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As equipes de resgate encontraram hoje pela manhã mais um corpo de vítima do naufrágio do barco Comandante Sales, ocorrido na madrugada de domingo, no Rio Solimões, no Amazonas. Com isso, subiu para 35 o número de corpos recolhidos por bombeiros, homens da Marinha e funcionários da prefeitura de Manacapuru. Cinco equipes, com 40 integrantes, trabalharam a noite toda, mas o serviço foi prejudicado pela forte chuva na região.
A vítima fatal, um homem, foi localizada próximo ao encontro das águas dos Rios Negro e Solimões, a cerca de 30 quilômetros do local do acidente. Ainda há pelo menos de 20 a 25 desaparecidos e as buscas continuam. Hoje, 52 bombeiros estão fazendo uma varredura a cerca de 50, 60 quilômetros do local onde o barco naufragou, pois a forte correnteza pode ter arrastado parte das vítimas. A embarcação transportava entre 80 e 100 pessoas que haviam participado de uma festa a cerca de 1h20 de barco de Manacapuru.
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SÃO PAULO (Reuters) - Uma embarcação naufragou neste domingo no rio Solimões, perto do município de Manacapuru (AM), com cerca de 80 pessoas a bordo, informou o Corpo de Bombeiros de Manaus.
Segundo relatos de sobrevivente aos bombeiros, 110 pessoas estariam a bordo. Os bombeiros, no entanto, não confirmam o número exato de pessoas que estavam no barco Comandante Sales, que afundou em frente à comunidade de Laranjal, após ter saído de uma festa no interior do Estado.
Até o fim da manhã deste domingo, 3 corpos foram encontrados, segundo a assessoria do Corpo de Bombeiro. De acordo com informações de moradores da região, alguns passageiros teriam conseguido nadar até a margem, disse um sargento do bombeiro de Manaus.
“O barco estava vindo de uma comunidade do interior com destino a Manacapuru. Em certas épocas, eles vão ao interior para as festas, e na hora de voltar se amontoam todos em qualquer barco que aparece, que costumam não registrar as pessoas que entram”, afirmou à Reuters por telefone o sargento Marimar.
O barco, que seria fretado, afundou entre 5h e 6h da manhã, segundo a assessoria dos bombeiros do Amazonas.
O Corpo de Bombeiros informou ainda que 15 mergulhadores e mais 40 homens da corporação participam da operação de resgate das vítimas. Pelas condições do rio, o trabalho pode durar mais dois ou três dias, de acordo com o sargento.
“O rio é largo e turvo, o que dificulta as operações, que podem se estender por mais dois ou três dias pelo menos”, disse.