Set
13
Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (13) pela RBS TV mostra que o atual prefeito e candidato à reeleição, José Fogaça (PMDB), oscilou positivamente três pontos percentuais em relação à pesquisa anterior e lidera a corrida para a Prefeitura de Porto Alegre com 36% das intenções de voto.
A candidata Manuela D’Ávila (PC do B) oscilou positivamente dois pontos percentuais, passando de 21% para 23%. Maria do Rosário (PT) permanece com o mesmo percentual do levantamento anterior: 16%.
Luciana Genro (PSOL) oscilou negativamente dois pontos percentuais, de 8% para 6%. Onyx Lorenzoni (DEM) permanece com 5% das preferências.
Segundo o Ibope, os candidatos Vera Guasso (PSTU), Carlos Gomes (PHS) e Nelson Marchezan Jr. (PSDB) atingiram 1% das intenções de votos ou menos. Os brancos e nulos somaram 5% e os que não sabem, 5%. Já 1% não respondeu.
Na pesquisa realizada entre os dias 9 a 11 de setembro, o Ibope entrevistou 805 eleitores na capital gaúcha. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa foi contratada pela RBS TV, afiliada da TV Globo no Rio Grande do Sul, e está registrada na 161ª Zona Eleitoral de Porto Alegre sob o número 64/2008.
Segundo turno
Na simulação de segundo turno entre José Fogaça (PMDB) e Manuela D’Ávila (PC do B), o Ibope aponta Fogaça com 46% e Manuela, com 38%. Brancos e nulos somam 11% e os que não sabem, 5%.
Entre Fogaça e Maria do Rosário (PT), o peemedebista aparece com 51% e a petista, com 35%. Brancos e nulos somam 9% e os que não sabem, 4%.
Entre Manuela D’Ávila e Maria do Rosário, a candidata do PC do B com 45%, contra 31% da petista. Brancos e nulos somam 17% e os que não sabem, 6%.G1
Jul
24
Cerca de 600 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam hoje o prédio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Porto Alegre para pedir que o governo federal apresse o assentamento de mil das 2,5 mil famílias acampadas à beira de estradas no Rio Grande do Sul. A decisão de acampar nos corredores do edifício de oito andares, localizado na região central da capital gaúcha, foi o último ato de uma manifestação que havia começado ao amanhecer, quando o grupo deixou o ginásio do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas (RS) e iniciou uma caminhada de 12 quilômetros, até a sede do Incra.
O deslocamento dos trabalhadores rurais sem-terra provocou um congestionamento de cerca de dez quilômetros no trecho mais movimentado da Rodovia BR-116 no Estado. Na entrada da capital, o grupo foi revistado pela Brigada Militar, que não encontrou armas entre os manifestantes. O superintendente regional do Incra, Mozar Dietrich, afirmou a uma comissão dos sem-terra que o prazo para o assentamento de mil famílias, segundo acordo fechado em novembro e vencido em abril, teve de ser prorrogado até setembro porque o instituto encontrou dificuldades para desapropriar e adquirir terras no Estado.
Os trabalhadores consideraram a informação “repetitiva” porque sabiam dela, de reuniões anteriores, e anunciaram que ocupariam o edifício. Os que estavam no pátio entraram e estenderam os colchonetes nos corredores da sede. Funcionários do Incra afirmaram acreditar que o trabalho não será interrompido. Assim como em invasões anteriores, os sem-terra ficaram nos corredores e prometem não bloquear o acesso às salas.
“Ficaremos aqui para pressionar o governo federal a oferecer garantias de que vai acelerar os assentamentos no Estado”, disse o líder Gilson Rodrigo de Almeida, da coordenação estadual do MST. Na caminhada, os manifestantes também protestaram contra o que qualificam de “criminalização do movimento social” no Rio Grande do Sul. Os sem-terra queixam-se da ata de uma reunião do Conselho Superior do Ministério Público, que pediu o encaminhamento de uma ação de dissolução do movimento à Justiça.AE
Jul
22
Um acidente envolvendo um ônibus e uma carreta deixou 13 mortos e 22 feridos na madrugada desta terça-feira na BR-386, em Fazenda Vilanova, próximo a Lajeado, no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. Foi o segundo grave acidente na semana Na segunda-feira, um desastre em Mato Grosso deixou oito mortos.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os veículos bateram de frente. O coletivo saíra de Porto Xavier às 21h15m. O destino era Porto Alegre. O acidente aconteceu 800 metros depois que o ônibus passou por um pedágio em Fazenda Vilanova.
