Set
11
Por conta da exploração da camada do pré-sal, localizada abaixo do leito marinho, o Brasil poderá se tornar uma “economia petrolífera” a partir de 2020, quando o País deverá exportar 1,4 milhão de barris de petróleo por dia, obtendo uma receita naquele ano de US$ 37 bilhões a US$ 63 bilhões, dependendo do preço do barril. As simulações foram apresentadas ontem pelo economista Antonio Barros de Castro, assessor da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), durante palestra no seminário comemorativo dos 200 anos do Ministério da Fazenda. Em 2025, as exportações poderão chegar a 3,3 milhões de barris por dia, com receitas entre US$ 93 bilhões e US$ 158 bilhões.
Para evitar os efeitos negativos da excessiva entrada de dólares no País, principalmente uma supervalorização do real, e permitir que a indústria nacional tenha tempo para se adaptar à nova realidade econômica criada pelo pré-sal, Castro defendeu o controle pelo governo da velocidade de exploração do petróleo. O economista coordenador do grupo de Petróleo, Gás e Etanol do BNDES, citou três razões que fortaleceriam a sua tese.
Em primeiro lugar, lembrou que serão necessários vultosos investimentos para explorar o pré-sal. A segunda razão é que a indústria naval brasileira precisa de tempo para se tornar capaz de fornecer os navios, embarcações e plataformas que serão utilizadas na exploração do pré-sal. A terceira razão apontada por Castro diz respeito às adaptações do setor industrial brasileiro à nova realidade econômica, o que levará algum tempo. “São três fortíssimas razões para segurar a velocidade de produção do pré-sal”, afirmou o economista.AE
Set
10
Um trecho de um gasoduto explodiu no sul da Bolívia hoje “em um atentado terrorista” após opositores do presidente Evo Morales terem ocupado um campo petrolífero e uma estação de gás natural, o que obrigará a Bolívia a reduzir o envio de gás ao Brasil, informou o governo boliviano.
O presidente da estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), Santos Ramírez, disse que a exportação de gás natural ao Brasil será reduzida em três milhões de metros cúbicos, dos atuais 30 milhões que são exportados por dia ao Brasil.AE
Ago
10
Mesmo sem uma posição final sobre as novas regras para a exploração de pretróleo nos megacampos descobertos, o governo decidiu que não irá entregar todas as áreas da camada pré-sal para a Petrobras. As informações são da Folha de S.Paulo.
Os principais motivos seriam que a Petrobras é uma empresa mista - tem participação de capital privado - e poderia ter poderes demais, podendo se tornar um risco ao País no futuro. Na Venezuela, diretores da estatal PDVSA participaram de articulações golpistas, por exemplo.
“Hoje, a Petrobras já é um outro país. Felizmente, um país amigo”, disse, pedindo reserva, ao jornal, um ministro que acompanha os estudos ao falar sobre as restrições do governo em tornar a estatal poderosa demais. Segundo ele, a empresa poderia se tornar “maior do que o próprio Estado brasileiro”.
Por outro lado, nas reuniões do governo sobre o tema, a conclusão foi de que hoje esse risco não existe, pois o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, é totalmente afinado com o governo. A questão poderia ser alterada no médio e no longo prazos.
A opção mais comentada é de que o governo criaria uma nova empresa totalmente estatal para gerir algumas áreas da camada pré-sal, que contrataria outras petrolíferas para a exploração.
Jul
28
A Petrobras inaugura amanhã sua primeira usina de biodiesel. A unidade, instalada em Candeias (BA), na Região Metropolitana de Salvador, custou R$ 101 milhões e terá capacidade de produção de 57 milhões de litros do combustível por ano. A fábrica é a primeira de três que a estatal pretende inaugurar até o fim do ano. As unidades de Quixadá (CE) e de Montes Claros (MG) devem começar a operar já em agosto. “Temos uma meta ousada de produção de biodiesel”, afirma o presidente da recém-criada Petrobras Biocombustível - cuja diretoria será anunciada amanhã - Alan Kardec. “Almejamos chegar a 2012 com a produção anual de 940 milhões de litros”. As três primeiras usinas devem produzir, por ano, 170 milhões de litros de biodiesel.
A Petrobras Biocombustível terá sede no Rio e foi criada, de acordo com Kardec, para unificar os trabalhos que a estatal realiza na área. “A empresa nasce com dois apelos fortíssimos: o ambiental, na medida em que colabora com a redução dos gases que provocam efeito estufa, e o empresarial, baseado no aumento da demanda mundial por biocombustíveis”, disse.
