Um dentista foi em flagrante,na quinta-feira (21), por , em , na Grande . A Polícia Civil investigava E.G.S.K., 28 anos, há cerca de um mês e, no início da tarde de ontem, conseguiu realizar o flagrante. Um policial negociou a compra de 15 comprimidos de ecstasy e, na hora da entrega da droga, na rua João Balisteiro, próximo ao terminal rodoviário, deu voz de prisão ao acusado.

Em seguida, os policiais civis foram até o consultório dele, na rua Willian Wadel, no centro de , e apreenderam mais três comprimidos de ecstasy, dois pedaços de comprimidos de ecstasy, seis pedras de crack, e duas porções de maconha.

O dentista foi levado para a Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de , que registrou o flagrante e encaminhou o material apreendido à perícia no Instituto de Criminalística, para confirmação do peso e das substâncias.

A Justiça Federal colheu na tarde de ontem (19) os depoimentos dos três  policiais da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), tropa de elite da Polícia Civil, acusados da prisão do juiz federal Roberto Schuman de Paula, durante o carnaval. Cristiano Carvalho Veiga de Mouta, Marcelo Costa de Jesus e Bernadilson Ferreira de Castro respondem pelos crimes de abuso de autoridade, violência arbitrária e desacato.

Durante a audiência, eles negaram a acusação de ter xingado o juiz e afirmaram que ele apenas se identificou como magistrado na porta da Delegacia. Alegaram que o juiz foi algemado porque estaria alterado e também teria oferecido resistência passiva à prisão. Mas não conseguiram explicar como ele poderia se identificar, durante o trajeto até a delegacia, já que a carteira com os documentos dele fora apreendida. E nem esclareceram como o usou o celular na viatura, o que não é o procedimento legal.

O advogado dos policiais, Rodrigo Rocca, estranhou a velocidade do trâmite do processo: “Normalmente demora de três meses a um ano para haver uma decisão no primeiro grau de jurisdição. No mesmo mês, já estamos no dia do interrogatório. Acredito que a próxima audiência, para a oitiva das testemunhas arroladas pela acusação, esteja para acontecer. Não me espantaria se ela fosse marcada para amanhã.”

Para Rodrigo Rocca, “se houve ou não excessos, esses pormenores já foram ultrapassados – o processo hoje trata de questões quase que institucionais entre a magistratura e a polícia, o que no meu sentir é uma disputa de forças que foi deflagrada pelo Ministério Público”.

Ele informou ainda que acusações de desacato só são de competência do foro federal quando realizadas contra bens e serviços da União ou contra policiais federais em serviço: “Este não foi o caso.”

Na segunda-feira de carnaval, o juiz atravessava a Avenida República da Paraguai, no centro da cidade, quando foi abordado pelos policiais. Ele alega que foi desacatado, algemado e não pôde se identificar. O juiz Marcelo Granado, responsável pelo processo, entendeu que houve disparidade entre o fato e a atuação policial.AB

Sete pessoas foram presas em flagrante, na madrugada desta segunda-feira (18), em Avaré, a 262 quilômetros da Capital, após roubarem um grupo de ciganos. Os acusados renderam as vítimas, roubaram jóias, relógios e outros objetos, na avenida Presidente Kennedy. Em seguida, fugiram em três carros.

Os policiais civis e militares de Avaré, com o apoio dos rodoviários, realizaram buscas na região e localizaram o bando na mesma avenida. Os acusados atiraram nos policiais, que revidaram, mas não houve feridos. A polícia conseguiu abordar dois dos três carros, na rodovia -255, e prendeu sete integrantes do bando. Com eles, foram apreendidas partes dos objetos furtados, além de pistolas semi-automáticas e revólveres.

Já os três ocupantes do terceiro veículo usado na fuga fugiram em direção a um matagal próximo a -255. Os setes detidos estão sendo autuados em flagrante neste momento na Delegacia de Investigações Gerais de Avaré.
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Três integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de maquinário agrícolas foram presos em flagrante, às 20 horas do último sábado (16), em uma fazenda em , localizada a 256 quilômetros da Capital. Há seis meses, os policiais da Dig (Delegacia de Investigações Gerais) de Avaré e de Itapeva já investigavam a ação do grupo nas duas cidades.

Por meio da informação de um possível em Itaí ou , programado para a noite do dia (16), as equipes policiais montaram uma operação visando a localização, identificação e prisão da quadrilha. A polícia conseguiu prender o motorista V.D.R., 54 anos, que dirigia um caminhão Mercedes-Bens carregado com um trator roubado na mesma noite de sábado.

