- Madeleine

Policial conhecido por grandes casos em assumiu .
Paulo Rebelo trabalhou no combate ao narcotráfico e também contra a pedofilia

O diretor nacional adjunto da Polícia Judiciária portuguesa, Paulo Rebelo, conhecido por ter conduzido investigações famosas em , foi nomeado nesta terça-feira (9) coordenador do departamento encarregado da do caso -a garota britânica de 4 anos que desapareceu em maio deste ano.

O antecessor de Rebelo no cargo, Gonçalo Amaral, foi exonerado no último dia 2, após envolver-se numa polêmica.

Em declarações à imprensa, Amaral acusou a polícia britânica de favorecer os da menina, Kate e Gerry , considerados em suspeitos da morte acidental de e da ocultação do corpo.

Oficialmente, Gonçalo Amaral foi afastado por ter “passado dos limites” policiais com as declarações à imprensa.
Paulo Rebelo trabalhou no combate ao narcotráfico e participou de casos famosos na mídia em , como o da Casa Pia, escândalo de pedofilia com repercussões políticas, de 2002.

foi vista pela última vez no dia 3 de maio num centro turístico de Praia da Luz (Algarve), onde passava férias com seus e irmãos. A menina desapareceu enquanto seus jantavam em um restaurante nas proximidades do hotel onde estavam hospedados.

Nunca mais

Gerry e Kate , de , temem que o caso de sua filha nunca seja resolvido, admitiram amigos do casal à imprensa britânica.

Vários tablóides informam nesta segunda-feira (8) que os encaram de maneira “insuportável” a idéia de que nunca possam encontrar sua filha ou saber o que aconteceu na noite de seu desaparecimento.

Além disso, amigos do casal admitiram que a família teme que os sejam vistos por algumas pessoas como suspeitos do sumiço.

“Temem que tenham de viver sobre uma nuvem de suspeitas. Algumas pessoas pensarão que eles foram os responsáveis”, disseram fontes ligadas aos em entrevista ao tablóide “The Sun”.

As mesmas fontes agregaram que os se dão conta da possibilidade de que “” possa estar morta.

“Claro que eles rezam para que isto não seja verdade. Mas se for, querem saber o que aconteceu”, afirmam.

O tablóide “Daily Express” informa também nesta segunda que não há provas sólidas para apoiar a teoria da polícia portuguesa de que pode ter sido morta na noite em que desapareceu.

Segundo o “Daily Express”, os testes de DNA para fundamentar essa teoria e concluir que os são suspeitos do desaparecimento de “” não são conclusivos.

G1

- Madeleine

Policial conhecido por grandes casos em assumiu .
Paulo Rebelo trabalhou no combate ao narcotráfico e também contra a pedofilia

O diretor nacional adjunto da Polícia Judiciária portuguesa, Paulo Rebelo, conhecido por ter conduzido investigações famosas em , foi nomeado nesta terça-feira (9) coordenador do departamento encarregado da do caso   -a garota britânica de 4 anos que desapareceu em maio deste ano.

O antecessor de Rebelo no cargo, Gonçalo Amaral, foi exonerado no último dia 2, após envolver-se numa polêmica.

Em declarações à imprensa, Amaral acusou a polícia britânica de favorecer os da menina, Kate e Gerry , considerados em suspeitos da morte acidental de e da ocultação do corpo.

Oficialmente, Gonçalo Amaral foi afastado por ter “passado dos limites” policiais com as declarações à imprensa.
Paulo Rebelo trabalhou no combate ao narcotráfico e participou de casos famosos na mídia em , como o da Casa Pia, escândalo de pedofilia com repercussões políticas, de 2002.

foi vista pela última vez no dia 3 de maio num centro turístico de Praia da Luz (Algarve), onde passava férias com seus e irmãos. A menina desapareceu enquanto seus jantavam em um restaurante nas proximidades do hotel onde estavam hospedados.

Nunca mais

Gerry e Kate , de , temem que o caso de sua filha nunca seja resolvido, admitiram amigos do casal à imprensa britânica.

Vários tablóides informam nesta segunda-feira (8) que os encaram de maneira “insuportável” a idéia de que nunca possam encontrar sua filha ou saber o que aconteceu na noite de seu desaparecimento.

Além disso, amigos do casal admitiram que a família teme que os sejam vistos por algumas pessoas como suspeitos do sumiço.