Para a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, a produção de biodiesel tem também a preocupação de criar empregos e renda no campo. “A fábrica deve ter 58% de sua matéria-prima vinda de plantações de agricultura familiar”, afirma. Segundo a empresa, 28.922 agricultores de 264 municípios de Bahia e Sergipe estão plantando girassol e mamona para a unidade. A Petrobras forneceu 205,2 toneladas de sementes para garantir a produção.
“As primeiras remessas de oleaginosas vindas da agricultura familiar devem chegar entre outubro e novembro”, afirma Maria das Graças. “Até lá, vamos usar matérias-primas da agricultura intensiva. Já compramos 6 mil toneladas de óleos vegetais para o início da produção.”
Gordura Animal e Resíduos
Para não depender somente da produção de oleaginosas, porém, a usina de Candeias foi projetada para operar também com gorduras animais e com resíduos de fritura de alimentos. “Isso é importante para minimizar o efeito perverso da volatilidade das cotações das matérias-primas, como a soja, no preço do biodiesel”, diz a diretora. “Em tecnologia, não existe nenhuma planta como esta de Candeias no País. A usina vai produzir biodiesel tão puro quanto um bom uísque escocês.”
Entre as inovações tecnológicas apontadas por Maria das Graças está o sistema de automação, que monitora, em tempo real, 1,2 mil variáveis do processo de fabricação do biodiesel, da chegada da matéria-prima à saída da produção da unidade. “A curva de aprendizado sobre a produção de biodiesel ainda está no início”, afirma. “Quanto mais estudarmos e pesquisarmos sobre ela, mais desenvolveremos novas tecnologias, que vão poder fazer diminuir os preços do combustível, que ainda é mais caro que o diesel de petróleo.”AE
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Jun
27
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) novamente salgado, combinado com a alta do petróleo e o ambiente externo tenso, reforçam o nervosismo no mercado futuro de juros, que começa a questionar se o Banco Central poderá, realmente, manter o ritmo de aperto monetário diante do atual cenário.
As taxas dos contratos de depósito interfinanceiro (DIs) vêm ampliando a alta. Mas, desta vez, operadores consideram que a curva de juros assume um nível mais alto porque, de fato, o mercado está vislumbrando o risco de o BC ter de adotar uma nova estratégia de política monetária. “Embora o BC afirme que a alta da inflação já estava no cenário, o mercado vai testar a convicção do BC”, afirma um operador. Nos dois últimos encontros, o Comitê de Política Monetária (Copom), elevou a taxa básica de juros, a Selic, em 0,50 ponto porcentual cada, para os atuais 12,25% ao ano.
Lá fora, a aversão ao risco segue pesando sobre os negócios. E o petróleo alimenta o medo da inflação global. Ontem, o barril bateu a inédita marca de US$ 140,00 durante a sessão de negócios e hoje a matéria-prima (commodity) já é negociada acima deste nível na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).
Por aqui, as notícias também não amenizam. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) mostrou nova aceleração em junho, eliminando por completo a percepção de que a inflação poderia, enfim, ingressar em um período de acomodação. A taxa subiu 1,98% este mês, ante alta de 1,61% em maio. Foi a maior taxa para esse índice de inflação desde fevereiro de 2003, quando subiu 2,28%.
Por causa da constatação de que a inflação continua em uma trajetória ascendente - o que já havia sido mostrado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de junho, nesta semana -, e de que o petróleo e as commodities estão longe de dar um refresco, o mercado começa a considerar que o BC vai ter de ajustar seu passo. Investidores já apostam em uma alta de 0,75 ponto porcentual na Selic nas próximas reuniões do ano, inclusive na de julho. “O mercado mudou de patamar, porque enxerga uma nova piora no balanço de riscos”, afirma um operador.
Após abertura dos negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o DI com vencimento em janeiro de 2010 avançava para 15,01% ao ano, de 14,98% ao ano ontem; o DI com vencimento em janeiro de 2009 subia de 13,30% ao ano para 13,32% ao ano.
Jun
16
Ribeirão Preto, SP - Após cinco quedas seguidas, o preço médio do álcool hidratado subiu 0,99% nas usinas paulistas na última semana e fechou cotado, em média, a R$ 0,6390 o litro, ante os R$ 0,6327 da semana anterior, segundo dados apurados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).
Já o litro do anidro, misturado em 25% à gasolina, recuou pela quarta semana seguida e foi negociado, em média, a R$ 0,7672, queda de 2,59% sobre os R$ 0,7876 da última semana, de acordo com a entidade de pesquisa econômica da Universidade de São Paulo (USP). Os preços dos dois combustíveis são calculados sem impostos.