Entre as vítimas estão os motoristas do caminhão, Carlos Moacir da Silva, de 42 anos, e o do ônibus, Gerson Rodrigues Machado, de 38 anos, além de 11 passageiros do coletivo. Com o choque, o ônibus teve parte da lateral do lado do motorista arrancada e acabou tombando sobre a guarda da ponte do Arroio Concórdia.
Os feridos foram levados para hospitais da região. Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Lajeado. Às 8h10m, dois caminhões-guincho trabalhavam na retirada dos veículos. O trânsito ficou congestionado nos dois sentidos da rodovia.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) ainda não descobriu qual foi a causa do acidente:
- Não temos ainda como precisar qual o motivo. Foi em cima da ponte, não há acostamento. Então realmente pode ter sido uma tentativa de ultrapassagem, ou alguma coisa do gênero, com uma velocidade maior ou coisa assim - disse o inspetor da PRF, Adão Vilmar Madril.
Um dos passageiros que sobreviveu ao acidente, Dilceu Ribas Martins, 48 anos, disse ao site do jornal “Zero Hora” que viu uma “cena de horror”. Ele estava sentado no segundo banco do lado direito, no corredor. Ao seu lado estava uma mulher de cerca de 60 anos.
- Saímos do pedágio e eu vinha conversando com a minha colega. Quando vimos, o caminhão invadiu a pista e vieram muitas luzes direto em nós. O nosso motorista gritou: “Vamos bater”. E aí deu um estouro. Fui tentar ajudar a minha colega, mas ela veio a falecer. Foi uma cena de horror. Deus me livre. Nunca mais quero passar por isso - disse Martins.
O ônibus tombou para o lado em que o passageiro estava. A mulher que estava ao lado dele foi atingida quando a janela encontrou o solo. Martins se feriu levemente no rosto.
Em meio à tragédia, uma surpresa. A pequena Gabriele Vitória, de sete meses, escapou sem nenhum arranhão.OGlobo
Jun
29
A Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Sul e na Bahia realizou na noite deste sábado e madrugada deste domingo (29) a Operação “Grau Zero”, com o objetivo de fiscalizar o cumprimento da lei que proíbe o consumo de qualquer quantidade de bebidas alcoólicas por condutores de veículos.
Nas estradas federais no Rio Grande do Sul, a PRF multou 29 condutores embriagados. Desse total, 20 foram presos, pois apresentaram teor alcoólico acima de 0,3 mg/l de ar expelido, conforme lei que entrou em vigor no dia 20 de junho.
No total, desde o dia 20, foram presos 36 condutores embriagados nas estradas federais no estado sulista. Segundo a PRF, já foram multados 600 condutores por dirigem embriagados em 2008 no Rio Grande do Sul, contra 783 infratores registrados em todo o ano de 2007.
A PRF no RS informou que “o objetivo é fazer cumprir a lei, numa fiscalização que será rigorosa, como tem sido desde o início do ano, abordando os condutores com o comportamento suspeito e realizando os testes com os etilômetros (bafômetros)”.
No estado nordestino, a Operação “Grau Zero”, da Polícia Rodoviária Federal, prendeu sete motoristas e multou 16. Segundo a PRF, 150 policiais participaram da ação em todo o estado. No total, foram fiscalizados 438 veículos. Simões Filho e Feira de Santana foram as cidades que tiveram maior número de prisões.
A PRF em Feira de Santana, em conjunto com policiais do Núcleo de Operações Especiais (NOE), fiscalizaram cerca de 60 veículos, em vários pontos das rodovias que cortam a cidade. Dois motoristas foram presos, cinco foram multados por dirigirem alcoolizados e quatro por não possuírem carteira de motorista.
Em Simões Filho, foram presos um condutor de um caminhão, que apresentou 0,852 mg de álcool por litro de sangue expirado, e outro de um veículo Celta, que apresentou 0,580 mg de teor alcoólico.