V.D.R. indicou aos policiais civis o local onde havia subtraído a máquina e contou onde seus comparsas estavam mantendo nove vítimas como reféns, sendo duas crianças de colo, uma com cerca de 10 anos, duas mulheres e quatro homens. Para prender os acusados, a polícia efetuou bloqueios em todas as vias que davam acesso à fazenda. Dois veículos, um Gol e um Escort, tentaram ultrapassar as barreiras.

Os policiais civis seguiram os suspeitos e, com o apoio de rodoviários prenderam, o F.S., 29 e L.M.D., 29 anos, que estavam no Gol.

Segundo a polícia, F.S. é funcionário da Prefeitura de e estava dirigindo o carro oficial. Já os dois homens do Escort, abandonaram o veículo e conseguiram fugir. Em seguida, a polícia liberou as nove vítimas.

O caso continuará sendo investigado para que a polícia localize as outras pessoas envolvidas no crime e também os receptadores do maquinário roubado. Os três detidos foram encaminhados para a Cadeia Pública de e responderão por qualificado e formação de quadrilha.

Um suposto assaltante morreu e outras quatro pessoas foram feridas depois de um tiroteio em uma lanchonete na Avenida Natanael Tito Salmón, no Centro de , na Grande , na noite deste sábado (2). Três homens chegaram ao local por volta das 20h50 e tentaram assaltar o estabelecimento.

Investigadores da Polícia Civil faziam uma refeição e reagiram a tiros ao . Dois ficaram feridos e foram socorridos no hospital central da cidade. Na fuga, um dos assaltantes morreu e outro, um adolescente, ficou ferido.

Além deles, um homem que passava nas proximidades também foi atingido. A ocorrência foi registrada no 5º DP de .

A polícia prendeu uma advogada suspeita de mandar roubar os próprios clientes, em Franca, no interior de . A.T.G., 36, foi detida no escritório dela, no município, na tarde de ontem (31), junto com a secretária B.C.M.,19, acusadas de de jóias. E o suposto noivo dela, L.S.G.,30, foi em Campinas. Segundo a Polícia Civil, os três estão envolvidos no de jóias, avaliadas em cerca de R$ 80 mil. A Justiça expediu os mandados de prisão temporária dos envolvidos no crime.

A advogada telefonou para a vítima, uma vendedora de jóias, no dia 19 deste mês, e pediu que ela levasse mostruários até seu escritório, porque queria comprar alianças para ela e o ‘noivo’. No último dia 21, A.T.G. ligou novamente e pediu que a mulher fosse às 10 horas. De acordo com a polícia, o objetivo era confirmar o horário exato que a vítima iria ao escritório.

A vendedora foi acompanhada pelo marido. A advogada estava com um rapaz e disse que ele era o se noivo. Eles encomendaram as alianças e as vítimas saíram em direção ao carro, que estava estacionado próximo ao local. Na rua, foram abordados por dois homens, em uma moto Honda Titan, de cor escura. O garupa anunciou e o marido da vendedora de jóias reagiu. O assaltante atirou duas vezes e o atingiu no pé. Quando a vítima caiu no chão, os bandidos levaram as jóias, avaliadas em aproximadamente R$ 80 mil.

O marido da vendedora foi socorrido e levado para a Santa Casa local, com ferimento de bala no tornozelo direito. O celular da vendedora foi apreendido para que a polícia pudesse verificar as ligações que foram feitas para ela.

De acordo com o delegado Márcio Garcia Murari, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca, depois do , os investigadores identificaram um do , R.S.R,19 anos, que estaria na moto e teria atirado contra a vítima. A foto dele foi reconhecida pelas vítimas e também pelo dono da moto, que foi roubada um dia antes do .

O acusado havia sido detido dias antes do reconhecimento, porque estava em um carro com um outra pessoa que estava com uma arma. O comparsa de R.S. foi detido por porte de arma e ele foi liberado, porque, depois de averiguado, nada foi encontrado contra ele. A polícia apreendeu o celular do rapaz para averiguação e, no aparelho, descobriu mensagens suspeitas da advogada, falando sobre clientes e dinheiro.

L.S.G., o suposto noivo da advogada, também foi encontrado e detido. A polícia teve acesso ao conteúdo das ligações dele para o celular da advogada. Ele tinha passagem por homicídio e . R. segue foragido e as jóias ainda não foram encontradas.