“Temem que tenham de viver sobre uma nuvem de suspeitas. Algumas pessoas pensarão que eles foram os responsáveis”, disseram fontes ligadas aos em entrevista ao tablóide “The Sun”.

As mesmas fontes agregaram que os se dão conta da possibilidade de que “” possa estar morta.

“Claro que eles rezam para que isto não seja verdade. Mas se for, querem saber o que aconteceu”, afirmam.

O tablóide “Daily Express” informa também nesta segunda que não há provas sólidas para apoiar a teoria da polícia portuguesa de que pode ter sido morta na noite em que desapareceu.

Segundo o “Daily Express”, os testes de DNA para fundamentar essa teoria e concluir que os são suspeitos do desaparecimento de “” não são conclusivos.

G1

Fotógrafo descobriu que suposta era uma garota marroquina.
Os de Bouchra, de 3 anos, provaram que menina é a filha deles.

Clique e veja em tamanho maiorOs da menina britânica , desaparecida em maio deste ano em , ficaram decepcionados o saberem que a garotinha loira que aparece numa foto tirada no Marrocos no final de agosto não era sua filha, afirmou o porta-voz do casal.

“Se é verdade que as informações de que a menina da foto não é , isso é muito desalentador”, disse Clarence Mitchell, porta-voz dos .

A foto, amplamente divulgada na terça-feira pela imprensa britânica, mostra uma mulher que leva no colo uma menina loira. A foto foi tirada em 31 de agosto em Zinat (no norte do Marrocos) por Clara Torres, uma turista espanhola.

Mas nesta quarta-feira (26) um fotógrafo da agência France Press encontrou a suposta e sua mãe. E descobriu que ela se chama Bouchra, tem quase três anos e é da cidade de Zinat, perto de Tetuán (no norte do Marrocos). Os da garota mostraram sua certidão de nascimento e demais documentos que provam sua identidade e filiação.

“Esta é a razão pela qual Gerry e Kate se recusaram a comentar” as reportagens que diziam que menina tinha sido vista, e “o motivo pelo qual aconselhavam prudência”, acrescentou o porta-voz.

Mitchell tinha advertido na noite desta terça-feira, depois de divulgada a foto, que era necessário manter a cautela.

G1

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O cardiologista Gerry , 39, pai de Madeleine, 4, a menina britânica desaparecida desde o último dia 3 de maio no sul de , teria afirmado nesta sexta-feira que está convencido de que houve um seqüestrador de sua filha e que ele estava escondido no quarto de hotel da garota em Praia da Luz quando ele entrou para ver se tudo estava em ordem pouco antes de ela desaparecer.

Gerry teria dito a amigos e pessoas próximas que o seqüestrador de Maddie –como é carinhosamente chamada a menina– já estava no quarto quando ele entrou para ver se ela e os irmãos mais novos, os gêmeos Sean e Amelie, 2, estavam bem.

“Quando Gerry foi ver se tudo estava bem com , viu que a janela do quarto estava aberta. Gerry acredita fortemente que o seqüestrador já estava no apartamento”, disse uma pessoa próxima ao casal .

Gerry e sua mulher, Kate, foram declarados formalmente suspeitos no último dia 7 de setembro. Eles teriam dito que o tal seqüestrador entrou pela porta dos fundos do apartamento do complexo turístico de Ocean Club e levou a garota pela janela de um outro quarto em frente a um apartamento no térreo.

Os teriam afirmado que a família vinha sendo seguida desde pelo menos uma semana antes do ocorrido.

Segundo informou o jornal britânico “The Evening Standard”, os de Maddie afirmam que o seqüestro da garota foi encomendado, já que ocorreu justamente uma semana após a chegada da família em Praia da Luz.

Foto foi liberada no domingo (16).
Família e amigos ajudam na busca por informações sobre a menina britânica.novamadeleine.jpg

Para ver em tamanho
maior
clique sobre a imagem.

Amigos da família mostraram no domingo (16) uma nova foto da britânica . A imagem da menina, que desapareceu em 3 de maio último, em , foi feita em maio de 2005 (Foto: Álbum de família/AP)

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O anúncio foi feito nesta sexta-feira pela polícia portuguesa.
Assim como Gerry , sua esposa, Kate, também é considerada suspeita do caso.

