um curso técnico. Mais 9,5% dizem não querer mais estudar.

A disciplina de maior identificação é língua portuguesa, com 32,6% da preferência. Em seguida vem matemática, com 29,5%, história (17,5%), (12,7%) e geografia (7,7%).

Renda da família

A maioria deles tem renda familiar inferior a R$ 1.300. Este grupo concentra 60,9% dos pesquisados. Mais 8,7% têm renda menor que R$ 391. outros 23,3% ganham entre R$ 1.300 e R$ 2.600.

Secretaria da

Um suplemento alimentar à base de um cogumelo revela “grande eficácia” no combate ao , afirmou o diretor da Unidade de Patologia Cervical do Instituto Português de Oncologia de Coimbra, José Silva Couto.

O especialista disse à Agência Lusa que o tratamento com Coriolus versicolor (cogumelo sem nome popular), aplicado a um grupo de 43 mulheres acompanhadas no IPO de Coimbra durante um ano, “revelou grande eficácia”.

Couto disse que foi “muito positivo” o impacto terapêutico do Coriolus versicolor, realçando a eficácia do uso de comprimidos à base deste cogumelo, cujo “efeito imunomodulador” é conhecido em várias culturas antigas da Ásia.

“A biomassa do Coriolus versicolor é um imunomodulador não específico e, como tal, usada como coadjuvante nutritivo para equilíbrio do sistema imunológico em pacientes submetidos a quimioterapia e radioterapia”, diz uma síntese do estudo.

Estudo

Segundo Couto, a foi realizada juntamente com o diretor do Serviço de Ginecologia do instituto, Daniel Pereira da Silva. Um grupo de 43 mulheres com lesões cervicais, provocadas pelo human papilona vírus (), foi dividido ao acaso em dois subgrupos.

Ficou demonstrado que o Coriolus versicolor teve “grande eficácia, quer na regressão da displasia (lesão de baixo grau), quer no desaparecimento do de alto risco”.

Um dos subgrupos, formado por 22 pacientes, recebeu suplementação com Coriolus versicolor durante um ano, tomando seis comprimidos por dia, num total de três gramas.

As demais 21 doentes, o denominado “grupo controle”, não foram abrangidas pelo tratamento.

Segundo José Silva Couto, nenhum dos subgrupos foi submetido a qualquer procedimento terapêutico, permitindo uma “avaliação dos efeitos” do cogumelo em doentes “não submetidos a tratamento cirúrgico habitual”.

Entre as 43 doentes que iniciaram o estudo, só 39 completaram o protocolo, levando até o fim um ano de acompanhamento. Das 18 que utilizaram Coriolus versicolor ao longo de um ano, 13 (72%) manifestaram “citologia cervical normal”.

Em contrapartida, das 21 pacientes que não receberam suplementação, apenas dez tinham “citologia cervical normal”.

José Silva Couto e Daniel Pereira da Silva concluíram também que o tratamento, além do “impacto positivo” na regressão das lesões de baixo grau, pode ajudar também as doentes sujeitas a tratamento por lesões de alto grau, quando “o de alto risco persiste após a cirurgia”.
Ag. Lusa

Um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, sugere que o é mais perigoso quando localizado no couro cabeludo ou no pescoço do que em qualquer outra parte do corpo.

A equipe de pesquisadores analisou 50 mil casos de melanoma e descobriu que as pessoas com nestas áreas têm o dobro de chances de morrer do que as que têm a doença nos braços ou pernas.

Segundo os cientistas, parece haver um elemento mais perigoso no quando localizado nesta área.

A taxa de sobrevivência de cinco anos para pacientes com no couro cabeludo ou pescoço foi de 83%, comparada com 92% para os pacientes que tiveram a doença no rosto, orelhas ou nas extremidades, braços, pernas, mãos e pés.

A taxa de sobrevivência de pacientes com é relativamente alta. O estudo foi publicado na revista especializada Archives of Dermatology.

Demora

A equipe da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte descobriu que o , quando localizado no pescoço ou no couro cabeludo, parece ser mais espesso e tem mais chances de desenvolver ulcerações do que o localizado em outro local.

Os gânglios linfáticos também são afetados com mais freqüência em pacientes com nestas áreas do que em outras.

Os cientistas reconhecem que o no couro cabeludo ou no pescoço pode ficar escondido pelo cabelo e, por isso, pode ser detectado mais tarde.

Mas, mesmo depois de adicionar este fator à análise, os cientistas observaram que a taxa geral de sobrevivência é pior, o que levou a equipe a concluir que existem diferenças biológicas entre os tipos de câncer.

“Apenas 6% dos melanomas são concentrados no couro cabeludo ou no pescoço, mas, entre estes pacientes, 10% são casos de mortes causadas por estes melanomas”, disse Nancy Thomas, professora de dermatologia que liderou a .

“Por isso, precisamos de mais tempo para examinar o couro cabeludo durante os exames de pele”, acrescentou.

Os pesquisadores afirmam que os pacientes que têm nestas áreas são um pouco mais velhos (têm, em média, 59 anos), em comparação com a média de 55 anos dos pacientes analisados, e têm mais probabilidade de ser homens.

A organização britânica especializada em , British Skin Foundation, afirma que o estudo aponta que o “pescoço e o couro cabeludo não devem ser ignorados” e que todas as áreas do corpo “devem ser examinadas regularmente”.BBC

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