A contribuição das estaduais e municipais na formação de foi destaque durante encontro, na quarta-feira, 27, em Brasília, de mais de 150 reitores e pró-reitores de estaduais e municipais.

Presente à reunião, o secretário de a Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsky, lembrou que o número de que atuam sem formação inicial, ou até mesmo fora de sua área de estudo, é significativo. Segundo ele, a participação das estaduais e municipais na formação de já é expressiva, mas pode ser ainda maior.  “ básica, superior, tecnológica e alfabetização, todas estão ligadas. É a partir das conexões entre elas que pretendemos potencializar as políticas de básica”, disse.

Durante o evento foram discutidas estratégias e parcerias para a melhoria da qualidade da básica. Dentre as ações apresentadas, destacou-se a construção do Sistema de Formação de , que integra o Plano de Ações Articuladas (PAR).

A Bahia foi o primeiro estado brasileiro a entregar ao Ministério da o estratégico de formação inicial de , que já está em processo de elaboração em várias unidades da Federação. A entrega foi feita na última sexta-feira, 22, em Brasília. Com base no PAR, a estimativa é de abrir 40 mil vagas para formação inicial ou segunda licenciatura para docentes do estado.

PAR — O Plano de Ações Articuladas é o abalizador para o apoio técnico e financeiro do MEC aos municípios. Ele compreende diagnóstico da realidade educacional do e de ações que levem em conta quatro eixos: gestão educacional, formação de e de da rede pública, práticas pedagógicas de avaliação e infra- física e recursos pedagógicos.
Assessoria de Imprensa da Seed

O ministro do , Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, disse hoje, em entrevista coletiva após entregar ao Congresso a proposta orçamentária para 2009, que o projeto prevê um aumento de cerca de 40% nos recursos destinados ao setor da - de R$ 12 bilhões para R$ 16 bilhões, “sem contar as despesas” - para expansão das e melhoria das técnicas federais. Segundo o ministro, dos totais de R$ 50 bilhões previstos na proposta, de R$ 21 bilhões a R$ 22 bilhões irão para obras do Programa de Aceleração do Crescimento ().

Paulo Bernardo disse ainda que a implantação de cerca de 76 mil novos cargos no serviço público, já pela Câmara e pelo Senado, será feita “de forma escalonada”, no momento em que em que forem realizados os concursos. Em resposta a críticas de oposicionistas à criação de novos cargos, o ministro afirmou: “A oposição votou e até elogiou a iniciativa de criação desses cargos. Se o é irresponsável, a oposição também é, pois os oposicionistas não apenas votaram, como foram unânimes. Eles têm que sair do armário e parar de fazer média.”

O preenchimento dos novos cargos será feita de forma “escalonada, em 2008, 2009 e 2010″, explicou o ministro. Ele disse que o poderá utilizar medida provisória (MP), mas fez a ressalva de que isso ainda será negociado com o Congresso. Observou que, nas , há muitas funções gratificadas, que não são preenchidas por concurso. Ele justificou os novos cargos mencionando o projeto de expansão do público: “Como expandir o público sem contratar?”

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