e assinam hoje (14), às 13h, memorando de entendimento para a discussão de um plano de parceria estratégica. O documento será assinado durante encontro entre o das Relações Exteriores, Celso Amorim, e a conselheira federal para Assuntos Exteriores da , Micheline Calmy-Rey, no Palácio Itamaraty.

Eles devem tratar ainda de questões como projetos nas áreas de e , comércio e investimento e ; cooperação judicial e com outros ; e ações coordenadas em organismos internacionais, especialmente na Organização das Nações Unidas ().

Às 14h45, o e a conselheira dão entrevista coletiva sobre as discussões relacionadas ao plano de parceria estratégica entre e .Agência

Uma brasileira que acusa a polícia da de maus-tratos causa polêmica no país. Jaqueline Lima, de 26 anos, foi presa por sete dias por ter vivido sem visto na e tentado retornar. Tratada como criminosa, a mulher se queixou no consulado brasileiro e na embaixada de maus-tratos.

Ela afirmou que teria sofrido revista anal por parte da polícia antes de ser presa. A nega as acusações, mas admite que a revista completa - inclusive das partes íntimas - era “imperativo” para verificar se a brasileira levava drogas.

A prisão ocorreu no dia 26 de março quando a brasileira fazia uma visita à . Jacqueline havia morado no país em 2003 sem autorização. Acabou expulsa e impedida de voltar para lá. A polícia, no entanto, identificou que, em 2007, ela também esteve em Genebra, violando a determinação da Justiça.

Ha duas semanas, quando tentou retornar à , Jaqueline foi pega e obrigada a cumprir pena de sete dias. Segundo ela, que vive com seu marido na França, a viagem de volta era apenas de .

Antes de ser levada para a cadeia, passou uma noite em uma delegacia de polícia na cidade de Lausanne. Jaqueline contou ao jornal suíço “Le Matin” que lhe foi negado ir ao banheiro naquela noite e comer. Além disso, afirmou que os policiais não a deixaram tomar seus remédios. A brasileira foi transferida no dia seguinte para a prisão em Chaux de Fonds.

O problema, segundo ela, ocorreu na delegacia. “Achavam que era uma prostituta”, afirmou a brasileira, que é casada. Seu marido ficou sem qualquer informação até o dia seguinte. Segundo Jaqueline, seus remédios foram confiscados e ela foi obrigada a pedir várias vezes para ir ao banheiro. “Fui humilhada”, afirmou. Em uma carta à embaixada brasileira, a família alega que “o fato de ser estrangeiro acaba fazendo com que o tratamento seja pior que de uma animal na “.

A polícia do Cantao de Vaud, onde fica Lausanne, nega qualquer acusação de maus-tratos. Segundo o relato das autoridades, Jaqueline recebeu um sanduíche para se alimentar e foi autorizada a tomar seus remédios oito horas depois de sua prisão. A polícia, porém, admite que ser presa e interrogada “nunca é uma experiência agradável” e alega que a brasileira estava nervosa.

“Quanto à revista completa, que implica as partes íntimas, ela e indispensável: certas pessoas podem esconder objetos perigosos ou drogas. Isso é para sua proteção - a polícia é responsável por sua segurança - e pela segurança dos policiais”, afirmaram as autoridades.

O começa hoje (23), em (), e vai até sábado (26). O evento reúne líderes empresariais e governamentais de todo o , acadêmicos, jornalistas e representantes da sociedade civil para discutir os desafios para o desenvolvimento mundial.

Neste ano, o encontro começa em um dominado pela ameaça de recessão nos Estados Unidos e seus e reflexos na economia global.

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, e o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da , Almir Barbassa, participam do encontro.

Um dos principais compromissos dos executivos da Petrobras em é o Energy Summit, que reúne amanhã (24) dirigentes de algumas das maiores petrolíferas do .

Também participam do encontro governantes dos mais importantes produtores como Iraque, Irã, México, Qatar, Rússia e Emirados Árabes Unidos, e dos Estados Unidos, um dos maiores consumidores mundiais de petróleo.

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