Depois da esposa, Kate, a polícia portuguesa também declarou oficialmente nesta sexta-feira (7) que Gerry é no caso do desaparecimento de sua filha , em 3 de maio, em . Gerry foi interrogado por cerca de oito horas, segundo seu advogado, Carlos Pinto.
O responsável pela defesa do casal declarou, ao deixar a sede da polícia com Gerry, que ele e a mulher foram considerados suspeitos, mas que ambos “têm total liberdade de movimentos”, desde que informem às autoridades sobre seus deslocamentos.

“A continuará com toda a tranqüilidade”, acrescentou o advogado português dos a dezenas de jornalistas e curiosos que esperaram durante horas Gerry deixar a sede da Polícia Judiciária de em Portimão, no sul do país.

David Hughes, um dos porta-vozes do casal, declarou que não foram formuladas acusações contra Gerry e Kate, e assegurou à Agência EFE que “os interrogatórios foram concluídos, embora nada tenha ficado estabelecido”.

Os de “”, acrescentou, deverão permanecer no apartamento que alugaram na Praia da Luz, com seus outros dois filhos gêmeos, de dois anos.

No blog

Antes de ser oficialmente declarado culpado, Gerry reafirmou em seu blog que sua esposa é “totalmente inocente”. “Todos sabem que Kate foi ouvida como testemunha pela polícia portuguesa. Foi apenas o segundo interrogatório de Kate”, escreveu .

Kate foi interrogada durante 11 horas na quinta-feira pelos investigadores portugueses. E deixou as dependências da polícia judiciária como suspeita pelo sumiço da garota.

A menina de 4 anos desapareceu de um apartamento onde dormia junto a seus dois irmãos, gêmeos de 2 anos, enquanto seus , Gerry e Kate, jantavam com amigos em um restaurante próximo.

A rede britânica “BBC” ligou a declaração da polícia às manchas de sangue encontradas no carro alugado pelo casal 25 dias depois do sumiço da menina.

Suspeitas ridículas

 

AFP

AFP

Kate , mãe da garota britânica desaparecida, chega à delegacia para prestar depoimento nesta sexta-feira (7). (Foto: AFP)

Vários familiares e porta-vozes do casal afirmaram que Gerry e Kate consideram ridículas as últimas suspeitas, mas que estão profundamente preocupados pela volta dada nas investigações sobre o desaparecimento de .

A imprensa portuguesa publicou nas últimas semanas várias filtragens da polícia que envolviam os em diversas hipóteses sobre a morte de , desde um acidente violento à administração de remédios ou tranqüilizantes.

No entanto, alguns meios de comunicação comentaram com preocupação as críticas à polícia lusa feitas por parentes e amigos dos no Reino Unido, onde se colocou em dúvida a seriedade das acusações do órgão e inclusive houve denúncias de fabricação de provas.

Negociação com a mãe

Segundo amigos da família , a polícia portuguesa teria oferecido uma redução da pena para apenas dois anos de prisão caso a mãe de admitisse que matou a menina acidentalmente. Por essa hipótese a polícia acredita que Kate teria escondido o corpo da garota após o acidente.

Justine McGuinness, porta-voz da família, falou à “BBC” sobre o motivo de a polícia tratar Kate MacCann como suspeita: “eles acreditam que existem evidências que mostram, de alguma forma, que ela está envolvida com a morte da filha, o que é completamente absurdo”. Ela também relacionou a suspeita com o sangue encontrado no carro alugado pelo casal.

Amigos da família citados pela rede britânica afirmaram que os advogados dos disseram ao casal que existe a possibilidade de eles serem acusados de conexão com o desaparecimento da filha.

Até agora, o único oficial do caso era o britânico Robert Murat, que mora muito perto do apartamento onde a família passava as férias quando desapareceu.

Volta à Grã-Bretanha

Com relação às intenções expressadas anteriormente pelos de retornar à Grã-Bretanha, Hughes descartou a idéia. O porta-voz disse à EFE que não há previsão de que isso possa acontecer porque, mesmo que obtivessem permissão judicial para deixar , estariam sujeitos a outras diligências por parte da polícia.

Segundo Hughes, as mais de oito horas de interrogatório, transcorridas em dois períodos, e a declaração oficial de que era foram “frustrantes” para Gerry , de 39 anos, “que o que mais quer é sua filha”, e que, apesar de tudo, “se sente forte e encorajado”.

