Jun
12
Autoridades afegãs e britânicas acreditam que pode se tratar da maior apreensão de drogas já realizada em termos de peso.
As drogas estavam escondidas em valas e foram encontradas na segunda-feira. Três homens foram presos durante a operação.
A quantidade de haxixe apreendido foi tão grande que dois aviões bombardeios britânicos tiveram que ser usados para destruir as drogas.
A Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf, na sigla em ingês), da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), afirmou que o valor da droga
no mercado atacadista chegaria a U$400 milhões (R656 mi).
Combate
De acordo com o general David McKiernan, comandante da Isaf no país, a destruição do haxixe irá atrapalhar a compra de armas pelos Talebã, já que a milícia embolsaria parte do dinheiro arrecadado com a venda das drogas.
Segundo o correspondente da BBC em Cabul, Martin Patience, o anúncio da apreensão deve significar um incentivo ao governo afegão, já que a apreensão aconteceu em uma data próxima a uma conferência internacional de apoio ao país, que será realizada em Paris.
“[A apreensão] reflete os esforços do governo afegão contra o tráfico de drogas”, afirmou em um comunicado o ministro das Relações Exteriores britânico, David Miliband.
O governo do Afeganistão já havia sido alvo de críticas da comunidade internacional por não ter se esforçado para combater o tráfico de drogas, principalmente de ópio.
Segundo estimativas da ONU, o Afeganistão controla 93% da produção de ópio no mundo.
Antes da apreensão desta quarta-feira, acredita-se que a maior já realizada tenha sido na Colômbia, onde 81 toneladas de cocaína foram apreendidas durante uma operação.BBC
Jun
5
A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem de 26 anos, na noite de ontem (4), com mais de 101 quilos de maconha. A prisão ocorreu no município de Pirapozinho, a 584 quilômetros da Capital, região de Presidente Prudente. A droga estava no interior do veículo que E.X.S. conduzia e seria levada até o município de Assis.
Por meio de uma denúncia anônima, policiais foram até a avenida Bertasso, em frente a uma oficina mecânica, verificar um possível ponto de tráfico de drogas. No local, a polícia flagrou E.X.S. ao lado de um Santana azul. Durante revista, nada de suspeito foi encontrado, porém ao ser questionado sobre de onde vinha e o que fazia na cidade, o acusado ficou nervoso e entrou em contradição.
Após perceberem que E.X.S estava mentindo, os PMs levaram o veículo até uma oficina para uma revista completa. Em um compartimento falso do tanque de combustível, foram encontrados vários tabletes de maconha. E.X.S. confessou aos policiais que vinha de Amambaí (MS) e levaria o entorpecente até o município de Assis, onde receberia R$ 5 mil pelo transporte. O acusado também informou que havia mais drogas dentro do pára-choques e atrás do banco traseiro.
No total foram apreendidos 101,755 quilos de maconha. E.X.S. foi preso em flagrante, conduzido ao Distrito Policial de Pirapozinho e responderá por tráfico e transporte interestadual de drogas.SSP
Abr
28
Apontado como um dos líderes do tráfico no Morro do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na zona sul do Rio, Adauto do Nascimento Gonçalves, de 28 anos, o Pit Bull, admitiu hoje que atuou como gerente do tráfico na favela após deixar a prisão em 2006, mas afirmou que havia deixado o “movimento” em abril do ano passado. Ele estava em liberdade condicional e foi detido hoje em operação no morro que resultou na prisão de outros quatro suspeitos. Gonçalves também confirmou que foi contratado pela construtora OAS para trabalhar de vigia nas obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) na favela.
O suspeito contou na delegacia que cumpriu pena de 3 anos e meio por porte de arma e estava em liberdade condicional. Ele tinha uma marca vermelha no canto do olho direito. Durante a operação não havia mandado de prisão contra Pit Bull. A polícia, que afirma ter provas da participação de Gonçalves no tráfico, pediu a prisão dele e a Justiça expediu um mandado sob a acusação de associação ao tráfico.
Segundo a namorada do suspeito, Carla Rodrigues, de 20 anos, o casal estava dormindo e foi agredido por policiais. “Eles entraram quebrando tudo, me bateram na cara, pegaram dinheiro e celular, botaram um saco na cabeça dele, foi um esculacho”, afirmou. No momento da prisão, Pit Bull apresentou aos policiais o crachá da OAS.
Na operação, foram apreendidos em outros pontos da favela armas, granada, bombas de fabricação caseira, munição de festim que teria sido roubada durante as filmagens do longa Tropa de Elite, 2.185 projéteis, pasta base de cocaína, material para refino, balanças, computadores e uma prensa hidráulica de 1,5 metro de altura, supostamente usada para compactar droga.
