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Hong Kong, 18 jun (EFE).- O Ministério da Agricultura chinês informou a Hong Kong sobre a morte de milhares de patos pelo vírus H5N1 em Cantão, dez dias depois que as autoridades sanitárias de Hong Kong revelaram um novo foco de gripe aviária na ex-colônia britânica.
A origem do último foco de gripe aviária em Hong Kong não foi ainda esclarecida, por isso que a aparição do H5N1 em uma fazenda de patos de Cantão dificulta ainda mais a tarefa aos cientistas hongkoneses, informou a imprensa local.
Este é o terceiro foco de gripe aviária em Cantão neste ano, assinalou o jornal “The Standard”.
O escritório de Saúde e Alimentação de Hong Kong impôs desde ontem à noite a proibição de importar qualquer tipo de aves das fazendas chinesas que estejam em um raio de 13 quilômetros da fazenda de patos infectada em Yashan, povoado do distrito de Xinhui (Cantão). EFE
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Os Correios são a nova vítima de golpistas da internet. Circula na rede um e-mail em nome da empresa com o aviso de recebimento de um suposto “telegrama online”. No corpo da mensagem, há um link que, se acessado, pode roubar dados do computador.
A mensagem é falsa e os Correios alertam que o e-mail deve ser apagado. “Tomamos conhecimento de que falsos e-mails, que podem conter vírus ou agentes maliciosos, estão sendo enviados em nome dos Correios. Por isso, caso receba alguma dessas mensagens, essas deverão ser apagadas imediatamente”, diz comunicado da empresa.
A mensagem falsa tem, inclusive, erro de português: o texto diz que “não há intermidiação (sic) humana” no processo de envio dos telegramas. A assessoria de imprensa da empresa esclarece que a estatal não envia mensagens eletrônicas para os clientes. Outro ponto a ser observado é que a existência de um “telegrama online” faz pouco sentido, já que a mensagem do telegrama poderia ser enviada diretamente no próprio e-mail, sem o uso de um serviço adicional.
Os Correios são vítima freqüente dos hackers. A empresa tem registros de e-mails falsos que comunicam chegada de Sedex, solicitam atualização de dados para entrega de encomenda ou pedem informações de empresas para o sistema de licitações dos Correios.
Em todos esses casos, as mensagens instalavam vírus ou programas espiões no computador da vítima.