Segundo a equipe do Cepea/Esalq, as usinas reduziram a oferta do álcool hidratado durante a semana na tentativa de pressionar o preço e obtiveram sucesso. Já no caso do anidro, a oferta maior e a demanda menor resultaram na queda do preço.AE
Jun
12
O diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, disse hoje que a refinaria premium que a empresa estuda construir no Ceará poderá custar US$ 11 bilhões. A cifra considera que a construção da unidade vai exigir reformas no porto de Pecém para abrigar a obra, além de ser “altamente qualificada” para o processamento de óleo pesado e de uma mistura com óleo leve para a produção de um diesel de melhor qualidade para concorrer no mercado europeu.
Segundo ele, o protocolo de intenções assinado com o governo do Ceará prevê a avaliação da área para a construção da unidade destinada a um processamento de 300 mil barris por dia. Além do diesel - que vai corresponder a 60% do processamento do óleo - a refinaria deverá produzir querosene de aviação, nafta e gás liquefeito de petróleo destinados ao atendimento do mercado interno, além de coque que poderá atender à siderurgia local. O estudo para a implementação da unidade ficará pronto em 120 dias.
Segundo o diretor, o diesel desta unidade poderá ser voltado ao mercado internacional, porque quando ela entrar em operação em 2014 as refinarias do Comperj, no Rio, e a Abreu e Lima, em Pernambuco, já estarão concluídas e poderão garantir a auto-suficiência brasileira em diesel, que é deficitário no mercado doméstico.
Ainda segundo Costa, esta unidade no Ceará não vai produzir gasolina, já que hoje há um excedente do produto no País, que deve aumentar em função do avanço do consumo de álcool. “Não vamos inundar o mercado com gasolina”, comentou.
O diretor disse ainda que embarca na próxima segunda-feira para o Maranhão, onde se reunirá com representantes do governo local para conversar sobre a possível construção de outra refinaria premium, esta com capacidade de 600 mil barris por dia. Ele disse que detalhes sobre a unidade só serão fornecidos após a visita ao Estado. O valor do investimento ainda não foi revelado.AE
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Notícias do Ceará: São Benedito - São Gonçalo do Amarante - São João do Jaguaribe - São Luís do Curu - Senador Catunda - Senador Pompeu - Senador Sá - Sobral - Solonópole Tabuleiro do Norte - Tamboril - Tarrafas - Tauá - Tejuçuoca - Tianguá - Trairi - Tururu Ubajara - Umari - Umirim - Uruburetama - Uruoca Varjota - Várzea Alegre - Viçosa do Ceará
Jun
7
A alta, a maior já registrada em um dia, ocorreu depois da divulgação de novos dados sobre o desemprego nos Estados Unidos, que atingiu 5,5% da população economicamente ativa em maio.
O indicador levou a uma nova desvalorização da moeda americana, o que, por sua vez, estimulou mais investidores a vender dólares e a aplicar seu capital em petróleo, inflando o preço da commodity.
“Estamos acreditando em uma alta acentuada nos preços do petróleo”, disse o analista Ole Slorer, do banco de investimentos Morgan Stanley, em um relatório a clientes.
O barril de petróleo vem registrando ganhos sucessivos nos últimos meses e já aumentou 40% só neste ano.
US$ 150 em julho
A disparada levou o Morgan Stanley a divulgar, também nesta sexta-feira, a previsão de que o barril será negociado a US$ 150 já em julho.
De acordo com o analista econômico da BBC Andrew Walker, um comentário de um dos vice-primeiro-ministros de Israel sobre um possível ataque ao Irã reforçou ainda mais a tendência de alta do petróleo nesta sexta-feira.
Um ataque do tipo provavelmente afetaria a oferta aos países que importam petróleo.
Outro motivo para a alta do produto seria o aumento da demanda por petróleo na China e na Índia.
“As exportações do Oriente Médio estão estáveis, mas a Ásia está tomando uma parcela sem precedentes”, disse Slorer, do Morgan Stanley.
Estados Unidos
O editor para a América do Norte da BBC, Justin Webb, diz que o novo recorde no preço do petróleo é um lembrete para os Estados Unidos de que o país enfrenta sérios problemas econômicos e possivelmente uma recessão.
O país começou a enfrentar dificuldades no ano passado, com o início da crise do mercado de crédito imobiliário para pessoas consideradas de alto risco de inadimplência, o que provocou uma redução da oferta de crédito e prejuízos milionários em alguns bancos.
A confiança do consumidor americano foi afetada, reduzindo o consumo.
