Batedores de carteira e de celular, especializados em agir em multidões, fazem uma a cada quatro minutos na paulista. O número é referente às de furtos registrados pela polícia que estão no site da Secretaria da Pública. Entre janeiro e junho, foram 75.944 casos, uma média de 417 ocorrências por dia, 17 por hora. As notificações somam 1,2 milhão nos últimos oito anos.

Os dados mostram que essa modalidade criminal ganhou força saindo de 107.555 casos, em 2000, para 148.305 no ano passado - aumento de 37,8% no período. A série histórica, que não engloba os carros e furtados, teve o pico em 2005, quando foram 176.181 boletins de ocorrência sobre furtos registrados. Desde então, a tendência é de queda, mas números recentes ainda mostram excessos, sempre acima dos 140 mil casos por ano.

Estudo do Núcleo de Estudos da Violência da USP relaciona a escalada dos furtos à melhora da condição de vida do paulistano. Na publicação Olhar sobre , os pesquisadores ressaltam que a sempre é associada à , mas o fenômeno também está atrelado à riqueza. “As pessoas agora circulam com objetos de maior valor - celular, notebook, acessórios de marca -, o que atrai o bandido”, afirma o sociólogo do Núcleo, Marcelo Batista Nery.

A divisão por bairros indica que as áreas com maior aglomeração de pessoas, e também as mais favorecidas economicamente, são os principais alvos dos furtos. Sé, Santa Ifigênia, Perdizes, Lapa, Santo Amaro, e Itaim Bibi, lideram, nessa ordem, as ocorrências. A Polícia Militar já fala até na “volta do trombadão”. Isso porque o atual perfil do autor desse crime é de homens e mulheres mais velhos, que não estão mal vestidos e aproveitam a aglomeração para atacar as e bolsos dos desprevenidos. As são do Jornal da Tarde.

As regiões da e da , em , contam, desde a última sexta-feira, com linhas de ônibus noturnas. Segundo a Secretaria Municipal de , o objetivo é oferecer transporte para quem freqüenta os bares e casas noturnas dessas regiões - contribuindo para a obediência à - e aliviar o tráfego, geralmente sobrecarregado à noite.

Em quatro dias, 609 passageiros utilizaram as duas linhas. São elas a 702N, que liga o Terminal Parque Dom Pedro II, no centro, a , na zona oeste, e a 748N, que vai da Lapa ao Itaim Bibi, passando por /Sumarezinho e . Na primeira, ônibus convencionais passam a circular às 23h20, com a primeira partida no sentido centro, e encerram a operação às 4h40. A segunda conta com microônibus, em sistema circular, entre 23h30 e 3h30.

“Nossa idéia foi criar linhas que passam por terminais, onde existem outras linhas que funcionam a noite toda, facilitando o transporte das pessoas, inclusive daquelas que consomem e, portanto, não podem dirigir” explicou, em nota, o secretário municipal de , Alexandre de Moraes. AE

A levou o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) a colocar toda a paulista em estado de atenção às 16h35 deste domingo, 15. Por volta das 17 horas, chovia forte nas zonas sul e norte e moderadamente na zona oeste. Nas demais áreas da , chovia levemente em pontos isolados. Até o momento, foram registrados dois pontos de nas Avenidas Emerico Richter e Eusébio Matoso e dois na Marginal do . Todos em situação transitável.

Por conta do mau tempo, o Aeroporto de Congonhas, na zona sul, passou a funcionar com o auxílio de instrumentos às 16h08. A mudança, no entanto, não afetou as operações, segundo a Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Até as 17 horas, em 120 vôos, houve 5 atrasos superiores a 30 minutos, o equivalente a 4,2% do total, e 4 cancelamentos (3,3%). Em todo o País, de 1.028 vôos, 57 atrasaram (5,5%) e 22 foram cancelados (2,1%).AE

Fora de casa, no ginásio Henrique Villaboin, em , o / conquistou, neste sábado, sua segunda vitória na feminina de vôlei. O atual vice-campeão da competição precisou de 1h46 de jogo para derrotar, de virada, o /Blausiegel por 3 sets a 1, com parciais de 15/25, Read more

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