OAS
A OAS confirmou a contratação e alegou que “a exigência de ‘nome limpo’ é conduta discriminatória e causa danos morais e materiais irreversíveis por estar atingindo a dignidade da pessoa e criando obstáculos às oportunidades de emprego”. A construtora informou que, “além de atender aos preceitos legais e obedecer às instruções do Ministério do Trabalho, contratou, para realização das obras, funcionários que moram nas comunidades”.AE
Mar
27
Policiais do Denarc (Departamento de Investigações Sobre Narcóticos) prenderam uma espanhola com 2,040 quilos de cocaína, na noite do último domingo (23), no aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo.
A partir de uma denúncia sobre tráfico de entorpecentes, os policiais abordaram Y.A., de 42 anos, no momento em que ela fazia o check-in para embarcar rumo a Dubai. Durante a revista, eles localizaram a droga no fundo de sua mala.
A mulher foi encaminhada para a Penitenciária Feminina da Capital e responderá por tráfico internacional de drogas.
Mar
22
A Polícia Federal estourou um galpão com mais de uma tonelada de cocaína, nesta sexta-feira, 21, em Itatiba, a 80 quilômetros de São Paulo. Os surinameses Mahinderparkash Chuttoo e Marripersad Jhingoeri foram presos em flagrante armazenando o entorpecente em caixas que seriam enviadas para a Europa.
Essa é a maior apreensão da droga feita no Estado em cinco anos.O brasileiro João Mendonça Alves, de 38 anos, apontado como responsável pela “logística de exportação” da droga, foi detido à tarde em sua casa, em Itaquera, zona leste da capital.
O trio, que foi monitorado pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) por dois meses, enviava a cocaína a partir do Porto de Santos, declarando as remessas como álcool em gel, utilizado para manter aquecida comida de bufê. “Eles usavam a nota de exportação e, às vezes, enviavam legalmente o álcool para despistar a fiscalização”, explicou o delegado Mário Menin Júnior, que comandou a operação.
Os surinameses, que estavam legalmente no País, colocavam caixas com cerca de 11 quilos de cocaína cada em embalagens maiores. A tonelada apreendida tinha como destino a Holanda e a Polônia. Foi preciso utilizar duas caminhonetes, uma picape e o porta-malas de uma minivan para trazê-la a São Paulo.
Os policiais ainda não descobriram se a droga era originária da Bolívia ou da Colômbia. Sabem que ela entrava no Brasil escondida em grandes baterias, utilizadas em caminhões. Os tijolos de cocaína eram envolvidos em mantas de chumbo, para dificultar a identificação por máquinas de raio X.
Os três foram indiciados por tráfico internacional de drogas e associação ao tráfico, com penas previstas de cinco a oito anos de prisão. A PF busca agora eventuais chefões do esquema.AE
Mar
20
A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma estar “muito preocupada” com as informações dadas pela Fundação Nacional do Índio (Funai) de que haveria plantações de coca em tribos indígenas do País e estima que o fato deva servir como um sinal para que a fiscalização na região seja reforçada. O temor das Nações Unidas é o de que os traficantes estejam começando a usar a Amazônia brasileira não apenas para o tráfico das drogas, mas também para sua produção, “exportando” o modelo já usado na Colômbia.No início da semana, o Exército confirmou que encontrou hectares ocupados com pés da droga na região de Tabatinga (AM), que representam pouco em relação à cocaína que passa pelo Brasil mas sinalizam para a necessidade de se reforçar a fiscalização na região. “Isso é algo muito preocupante”, afirmou o representante do Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crimes (UNODC) para a América do Sul, Giovanni Quaglia. “Existe a coca nativa, que é usada tradicionalmente pelos indígenas há milênios. Mas não cultivada com a finalidade do comércio”, explicou Quaglia.
“Os 7 mil pés de coca encontrados são um sinal de que o governo precisa ficar de olho no que está ocorrendo para evitar que esse volume aumente. A realidade é que o potencial de cultivo na região é enorme”, alertou o representante da ONU. Em termos de condições naturais, a ONU destaca que seria “absolutamente possível” produzir coca no lado brasileiro da Amazônia. “As condições ambientais são iguais no Brasil, Colômbia e Bolívia. Não é verdade que a coca cresce apenas em certas altitudes mais elevadas”, afirmou Quaglia.
Mar
18
A Polícia Militar prendeu um estudante de direito com cocaína, na manhã desta terça-feira (18), no Jardim Mirna, região do Grajaú, zona sul da Capital. Segundo Carlos Alberto Schio Filho, delegado do 85º DP, a polícia encontrou 8,690 quilos de cocaína dentro de um saco, no porta-malas do veículo Fox do rapaz.