De quebra, com a alta do petróleo, ficou mais caro encher o tanque – algo essencial em algumas cidades americanas que dependem do transporte com automóveis.BBC
Mai
31
Donos de postos, garantem que conseguem preços menores do que o anunciado pelas distribuidoras e, com isso, podem fazer promoções e atrair clientela.
Bauru - Depois de vender o litro do álcool a R$ 1,27, na semana passada, os 102 postos de abastecimento de Bauru, interior de São Paulo, começaram anteontem uma guerra de preços. O produto é encontrado a R$ 0,89 o litro na maioria das bombas e a justificativa dos comerciantes é que baixaram o preço porque seus concorrentes diretos também o fizeram. Segundo Wagner Siqueira, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, apesar de estar entrando o período da safra da cana, não há uma explicação lógica para a baixa de preço, pois as distribuidoras entregam o álcool ao preço de R$ 0,90 a R$ 0,96 o litro para os postos, que também têm despesas para vendê-lo ao consumidor.
Donos de postos, que pedem para não ser identificados, garantem que conseguem preços menores do que o anunciado pelas distribuidoras e, com isso, podem fazer promoções e atrair clientela. Siqueira diz que alguns donos de postos “trabalham de uma maneira destinada a destruir os outros” e não deveriam estar no segmento, pois acabam desequilibrando o mercado e levando os mais fracos à falência.
O sindicato reclama da falta de regulamentação para o preço e margens de lucro na comercialização dos combustíveis, o que estaria favorecendo aqueles que estão de passagem pela atividade e, muitas vezes, não pagam corretamente seus impostos e outras obrigações, e deixam seqüelas no setor. Desde a sexta-feira chegam a se formar filas nas bombas de álcool, pelos motoristas que querem aproveitar o preço antes de os preços subirem. Paradoxalmente, nos últimos anos, donos de postos responderam a um processo - que conseguiram trancar na Justiça -, acusados de formação de um cartel que, segundo as denúncias, mantinha os preços dos combustíveis mais altos que a média geral. AE
Mai
23
Brasília - A BBC Brasil reproduz hoje (23) trechos de matérias publicadas no o jornal americano Wall Street Journal e na revista semanal britânica The Economist nesta semana sobre a nova descoberta de petróleo na Bacia de Santos. Segundo o jornal americano, o anúncio feito na última quarta-feira (21), “esquenta especulações” sobre a a ascensão brasileira ao grupo dos grandes exportadores globais. a revista britânica traz artigo segundo o qual o Brasil é uma “superpotência econômica” e que possivelmente se tornará uma potência de petróleo.
De acordo com a BBC Brasil, “a descoberta é a última em uma série de ações bem sucedidas da empresa [Petrobras], aumentando as esperanças de que o Brasil será a grande novidade em petróleo global”. A agência cita trecho da publicação norte-americana, segundo o qual com o preço do petróleo batendo novos recordes, grandes descobertas no Brasil iriam aumentar o otimismo da indústria energética de que o país poderia suprir petróleo suficiente para manter o ritmo da crescente demanda.
As descobertas, de acordo com a BBC Brasil, seriam especialmente bem-vindas nos Estados Unidos, garantindo uma nova fonte de petróleo em seu hemisfério. A agência cita o jornal americano, segundo o qual “o foco de atenção é a Bacia de Santos, uma série de campos de petróleo potenciais enterrados sob milhas de águas oceânicas, terra e uma teimosa camada de sal. A perfuração exploratória em diferentes campos produziu petróleo bastante similar, alimentando uma excitante nova teoria: de que a bacia pode ser um contínuo mega-depósito de petróleo”.
A BBC informa que o Wall Street Journal alerta para o otimismo exagerado, visto que “a exploração e a extração de petróleo em águas super-profundas são uma empreitada cara e arriscada”. Mesmo com os riscos, diz o jornal americano, os investidores não estão esperando para apostar neste potencial. “A fatia da Petrobras negociada publicamente aumentou tanto este ano que o valor de mercado da companhia ultrapassou o de empresas de nomes conhecidos, como a General Electric e a Microsoft“, afirma o jornal.
A agência pública de notícias inglesa dá destaque a afirmação do editorial “Uma superpotência econômica, e agora com petróleo também”, da revista The Economist, segundo o qual “há motivos para se acreditar que a potência econômica da América do Sul de 190 milhões de habitantes está começando a fazer a diferença no mundo”.
A revista, segundo a BBC Brasil, diz que a comparação do crescimento do Brasil com a forte expansão chinesa é “enganosa”, já que a China é um país mais pobre. “É muito mais difícil para um país de média renda, como o Brasil, crescer neste ritmo”, diz a revista.
Ivan Richard
Da Agência Brasil