Além de coibir a ingestão de álcool, a operação teve a finalidade de reforçar a fiscalização do transporte de passageiros, de modo a torná-lo mais seguro. A assessoria da PRF na Bahia informou que fiscalização com bafômetros nas rodovias federais do estado vai continuar.G1
Jun
17
Brasília - A Polícia Federal (PF) prendeu 39 pessoas durante a Operação Pampa, iniciada na manhã de hoje (17) para desarticular uma quadrilha de contrabandistas em atuação no Rio Grande do Sul. Com o apoio da Receita Federal, a PF está cumprindo mandados de prisão preventiva e temporária e 61 mandados de busca e apreensão em Porto Alegre e região metropolitana, em Santana do Livramento, Pelotas e no Vale do Sinos, além do estado de São Paulo.
Segundo nota divulgada pela PF, entre os presos estão os responsáveis por transportar os produtos a partir do Uruguai e Paraguai e os revendedores, que se utilizavam de lojas de fachada, inclusive com sites na internet, para revender os produtos contrabandeados.
As investigações começaram após a Operação Plata, realizada pela Polícia Federal em novembro de 2005, que desmontou uma organização criminosa especializada em contrabando, em atividade em vários estados do Brasil. Após essa ação, verificou-se que alguns dos criminosos continuavam em atividade.
Durante as investigações, informa a nota, foram efetuados 21 flagrantes de contrabando em diversas cidades gaúchas. Entre os produtos importados ilegalmente destacam-se notebooks, videogames, câmeras digitais, perfumes, CDs e DVDs virgens, queijos e até mesmo armas de fogo e munição. Em um desses flagrantes, foram apreendidas mercadorias totalizando mais de R$ 700 mil.
Os presos serão indiciados pelos crimes de contrabando e descaminho (com penas de um a quatro anos de reclusão), formação de quadrilha (com penas de um a três anos de reclusão) e tráfico internacional de arma de fogo (com penas de quatro a oito anos de reclusão).
Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal de Porto Alegre. Os presos serão ouvidos na Superintendência Regional da Polícia Federal em Porto Alegre e encaminhados para o Presídio Central e a Penitenciária Feminina Madre Pelletier. Participam da ação 270 policiais federais e 53 servidores da Receita Federal.
Ivan Richard
Da Agência Brasil
Jun
3
Ciclone põe litoral sul do Brasil em alerta
Cidades, Rio Grande do Sul, Santa Catarina | Leave a Comment
Alerta de temporais no sul do Brasil nesta terça-feira. Uma área de baixa pressão atmosférica dá origem a um ciclone extratropical na costa da região. Há risco de ventania no litoral do Rio Grande do Sul e no litoral sul de Santa Catarina.
Chuva acima do normal no oeste dos três estados do sul. Pancadas de chuva mais intensas atingem também o extremo norte. Dia chuvoso no litoral entre o Espírito Santo e a Bahia.
Na grande área clara, céu azul com poucas nuvens. Nas outras áreas, sol e chuva passageira. Mínima de 10°C em Curitiba e máxima de 33°C em Teresina. A tendência é que a partir de quarta-feira o ciclone extratropical enfraqueça. Até quinta-feira, calor e chuva rápida em Aracaju. Em Porto Alegre, em São Paulo e no Rio, temperaturas em alta.
As áreas de instabilidade que vão formar o ciclone são as que estão sobre a Argentina e o Paraguai e avançam em direção à Região Sul do Brasil.
Na terça-feira, entre o fim da tarde e o início da noite, essas nuvens carregadas ganham força e formam o ciclone. Os meteorologistas dizem que as rajadas de vento podem chegar a 80 km/h no litoral do Rio Grande do Sul e no litoral sul de Santa Catarina.
Este será o terceiro ciclone extratropical que se forma este ano próximo à costa. Será mais rápido e menos intenso que o ciclone registrado no dia 3 de maio em Santa Catarina, que teve ventos de até 120 km/h.
Recomendações para os moradores da região atingida
O alerta emitido pela Defesa Civil é para que as pessoas evitem as atividades no mar. Existe a possibilidade das ondas chegarem a quatro metros de altura.