O delegado Márcio Garcia Murari informou que pediu a prisão temporária dos cinco envolvidos no crime. Murari declarou que a polícia está investigando o envolvimento da advogada em assaltos a outros clientes dela.

O governador em exercício José Wanderley Neto (PMDB) decretou situação de “perigo iminente” na segurança pública em e adotou medidas administrativas contra o que considera serem excessos dos movimentos grevistas da Polícia Civil no Estado.

Os decretos reconhecendo a situação e adotando providências foram publicados hoje no Diário Oficial do Estado, permitindo a realização de compras emergenciais e a contratação de serviços sem licitação, e dando à Polícia Militar poder para assinar termo de ocorrência em caso de prisões em flagrante.

O pacote de medidas foi aprovado pelo Conselho Estadual de Segurança e pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Segundo o , conta também com apoio da Polícia Federal em , Exército, Tribunal de Justiça do Estado, Ministério Público Estadual e seccional alagoana da Ordem dos Advogados do (OAB).

Wanderley Neto disse que o pacote foi uma decisão tomada pelo governador Teôtonio Vilela Filho (PSDB), antes de sair de férias, no início da semana. “Diante da intransigência dos servidores grevistas em negociar dentro da realidade financeira do Estado, ele traçou essas medidas.

A sociedade inteira sabe do esforço e da paciência do em negociar com os policiais civis, mas não podemos mais deixar a população à mercê desse estado de insegurança”, disse o governador em exercício.

As medidas foram adotadas depois que os policiais civis recusaram a proposta de reajuste salarial oferecida pelo do Estado e os delegados da Polícia Civil anunciaram que pretendem entrar em a partir de amanhã. Os policiais reivindicam equiparação salarial com peritos criminais, que ganham em torno de R$ 3 mil.

Os delegados, por sua vez, pedem equiparação salarial com procuradores e defensores públicos, que recebem R$ 17 mil. Os peritos criminais também estão em por melhores salários e adicional noturno.

O do Estado usa como justificativa para a decretação da situação de perigo a impossibilidade da vinda imediata dos 100 homens da Força Nacional de Segurança (FNS), prometidos pelo Ministério da Justiça.

O prazo da chegada das tropas seria antes do Carnaval, mas atrasou. Os homens da FNS ainda estariam sendo recrutados em Minas Gerais e . Segundo o , ainda não há data certa para chegada das tropas em . AE
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Operações realizadas pela Polícia Civil na favela do Jacarezinho e no morro da Mangueira, no Rio, deixaram nove pessoas mortas nesta quarta-feira.

Informações preliminares apontam que a ação começou no Jacarezinho (zona norte), com o objetivo de reprimir o e combater roubos de carros, e se estendeu para a Mangueira –para onde traficantes teriam fugido. Suspeitos foram detidos.

A Polícia Civil ainda não deu detalhes da operação, que, por volta das 10h45, não havia terminado. Não há confirmação sobre a identidade dos mortos ou se teriam ligação com criminosos.

A expectativa é de que um balanço da ação seja divulgado na tarde de hoje pelo secretário da Segurança, José Mariano Beltrame.

Polícia Militar

A operação da Polícia Civil ocorre um dia depois de Beltrame anunciar a exoneração do comandante-geral da Polícia Militar do Estado, coronel Ubiratan Angelo, além do Chefe do Estado Maior, coronel Samuel Dias Dionízio, e de oito oficiais da PM. O comando dos batalhões da capital do Estado também deve ser mudado.

Beltrame se mostrou insatisfeito com a postura do comando diante da passeata feita por policiais militares no domingo (27), na zona sul da cidade, em protesto contra os baixos salários.

Quem assume o lugar de Ubiratan é o coronel Gilson Pitta Lopes, atual chefe do Serviço de Inteligência da PM, o P-2.

Ubiratan permaneceu no comando da PM do Rio por 13 meses. Durante o período, enfrentou episódios que geraram crises na área da Segurança.

Pouco tempo depois de assumir, em fevereiro de 2007, o coronel enfrentou a avalanche de críticas da segurança do Estado com o episódio em quem o menino João Hélio Fernandes, de 6 anos, foi arrastado por bandidos ao cinto de segurança após assaltarem a mãe do garoto.

