Diversas explosões atingiram a província de Xianjiang, no noroeste da China, informou a agência de notícias estatal chinesa Xinhua, citando que teriam visto labaredas de fogo e ouvido esporádicos depois disso.

As explosões ocorreram entre 16h20 e 17 horas (de Brasília) em Kuqa, uma grande no sul da província, de acordo com a Xinhua. A polícia isolou a área onde as explosões teriam ocorrido, disseram as .

Kuqa tem cerca de 400 mil habitantes e localiza-se a 740 quilômetros de Urumqi, a capital da província, que é de maioria muçulmana. No último dia 4, 16 policiais foram na região num suposto ataque .AE

- O menor E.V.E.O., de 17 anos, um dos principais agressores do metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 23 anos, brutalmente espancado por uma gangue na saída de uma boate, em , disse que a vítima apanhou “de graça”. O , que já esteve internado na Fundação Casa (antiga Febem) em 2007 por , foi detido na quarta-feira, 11, à noite por policiais do 5º Distrito Policial. Ele aparece no vídeo desferindo chutes violentos no rapaz caído, antes de pular com os dois pés sobre a cabeça da vítima.

“A gente pensou que ele estava armado”, disse justificando o crime. “Depois vimos que ele tinha uma carteira na cinta.” Perguntado se a vítima tinha dado algum motivo para a , respondeu: “Essa foi de graça.” Ele disse que viu os amigos brigando com o rapaz e resolveu bater também. “Meus amigos estavam pegando ele, aí eu entrei.” Ao delegado José Ordele Lima Júnior, que o interrogou na tarde desta quinta-feira, 12, o menor preferiu dizer que não conhecia os outros agressores. “Aparentemente ele está tentando proteger os outros”, disse o delegado.

Ele foi detido em sua casa, no bairro Barcelona, zona leste da . Os policiais o encontraram dormindo. O menor negou o crime, depois tentou enganar os policiais que pediram que apresentasse as roupas que usava naquela noite, entregando um tênis e uma calça diferentes das que apareciam no vídeo. Numa busca na casa, os policiais encontraram a calça e o tênis manchados de sangue.De acordo com o promotor Antonio Farto Neto, curador da Infância e da Juventude, que também conversou com o menor, E. demonstrou frieza e não parecia abalado com a gravidade de sua conduta. “Ele pareceu bastante frio, preocupado apenas em saber se voltaria a ser internado.”

Nesta quinta, a Polícia Civil teve acesso à outra fita gravada das agressões. O vídeo mostra que dois seguranças da boate demoraram a prestar socorro à vítima. As revelam que um dos agressores continuava no local, olhando o rapaz caído, quando os policiais do serviço de chegaram. O Márcio Leme, contratado pela família do metalúrgico pediu formalmente à polícia que apure crime de omissão de socorro por parte dos donos e seguranças da boate Soft. Segundo ele, a gangue costumava arrumar briga na boate e seus integrantes não tiveram a entrada barrada. “Os seguranças podiam ter impedido tamanha covardia.”

Um dos sócios da boate, Ricardo Mestre, disse que a ocorreu na hora do fechamento do caixa, quando os funcionários e seguranças estavam no do estabelecimento. O socorro foi prestado assim que eles tomaram conhecimento da . Amigos e familiares de Rodrigues disseram que ele não tem o hábito de beber, fumar e andar em grupos. De acordo com , a gangue de E. já tinha se envolvido em outras brigas na boate. O delegado espera prender os outros agressores - são pelo menos sete - em alguns dias. Eles serão acusados de tentativa de , já que agiram com a intenção de matar. Rodrigues continuava em coma nesta quinta-feira, no Hospital Regional de , e seu estado era considerado muito grave. O Estado de S.Paulo

A catarinense determinou na manhã desta quarta-feira (11) a divisão do prêmio de cerca de R$ 27 milhões da Mega-Sena, referente ao concurso 898, disputado por Altamir José da Igreja e Flávio Júnior Biassi.

A sentença em 1º grau do da 2ª Vara Cível da Comarca de (), Edemar Gruber, determina que Biassi e Igreja recebam R$ 13.891.026,91 cada um. Como Igreja recebeu um sexto do valor do prêmio, via decisão judicial, o dinheiro será descontado dos 50%.

À decisão de Gruber, cabem recursos de ambas as partes. De acordo com a assessoria do Tribunal de de (TJ), o recurso deve ser encaminhado via apelação cível junto ao TJ.

