Cerca de nove toneladas de foram apreendidas em uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Federal, às 7h30 desta terça-feira (23), entre as cidades de Ponta Porã (MS) e (MS).

Segundo a PRF, a estava em uma carreta na MS-164. A localização da só foi possível depois de uma de 90 dias. Segundo o Valdir , chefe da PRF em , o estava misturado entre uma carga de milho em uma carreta. O veículo seguiria para .

O veículo foi levado, sob escolta, para a sede da Delegacia da Polícia Federal em Ponta Porã, onde será pesada novamente. Na ação foi um homem.G1

Uma disputa entre gangues de traficantes brasileiros da região oeste do Paraná, provavelmente com ramificações no Paraguai, provocou a morte de 15 pessoas e o ferimento em outras oito no início da tarde de hoje em , a cerca de 640 quilômetros de Curitiba. As primeiras informações da polícia apontam que a causa do massacre foi uma dívida de R$ 4 mil. “É uma guerra do tráfico de e não propriamente uma chacina”, disse o secretário da Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari.

Pelo menos 200 homens das polícias Federal, Civil, e Rodoviária Federal estão mobilizados na captura dos autores, mas provavelmente eles fugiram para o Paraguai. O secretário adiantou que amanhã deve conversar com autoridades do país vizinho para somar mais forças nas buscas. “Não vamos permitir que quadrilhas coloquem em risco a tranqüilidade dos moradores do município”, acentuou. Por enquanto, as conversas ficarão entre as autoridades , sem envolvimento diplomático.

Segundo Delazari, possivelmente cinco pessoas foram os autores das mortes. Nos locais vistoriados pelos foram encontradas cápsulas de balas de quatro calibres diferentes. O secretário afirmou que a polícia já sabe quem é o chefe dessa , mas preferiu não revelar o nome para não atrapalhar as buscas. Os levantamentos feitos pela polícia e o depoimento de alguns feridos apontam que eles vieram provavelmente do Paraguai, atravessando o lago de Itaipu com um barco, mesmo meio de transporte utilizado para a fuga.

Em uma favela da Vila Santa Clara, que fica às margens do lago, dirigiram-se para uma casa, onde estava Jocemar Marques Soares, conhecido como Polaco, que seria o líder da outra . Ele já esteve por tráfico de . “Chegaram perguntando quem iria pagar a dívida”, relatou Delazari. Segundo o secretário, na casa foram mortas duas , uma delas possivelmente menor de 18 anos. Polaco foi levado para um galpão nas proximidades, onde teria sido obrigado a chamar sete pessoas que fariam parte de sua . “Todos foram executados ali”, disse o secretário. O líder também foi morto no galpão.

No caminho até o lago ficaram mortas mais três pessoas e, no porto, outras duas também morreram. Delazari disse que provavelmente essas pessoas também pertenciam ao mesmo esquema. Segundo ele, alguns dos oito feridos fingiram-se de morto e foram ouvidos na tarde de hoje. A polícia deve investigar qual a ligação que eles tinham com Polaco. No local foram encontrados três veículos com placas de Curitiba, Uberlândia (MG) e Osvaldo Cruz (). Um helicóptero e um do governo do Estado seguiram para a região de para ajudar nas buscas e levar policias dos grupos de elite. “Vamos empreender todos os esforços para prendê-los”, reforçou o secretário.AE

Sete pessoas foram presas acusadas de tráfico de no Caminho São José, Jardim Rádio Clube, região de , litoral de , na madrugada de hoje. Segundo informações da Polícia, foram apreendidas 900 pedras e um quilo de crack, 260 tabletes e dois quilos de , , R$ 2 mil, três balanças de precisão, cinco celulares, rádios de comunicação, dois revólveres 38 e mais de 100 munições.