Meses depois, em maio, a PM ocupou o complexo do Alemão, na zona norte da cidade, após a morte de dois PMs com mais de 30 tiros. Em junho, em uma megaoperação com homens da PM e da Civil na região, 19 suspeitos foram mortos.

Pouco antes dos Jogos Pan-Americanos, em julho, policiais militares realizaram manifestações e ameaçaram “operações-padrão”. Desistiram devido aos jogos, mas prometeram continuar reivindicando caso do não atendesse às reivindicações.

Foi um homem acusado de estuprar mulheres, nas imediações do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande . F.R.B., 33 anos, foi detido por policiais militares que reconheceram o , por meio de um retrato falado feito pela Polícia Civil. No momento do flagrante, ele estava em um ponto de ônibus da rodovia Hélio Smidt, com um revólver de madeira na cintura.

Segundo o delegado titular do Distrito Policial do Aeroporto de Cumbica, José Carlos de Melo, duas mulheres já reconheceram o acusado, que estava com um alvará de soltura expedido no dia 5 de outubro de 2006, como autor dos estupros. Melo informou que uma das vítimas, uma jovem de 20 anos, que ajudou na confecção do retrato falado, fez o reconhecimento ontem à noite. Ela foi atacada quando saiu do hotel onde trabalha, por volta das 19h do dia 18 de novembro de 2007, e caminhava sob a ponte da rodovia Hélio Smidt, com destino à avenida Jamil João Zarif, em Cumbica, onde pegaria um ônibus. De acordo com a vítima, o agressor estava armado e pediu para que ela fingisse ser namorada dele.

Depois de obrigá-la a ir para um matagal nas proximidades, ele também a obrigou tirar a roupa e a manter relações sexuais com ele. Além de violentá-la, F.R.B. roubou um carregador de celular e R$ 300 dela. Na ocasião, a jovem registrou a ocorrência no 7º D.P. e, em seguida, foi encaminhada para o Hospital Pérola Byington.

A outra vítima, uma senhora de 43 anos, que foi violentada no dia 4 de maio de 2007, também reconheceu o homem, na manhã de hoje, como o autor do crime. Ela disse que foi abordada na rua Birigui, por volta das 21 horas, e obrigada a acompanhá-lo até um matagal próximo ao viaduto de Cumbica, com a avenida Santos Dumont, onde foi violentada. Ela registrou a ocorrência na Delegacia de Defesa da Mulher.

Melo declarou ainda que uma terceira vítima foi atacada por F.R., mas nesse caso ele não a violentou. O consumado ocorreu no dia 12 de janeiro deste ano. A mulher de 32 anos, estava caminhando, por volta das 11 horas do dia 12 de janeiro de 2008, na avenida Baquirivu, quando foi abordada por um desconhecido que, afirmando estar armado, anunciou o . Depois de acompanhá-la até um matagal, ele roubou a bolsa dela, o celular, R$20, um crachá da onde ela trabalhava, um cartão bancário e um cartão alimentação. Em seguida, ele foi embora. A ocorrência foi encaminhada para o 9º Distrito Policial.

O delegado José Carlos de Melo acredita que outras mulheres vítimas do maníaco devem procurar a Delegacia do Aeroporto, onde ele está detido, para fazer o reconhecimento. “Uma outra mulher está tão traumatizada que não quer fazer o reconhecimento. Vamos aguardar para que isso possa ser feito”, afirmou.

Policiais civis do GOE (Grupo de Operações Especiais) apreenderam na noite de quinta-feira (17) 68 máquinas de caça-níqueis em um bingo clandestino na região central de . O estabelecimento foi fechado.

De acordo com a SSP (Secretaria da Segurança Pública), os policiais chegaram ao local, na rua da Glória (Liberdade), após receberem uma denúncia anônima.

No momento em que os policiais chegaram, freqüentadores do local jogavam nas máquinas de caça-níqueis. Além dos equipamentos, foram apreendidos cinco CPUs (processadores centrais de computadores) e R$ 4.797.

O gerente do estabelecimento prestou depoimento e foi liberado pela polícia.

Destruição

A SSP destruiu 130 máquinas caça-níqueis, das cerca de 30 mil apreendidas pela Polícia Civil no Estado nos últimos 12 meses. É a primeira vez que a Justiça autoriza a destruição dessas máquinas, segundo a SSP.

A autorização judicial foi expedida pelo juiz da 1ª Vara da Penha, Reinaldo Del Bianco, para a destruição dos equipamentos utilizados para a prática de jogos de azar.

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