Em terra, as pessoas que moram no litoral devem procurar se proteger, lembrando quais são os problemas e os ´perigos mais freqüentes em situações de vento muito forte. Por exemplo, há risco de telhas se desprenderem das casas e queda de árvores.
Mai
15
Um acidente deixou 16 passageiros de um ônibus feridos em Pantano Grande, na região central do Rio Grande do Sul, ontem.
O coletivo da Viação União Santa Cruz deixou Encruzilhada do Sul e trafegava em direção a Santa Cruz do Sul quando saiu da pista da BR-471 e capotou. O motorista Fabio Zambarda e os passageiros Eleci Gonçalves, Antônio Manoel da Silva e Fabrício Martins foram internados em hospitais de Santa Cruz do Sul.
Os demais feridos foram atendidos e liberados. Outras 14 pessoas que estavam a bordo não sofreram ferimentos. As causas do acidente ainda são desconhecidas.AE
Jan
23
Trezentas famílias de trabalhadores rurais ligados ao Movimento Sem Terra (MST) do Rio Grande do Sul desocuparam hoje (23) a Fazenda Finca, que pertencia do traficante colombiano Juan Carlos Abadía. De acordo com a integrante do movimento Luciana da Rosa, as famílias estão saindo das terras mesmo sem receber ordem de reintegração de posse.
Segundo relatório do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), cerca de 90% da fazenda está em área de preservação permanente. Para evitar o uso impróprio, os sem-terra plantaram mudas de árvores nativas no local. “Vamos ficar atentos para que não transformem [a área da fazenda] em monocultura de eucalipto, como se vê em toda [área em] volta dela”, afirmou a integrante do MST.
A ocupação, de acordo com Luciana da Rosa, é um ato para que o governo federal cumpra o compromisso, firmado no final do ano passado, de assentar mil famílias até abril de 2008. “Isso é uma vergonha. Enquanto as terras servem para o tráfico, o agronegócio, a monocultura de eucalipto, que destrói a terra e meio ambiente, existem milhares de famílias que não têm onde morar e trabalhar”, criticou.
De acordo com o MST, 2,5 mil famílias estão acampadas em estradas do Rio Grande do Sul e há mais de três anos nenhum assentamento foi feito. “Podemos voltar para cá ou ir para outro. Vamos continuar nos mobilizando até que a reforma agrária seja feita no Rio Grande do Sul.” O Incra ainda não se manifestou sobre a desocupação.
A fazenda foi vendida pela Justiça Federal por R$ 850 mil na última segunda-feira (21), mesmo dia em que os sem-terra ocuparam a área. Segundo avaliação do Incra, as terras são impróprias para a agricultura e inviáveis para a realização de assentamentos da reforma agrária
Jan
16
A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), disse hoje que é chamada de “imperatriz e conflituosa” porque está decidida a resolver questões que os antecessores preferiram não enfrentar, especialmente, fazer com que as despesas caibam dentro do orçamento.
O comentário foi feito no programa semanal de rádio Conversa com a Governadora e soou como uma resposta às críticas recentes que recebeu do presidente do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado, Marco Antônio Barbosa Leal.
A polêmica começou na segunda-feira, quando Leal, ao comentar o veto de Yeda ao sistema de subsídio para a remuneração do Judiciário, afirmou que “o tempo do império já passou” e que ela não teve sensibilidade para entender que o Estado não pode ter uma Justiça de segunda categoria. Ontem, Yeda sustentou que o piso de R$ 17 mil que o subsídio estabeleceria para o Judiciário e o Ministério Público (MP) seria “um escândalo”.
Ao mesmo tempo em que manteve a discussão com a Justiça, a governadora do Rio Grande do Sul sinalizou aos funcionários do públicos estaduais que está disposta a negociar o pagamento dos resíduos da chamada Lei Britto, um conjunto de reajustes dados em 1995 pelo ex-governador Antônio Britto e que até hoje não foram pagos, integralmente, eles, gerando milhares de ações trabalhistas contra o governo do Estado.
O anúncio foi saudado pelo presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul (Fessergs), Sérgio Arnoud, como “um grande passo nas relações do governo com o funcionalismo”, desde que evolua, de fato, para uma negociação.
Dez
28
A governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius autorizou a prorrogação contratos emergenciais de 119 servidores da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul (FPE), vinculada à Read more