Os acusados escondiam a maior parte da em dois baús de madeira fechados sob palafitas. O caso está registrado no 1º Distrito Policial de , para onde os acusados foram encaminhados e autuados em flagrante.AE
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A explosão do tanque de combustível de uma picape, no fim da tarde de domingo, em , no norte do Paraná, levou a polícia a descobrir um carregamento de 107 quilos de . Parte da estava dentro do próprio tanque de gás natural veicular (GNV) e o restante escondido em outras partes do carro, que teve perda total. A calçada próxima ao posto ficou forrada de . O motorista do carro, Natanael de Freitas, de 45 anos, foi . Ninguém se feriu.

De acordo com o delegado-chefe da Polícia Federal em , Evaristo Kuceki, a explosão ocorreu provavelmente em razão das alterações feitas no cilindro para que os pacotes de fossem acondicionados dentro. Com a explosão, o cilindro foi arremessado de encontro a outro carro que estava parado no posto e, depois, atingiu um muro. “Se ele (Freitas) estivesse dentro do carro teria morrido”, disse Kuceki. O motorista tentou fugir, mas foi por militares, que o encontraram escondido perto de um chiqueiro de porcos.

Ele disse à polícia que tinha assumido a direção do carro em Iporã, no noroeste do Paraná, com a missão de entregá-lo em . O delegado afirmou que Freitas já foi condenado a 13 anos de por assalto à mão armada. O inquérito será remetido à Estadual, em razão de, a princípio, não haver indícios de tráfico .AE
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- Pela primeira vez, a Polícia Federal (PF) surpreendeu integrantes do Primeiro Comando da Capital () usando doleiros para efetuar pagamentos e dividir lucros entre os integrantes da facção. O esquema foi desarticulado ontem, com a de 15 pessoas em três Estados, durante a Operação Downtown. Cerca de R$ 1,1 milhão em euros, dólares e reais foram apreendidos pelos agentes federais. “Não sabemos quanto disso pertence ao , mas esse dinheiro representa o que os doleiros movimentavam por dia”, afirmou o delegado José Alberto Iegas, da PF.

Ao todo, 50 mandados de busca e apreensão foram expedidos e 15 de , todos cumpridos. Os doleiros são acusados de evasão de divisas, operação de instituição financeira sem autorização, formação de , lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Os agentes prenderam dez doleiros em , a maioria com escritórios no centro da cidade, quatro em e um no Rio. “Estamos investigando se a facção usou doleiros para enviar dinheiro para o exterior”, afirmou.

O delegado pretende ainda conseguir provas de que o dinheiro movimentado pela facção por meio dos presos era proveniente de contribuições de associados ou do tráfico de . Definindo a origem criminosa dos recursos, será possível acusar os envolvidos por lavagem de dinheiro do crime organizado. Para ele, o começou a utilizar-se de doleiros a fim de garantir movimentação mais rápida e eficaz para o dinheiro, ao mesmo tempo em que driblava os controles sobre operações financeiras em contas bancárias, que podem ser rastreadas pela polícia. Presos de uma penitenciária do do Estado contatavam os doleiros.

As investigações da PF começaram há seis meses. Os estavam atrás de doleiros que agiam no centro de . Além de clientes do , os detidos eram usados por outros grupos criminosos. Eles serviriam, por exemplo a integrantes da máfia nigeriana, envolvida no tráfico de . Os nigerianos contratavam as pessoas do esquema para enviar dinheiro à África do Sul. Os acusados também enviavam dinheiro à China para o pagamento de importações subfaturadas por comerciantes chineses que trabalham na região da Rua 25 de Março.

Uma prestação de contas que seria encaminhada à cúpula do Primeiro Comando da Capital () mostra que a organização lavava cerca de R$ 15 milhões por ano só na de Ônibus Andirossi. Mais conhecida como Expresso 15.3.3., a tinha 11 ônibus usados exclusivamente para distribuir cestas básicas na zona leste e transportar as visitas de presos das penitenciárias de Avaré, Presidente Venceslau e Presidente Bernardes, onde estão os principais líderes da facção criminosa. A descoberta foi feita pelos da Delegacia Seccional de São Bernardo do Campo, que prendeu, ontem, Dalmir Cerqueira, o Capela, de 30 anos, piloto (espécie de gerente) do na cidade.