O porta-voz admitiu que a situação dos de é um pouco ambígua e antecipou que, por suas condições de suspeitos, não farão declarações à imprensa.

Gerry esteve de pé junto a seu advogado enquanto este anunciava sua classificação como , depois de o defensor o ter agarrado pelo braço para que não seguisse caminhando rumo a seu carro e ficasse exposto aos jornalistas.

Doações

O casal de médicos britânicos, que obteve atenção por parte de meios de comunicação do mundo todo e doações e recompensas milionárias para encontrar a menina, passou em poucas horas do papel de vítima para o de , após a descoberta de rastros de sangue e de outros vestígios em sua casa, em seu automóvel e em alguns objetos pessoais.

Kate , que foi interrogada, antes de Gerry, voltou na sexta-feira abatida ao apartamento alugado na Praia da Luz depois de ter sido declarada suspeita pela polícia portuguesa.

Tal condição facilitará as investigações da Polícia, mas também permitirá aos de evitar declarar ou responder a perguntas que possam prejudicá-los.G1

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A polícia portuguesa recebeu e já passou a estudar parte do laudo da perícia dos vestígios de sangue achados no quarto de hotel do Algarve onde a menina britânica desapareceu em 3 de maio, que já foi enviado - parcialmente - a de um laboratório inglês em Birmingham.

O porta-voz da Polícia Judiciária (PJ) para o caso, Olegário Sousa, disse nesta quinta-feira para a agência de notícias “Efe” que já conta com parte do laudo sobre a análise feita nos restos de sangue achados no quarto.
Sousa disse que a PJ está “muito satisfeita” com a informação recebida do Reino Unido, embora não tenha esclarecido se o conteúdo da documentação será divulgado.
A imprensa portuguesa sugere nesta quinta-feira possíveis prisões uma vez que o resultado da análise das mostras de sangue chegasse às mãos da polícia. O jornal ‘Diário de Notícias’ diz que foi encontrado sangue no apartamento do Ocean Club, na praia da Luz, e também na mala traseira do carro que o casal alugou dias depois de ter sumido de seu quarto.

G1

G1Mapa localiza a cidade de Algarve onde sumiu no último dia 3 de maio (Arte/G1)

O jornal “Público” diz nesta quinta que a se dirige agora em direção ao círculo de amizades do casal , alguns dos quais passaram uns dias no sul de na mesma época em que a menina desapareceu.
Dois dos cachorros trazidos do Reino Unido - treinados para farejar corpos e sangue - detectaram algo no quarto onde a família passava férias, no Ocean Clube da Praia da Luz, no Algarve.
O chefe da Polícia Judiciária, Alípio Ribeiro, antecipou também que o resultado da perícia pode não ser definitivo para o esclarecimento do caso, mas que apresentará “algum elemento que permita desenvolver a ”.

Ribero esclareceu que não espera que o resultado das análises aponte à culpa de uma pessoa específica, mas fez questão de destacar as excelentes relações da PJ com os policiais do Reino Unido.
desapareceu enquanto dormia junto com dois irmãos gêmeros em um quarto de pousada, ao mesmo tempo em que seus jantavam em um restaurante próximo.

g1

A imprensa portuguesa revelou neste domingo (12) que vestígios de sangue teriam sido encontrados em uma das cortinas do apartamento onde a menina britânica Madeleine estava na noite em que desapareceu, o que reforça a tese de que tratou-se de um homicídio ou de um acidente fatal.

As revelações foram divulgadas no “Jornal de Notícias“. O diário acrescentou que “a principal linha de ” que as polícias portuguesa e britânica seguem no caso envolvem a morte da menina. O desaparecimento de “Maddie”, como a menina é conhecida na imprensa européia.

desapareceu do quarto do hotel onde dormia com seus irmãos, no dia 3 de maio, na Praia da Luz, região de Algarve, em . A família passava férias no local.

As ultimas noticias da imprensa portuguesa era de que havia sido encontrado sangue somente em uma das paredes do apartamento. Segundo a imprensa, cães farejadores que trabalharam na detecção dos restos de sangue também descobriram um “cheiro de cadáver” em outros lugares, mas, nesse caso, não foi possível recolher nenhuma “amostra biológica”.

Os vestígios de sangue encontrados no quarto de hotel onde a menina desapareceu foram enviados para análise num laboratório em Birmingham, no Reino Unido. A polícia aguarda a chegada dos resultados da análise.

G1

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