A de Biassi, composta pelos advogados Filipe Mello, Francisco Assis de Lima e Marlon Bernoldi, está analisando a sentença. De acordo com Mello, a equipe deve se reunir ainda nesta quarta-feira.

“Vamos nos reunir para decidirmos com calma e tranqüilidade antes de adotarmos alguma medida”, disse.

Quanto à de Igreja, o escritório de advocacia informou que Pedro Furlan está viajando e que se manifestaria sobre a sentença na tarde de quinta-feira (12).

O caso

Biassi acusa Igreja, seu ex-patrão, de ter roubado seu bilhete premiado do concurso 898 da Mega-Sena, sorteado no dia 1º de setembro de 2007. O prêmio estava acumulado em R$ 55,5 milhões e saiu para duas apostas, uma de Rondônia e a outra de .

Um familiar de Biassi contou ao G1 que o teria dado R$ 1,50 e escolhido os números para que o patrão fizesse a aposta. Informalmente, teriam combinado de repartir o dinheiro se os números fossem sorteados.

No dia seguinte ao sorteio, Igreja teria ido à casa do rapaz para comemorar e confirmou ao pai do que os números escolhidos por Biassi tinham sido sorteados. Segundo o parente de Biassi, várias ouviram o homem afirmar que eles ganharam o prêmio.
(* G1/Com informações do Diário Catarinense)

Um automóvel de uma das do caso da menina britânica , desaparecida em em maio de 2007, foi incendiado na madrugada de quinta-feira. O autor do crime deixou um bilhete escrito “fala”, confirmou a polícia portuguesa.

O crime aconteceu na Praça da Luz, local onde a família de estava hospedada quando a menina desapareceu. Duas semanas após o sumiço da menina, a polícia portuguesa interrogou o russo Sergey Malinka, proprietário do veículo que foi incendiado. Ele conhecia o britânico Robert Murat, que foi declarado como oficial no caso. Esta é a segunda vez que um automóvel do russo é incendiado.

Depois de seis anos de investigações, a Divisão Anti-Seqüestro (DAS) de concluiu o inquérito sobre o seqüestro do publicitário Washington Olivetto e obteve na a decretação da prisão preventiva de mais dois extremistas chilenos. Eles estão foragidos e são procurados também no por violações à lei antiterror.

Trata-se de Cristian Adolfo San Martin Morales, integrante de uma dissidência do Movimento Esquerda Revolucionária, o Exército Geral do Povos-Pátria Livre (MIR-EGP-PL, na sigla em espanhol), e de Luiz Alberto Moreno Correa, da Frente Patriótica Manoel Rodrigues (FPMR).

San Martin é apontado como o chefe da célula que cuidava do cativeiro em que ficou o publicitário. Ele alugou a casa da Rua Kansas, no Brooklin, usada como cativeiro durante os 53 dias do seqüestro. Depois de em Serra Negra, no dia 1º de fevereiro de 2002, o líder do grupo, Maurício Hernandez Norambuena, fez um acordo com a polícia e telefonou no dia 2 para seus subordinados, ordenando a libertação de Olivetto. Foi para o telefone de San Martin que Norambuena ligou dando a ordem: “Soltem o cavalheiro.” Ele chegou a ser em 2005 no , mas fugiu da prisão.

Moreno é de ser o responsável pelo arsenal usado para dominar Olivetto em Higienópolis. Ele e San Martin foram reconhecidos por , além de suas fotos terem sido achadas em esconderijos do grupo. Ao todo, os extremistas mantiveram pelo menos dez bases em . Uma delas era ocupada por Moreno, na Rua Pedroso Alvarenga, no Itaim-Bibi, na zona sul.

A DAS obteve ainda provas contra um terceiro . O problema é que não foi possível descobrir sua verdadeira identidade. Trata-se do homem que se identificava como Miguel Armando Villabela. Segundo Alfredo Augusto Canales Moreno, um dos militantes do MIR-EGP-PL presos em Serra Negra com Norambuena, trata-se de um nome falso que homenageia dois líderes do MIR. “Pedimos auxílio às polícias do , da Argentina e da Colômbia, mas ninguém conseguiu identificá-lo”, disse a delegada Juliana Pereira Ribeiro Godoy Rodrigues, que presidiu o inquérito do caso. Além desses três, a delegada obteve indícios contra outros quatro integrantes da FPMR. Mas, para ela, não havia elementos para indiciá-los. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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