Capela assumiu o cargo há duas semanas, depois das prisões de Paulo Freire da Silva, o Noturno, de Renato Kauffman da Costa, o Cauã, e de Alberto Dovanci, o Beto Alemão. Os três eram integrantes do tribunal do da região, responsável pela execução de quatro pessoas em julho. Cerqueira, que havia assumido no lugar dos presos, foi localizado pelos na Rua Paranapuã, no Jardim Represa. “Ele estava com 1,8 quilo de ”, afirmou o delegado Marco Antônio de Paula , titular da Seccional de São Bernardo.

Durante as investigações sobre as atividades do na região, os descobriram a existência da de ônibus, que estava em nome de Marcelo Rossinholli, o Atalaia, e de sua sócia, Andrea Martins de Oliveira, mulher de um integrante do com Rossinholli na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. Na sede da , os apreenderam documentos para análise.

Foi esse que levou à descoberta da prestação de contas feita por Andrea e por Augusto Martins, que trabalhou quatro anos como gerente da . Martins foi interrogado ontem pela polícia e confirmou que Rossinholli era o dono. Depois de prender 14 e indiciar 33 acusados por formação de , tráfico de e , a polícia passou a apurar em separado a lavagem de dinheiro.

A de ônibus seria usada pelo para lavar dinheiro obtido com tráfico de . “Temos provas do crime precedente (tráfico), o que é necessário para caracterizar a lavagem”, disse o delegado. Segundo ele, a não cobrava pelos serviços, embora movimentasse R$ 15 milhões por ano. Todo o dinheiro para mantê-la vinha do .AE

do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) da 5ª Cia. do 2º Batalhão da Polícia Rodoviária realizavam, por volta das 3h50 de ontem (13), uma ação de combate ao narcotráfico e demais ilícitos penais. Ao vistoriar um ônibus que trafegava pelo km 616 da , os patrulheiros localizaram 24,750 Kg (divididos em 18 tabletes) de escondidos em duas bolsas – pertencentes a N.F.G., de 26 anos, e K.A.M.G., de 31.

A estava envolta em fita adesiva e cada mulher levava a sua parte dentro de uma bolsa – colocada aos pés das passageiras. Cada mulher assumiu a responsabilidade por sua respectiva bolsa e transportada. O entorpecente seria entregue em : nas estações da Luz e na Barra Funda.

A recebeu voz de pelo crime de tráfico de e foi encaminhada ao 1º Distrito Policial de Presidente Venceslau. Em seguida, as foram encaminhadas à Cadeia Feminina de Santa Anastácia, onde permanecerão à disposição da .SSP

federais apreenderam ontem 48 quilos de cocaína em uma chácara no município mato-grossense de , a cerca de 120 km de Cuiabá, após observarem a , proveniente da Bolívia, ser arremessada de um . Foram presos na propriedade os eletricistas Nilton Rosa da Silva, de 29 anos, e Nirley Rosa da Silva, de 31 anos, e o agricultor boliviano José Carlo Barbery Escalante, de 41 anos.

O piloto da aeronave, Gilson Ricci, de 44 anos, foi detido após aterrissar no Aeroporto Marechal Rondon. O de jogar a do , o boliviano, Orlando Idalgo, de 41 anos, foi localizado numa rodoviária em Cuiabá. Ele havia ido até a capital de ônibus, depois de ser deixado por Ricci em Diamantino. Segundo a PF, os presos foram encaminhados à Penitenciária Pascoal Ramos, com exceção de Escalante, que teve de ser internado por ter se ferido na perna ao tentar pular uma cerca para fugir.AE

A Polícia prendeu em flagrante três homens com mais de 37 quilos de e 2,640 quilos de comprimidos de , na tarde de segunda (16). O trio foi em uma chácara que também como de no município de Altinópolis, a 347 quilômetros da Capital, região de .

foram informados via Copom (Central de Operações da PM) de que um veículo Fox preto, que seguia pela Abrão Assed, estava envolvido no tráfico de . Com isto, os PMs conseguiram localizar o carro em frente uma chácara, no condomínio Rio Pardo.