Os policiais militares em patrulhamento de rotina desconfiaram do estudante F.F.G., de 25 anos, após uma manobra brusca realizada por ele. Eles deram sinal de parada ao rapaz, que obedeceu e foi abordado, mas alegou que não estava com os documentos.
Durante revista no veículo, os PMs encontraram uma sacola no porta-malas e perguntaram à F. do que se tratava. De acordo com Schio Filho, o jovem primeiramente disse que eram apenas roupas, mas no momento que os policiais se aproximaram do objeto, admitiu que era cocaína. F. foi preso em flagrante por tráfico de drogas.
Mar
6
Um casal do Rio Grande do Sul foi preso na manhã de hoje transportando quase 1 tonelada de maconha em um caminhão que trafegava pela Rodovia Fernão Dias, na região de São Paulo.
De acordo com informações preliminares da Polícia Federal, a droga, que veio do Paraguai, estava escondida numa carga de 27 toneladas de grão de bico e trigo. Os presos responderão por tráfico de entorpecentes.
Mar
3
Mais dois integrantes de uma quadrilha de traficantes de drogas foram presos, na madrugada desta segunda-feira (3), em Itu, a 103 quilômetros da Capital. Os policiais civis da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Sorocaba apreenderam 7,21 quilos de cocaína pura com J.B.S., de 35 anos, e E.M.S., de 44.
A droga apreendida na avenida Nove de Julho, na região central do município, estava escondida em uma Parati entre o tanque de gasolina e o porta-malas.
Segundo o delegado titular da Seccional de Sorocaba, André Moron, as prisões são resultado do desdobramento das investigações iniciadas pela Dise há 24 dias, quando os policiais civis descobriram um laboratório de refino de cocaína em um sítio, em Salto de Pirapora, município da região de Sorocaba.
No local foram apreendidos 10 quilos de crack. No dia da operação um traficante morreu após atirar contra os policiais, que revidaram. Desde o início das investigações, foram detidos seis traficantes e apreendidos 44,1 quilos de cocaína e 13 quilos de crack.
Na madrugada da última quinta-feira (28), foram apreendidos 36.980 quilos de cocaína pura e 3,023 de crack, no município de Itu. Após descobrir que as drogas seriam transportados para São Paulo, os agentes da Dise montaram campana, num posto de combustíveis, na rodovia SP-75, e realizaram o flagrante.
Os entorpecentes embalados em 50 pacotes (46 de cocaína e 4 de crack) estavam escondidos no assoalho falso na caçamba de uma caminhonete. Foram detidos três homens do Mato Grosso do Sul, C.C.S., de 33 anos, L.V.C., 34, e R.O.G., 44, e um de São Paulo, Z.P.S., de 33 anos.
Fev
28
Quatro homens foram detidos, na madrugada desta quinta-feira (28), com 36.980 quilos de cocaína pura e 3,023 de crack, no município de Itu.
Os policiais da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Sorocaba, que investigavam a ação da quadrilha há 20 dias, descobriram que as drogas seriam transportados para São Paulo hoje e montaram campana, num posto de combustíveis, na rodovia SP-75, e realizaram o flagrante.
Os entorpecentes embalados em 50 pacotes (46 de cocaína e 4 de crack) estavam escondidos no assoalho falso na caçamba de uma caminhonete, GM D-20, com placas de Mirasso do Oeste, no Mato Grosso do Sul. O veículo estava sendo escoltado por homens em um Wolkswagen Gol, com placa do mesmo município.
Foram detidos três homens do Mato Grosso do Sul, C.C.S., de 33 anos, L.V.C., 34, e R.O.G., 44, e um de São Paulo, Z.P.S., de 33 anos.
O delegado titular da Seccional de Sorocaba, André Moron, informou que os policiais da Dise confirmaram que os quatro fazem parte de uma quadrilha de traficantes que abastece uma facção criminosa que age dentro dos presídios paulistas. As drogas vinham de Mirassol do Oeste, no Mato Grosso do Sul, cidade que faz fronteira com a Colômbia.
Segundo André Moron, os quatro traficantes detidos hoje têm antecedentes criminais por roubo e tráfico de entorpecentes. Ele informou que o bando será encaminhado para o centro de Detenção Provisória de Sorocaba.
Laboratório de refino de cocaína
As investigações sobre a quadrilha começaram há 20 dias, depois que os policiais civis descobriram um laboratório de refino de cocaína em um sítio, em Salto de Pirapora, município da região de Sorocaba. No local foram apreendidos 10 quilos de crack. No dia da operação um traficante morreu após atirar contra os policiais, que revidaram.