No local, a polícia abordou C.C.A.M. de 39 anos quando saía do imóvel com R$ 484. No da chácara, o dono do rancho, V.A.S, 29 e o funileiro T.B.J., 35, foram abordados no momento em que colocavam dentro do pára-choque de um Golf. O funileiro afirmou ter sido contratado pelo valor de R$ 500 para desmontar os pára-choques dos carros que seriam colocadas as .

Na casa, os encontraram um laboratório para o preparo e refino de e apreenderam 14,94 quilos de , 49 tabletes de base para que totalizaram 22,38 quilos e 2,640 quilos de comprimidos de . Além das , também foram apreendidas duas pistolas 380 e materiais para o preparo do entorpecente. O trio foi em flagrante e encaminhado para a Polícia Federal.SSP

- O menor E.V.E.O., de 17 anos, um dos principais agressores do metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 23 anos, brutalmente espancado por uma gangue na saída de uma boate, em , disse que a vítima apanhou “de graça”. O , que já esteve internado na Fundação Casa (antiga Febem) em 2007 por tráfico de , foi detido na quarta-feira, 11, à noite por do 5º Distrito Policial. Ele aparece no vídeo desferindo chutes violentos no rapaz caído, antes de pular com os dois pés sobre a cabeça da vítima.

“A gente pensou que ele estava armado”, disse justificando o crime. “Depois vimos que ele tinha uma carteira na cinta.” Perguntado se a vítima tinha dado algum motivo para a , respondeu: “Essa foi de graça.” Ele disse que viu os amigos brigando com o rapaz e resolveu bater também. “Meus amigos estavam pegando ele, aí eu entrei.” Ao delegado José Ordele Lima Júnior, que o interrogou na tarde desta quinta-feira, 12, o menor preferiu dizer que não conhecia os outros agressores. “Aparentemente ele está tentando proteger os outros”, disse o delegado.

Ele foi detido em sua casa, no bairro Barcelona, zona leste da cidade. Os o encontraram dormindo. O menor negou o , depois tentou enganar os que pediram que apresentasse as roupas que usava naquela noite, entregando um tênis e uma calça diferentes das que apareciam no vídeo. Numa busca na casa, os encontraram a calça e o tênis manchados de sangue.De acordo com o promotor Antonio Farto Neto, curador da Infância e da Juventude, que também conversou com o menor, E. demonstrou frieza e não parecia abalado com a gravidade de sua conduta. “Ele pareceu bastante frio, preocupado apenas em saber se voltaria a ser internado.”

Nesta quinta, a Polícia Civil teve acesso à outra fita gravada das agressões. O vídeo mostra que dois seguranças da boate demoraram a prestar socorro à vítima. As revelam que um dos agressores continuava no local, olhando o rapaz caído, quando os do serviço de chegaram. O Márcio Leme, contratado pela família do metalúrgico pediu formalmente à polícia que apure de omissão de socorro por parte dos donos e seguranças da boate Soft. Segundo ele, a gangue costumava arrumar briga na boate e seus integrantes não tiveram a entrada barrada. “Os seguranças podiam ter impedido tamanha covardia.”

Um dos sócios da boate, Ricardo Mestre, disse que a ocorreu na hora do fechamento do caixa, quando os funcionários e seguranças estavam no do estabelecimento. O socorro foi prestado assim que eles tomaram conhecimento da . Amigos e familiares de Rodrigues disseram que ele não tem o hábito de beber, fumar e andar em grupos. De acordo com , a gangue de E. já tinha se envolvido em outras brigas na boate. O delegado espera prender os outros agressores - são pelo menos sete - em alguns dias. Eles serão acusados de tentativa de , já que agiram com a intenção de matar. Rodrigues continuava em coma nesta quinta-feira, no Hospital Regional de , e seu estado era considerado muito grave. O Estado de S.Paulo

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