A Cimentos anunciou ontem de R$ 300 milhões na construção de uma nova linha de na que possui em Nobre (MT). A expansão, prevista para ser concluída em dois anos, elevará a capacidade de da dos atuais 1 milhão para 2 milhões de toneladas de por ano. Com o anúncio de ontem, os totais da na de devem somar R$ 2 bilhões até 2010.

“Vamos investir para aumentar a e atender à demanda crescente por nos Estados de Mato Grosso, Rondônia e Acre. Entendemos que a indústria da vive um novo ciclo de crescimento sustentável no País”, diz Marcelo Chamma, diretor-comercial da Cimentos. Segundo ele, a adicional será toda absorvida pela região e atende à necessidade da de estar mais próxima desse mercado de consumo.

Na mesma , a investiu também R$ 80 milhões para implantação de um novo forno de pozolana (um dos insumos que compõem o ), com capacidade de produzir 320 mil toneladas por ano da matéria-prima, com previsão de entrar em operação até o fim do ano. O plano de até 2010 prevê ainda a construção de quatro novas fábricas integradas de , cinco novas moagens, reativações de fábricas, reforma, ampliação e modernização de unidades de e argamassa.

A Novos , braço do Grupo , e a Texas Pacific Group (TPG), um dos maiores fundos de do , anunciaram a criação de uma nova farmacêutica global, para atuar apenas nos mercados emergentes.

A companhia, batizada de moksha8 e fundada pelo inglês Simba Gill, ex-presidente da Maxygen, escolheu o para iniciar suas operações. Deve investir US$ 500 milhões no País nos próximos anos. Os planos incluem trazer para o mercado nacional medicamentos de alta tecnologia e desenvolver e fabricar localmente novos produtos.

“Os países emergentes não são o foco das grandes multinacionais, que têm 90% de sua receita baseada nos Estados Unidos e nos países da Europa”, diz o diretor-executivo da Novos , Fernando Reinach. “Há uma grande oportunidade.” O valor do investimento do grupo no projeto não foi revelado. Além de introduzir e fabricar novos medicamentos no País - processo que levará de quatro a cinco anos para ocorrer -, a nova vai promover marcas conhecidas de grandes laboratórios no local.AE

Com vinheta tendo ao fundo a música Admirável Gado Novo, do cantor Zé Ramalho, toda semana, os moradores do município paulista de , sabiam que começava um programa de feito de dentro do presídio feminino da cidade.

A forma de ultrapassar os muros que cercam o Presídio Feminino do município possibilitou novas perspectivas de vida para as detentas. O programa Povo Marcado funcionava assim: uma equipe, formada pelos coordenadores, cuidava da fora do presídio.

A outra era composta pelas próprias presas, e cuidava dos detalhes quando o programa ia entrar no ar. Ele era veiculado por duas rádios comunitárias locais e uma parceria com a Câmara dos Deputados garantia a distribuição para qualquer emissora do , por meio da Câmara.

Vitória se encarregava da apresentação. Ex-operadora de telemarketing, aos 23 anos, está presa há um ano e meio e participava do programa desde que chegou na prisão.

“Minha vida melhorou bastante. É até uma forma de a minha família ter mais contato comigo. Para as demais [detentas], também. Foi uma forma de melhorar a nossa auto-estima”, avalia.

Mas o programa Povo Marcado saiu do ar e, se vai voltar, ainda não se sabe. É que, em 14 de dezembro do ano passado, elas promoveram uma rebelião que durou pouco mais de 12 horas. As transmissões foram suspensas.

Elas pediam a transferência de presas, que superlotavam o local. Idealizada para abrigar apenas 48 , a cadeia tinha cerca de 215. Antes da rebelião, o secretário de do município, Werinton Kermes, que idealizou e coordenava o programa, explicou a situação do presídio feminino de .

“É uma diferença muito grande no número da capacidade e o de presas que ela [a cadeia] abriga. Isso causa muitos problemas para a cidade, por estar localizada no centro, e a gente, constantemente, assistia a rebeliões, queima de colchões, protestos de familiares. A secretaria de de começou a pensar de que forma ela poderia incluir ações culturais para que a vida dessas encarceradas pudesse se tornar algo pelo menos suportável”, contou.

A superlotação sempre foi um problema por ali e o programa, segundo o secretário de e as próprias presas, ajudava a evitar conflitos e até mesmo rebeliões, que são pouco comuns entre as detentas.

Suspenso e sem prazo para voltar ao ar, o programa Povo Marcado foi o canal para que as presidiárias pudessem expressar a realidade interna das penitenciárias femininas, a mesma constatada por levantamentos do Instituto de Defesa do de Defesa (IDDD), detalhados pela coordenadora do núcleo fixo da instituição, Luciana Zafalon.

“Hoje nenhuma espécie de é assegurado de forma hegemônica no sistema carcerário. No caso específico de visita íntima, para as , é um que é tratado como liberalidade, o que é inadmissível. A gente [ainda] tem um déficit muito grande de vagas de remunerado, e há que se esperar que o e a presa tenham condições de trabalhar”, cita.

O Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as é um projeto da Secretaria Especial de Políticas para as (SPM), que articula entre os ministérios a distribuição de R$ 1 bilhão de reais a serem gastos entre 2008 e 2011. Um dos pontos principais do pacto é a promoção dos das em situação de prisão. Em reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário em dezembro do ano passado, a ministra da SPM, Nilcéa Freire explicou como deve ser a distribuição da verba.

“Eles [os recursos] serão investidos a partir da cooperação com os governos estaduais. Cada governo que adere ao pacto formula um projeto integral para o estado, de acordo com os governos municipais, e nós financiaremos”, disse a ministra, explicando que, para cada área contemplada pelo pacto, há uma forma diferente de repasses.

O calor intenso lotou piscinas, lagoas e cachoeiras no interior de , nos últimos dias. O movimento traz preocupação, já que só neste fim de semana, dois foram registrados.Um menino de quatorze anos morreu quando brincava em uma lagoa no bairro Fazenda Pedra Branca, em , cidade a 97 km da capital.

O outro caso foi em , a 104 km de , na cachoeira Da Chave. A vítima foi um jovem de dezessete anos.

Em , cidade a 55 km da capital paulista, um homem de quarenta anos, que nadava na piscina de um clube, passou mal, foi encaminhado para o pronto atendimento da cidade com parada cardíaca e não resistiu.

- Votorantin -Investimento

Brasília - O presidente da Industrial, José Roberto Ermírio de Moraes, disse hoje, ao deixar uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a decisão de realizar um recorde de R$ 25,7 bilhões entre 2008 e 2012 é um voto de confiança na brasileira. Para ele, o está no caminho certo. Os , na opinião de Ermírio de Moraes, são um “choque de oferta”.

Segundo o presidente da Industrial, a maior parte dos estará voltada para o mercado interno. A decisão de realizar os , conforme o executivo, foi consolidada a partir da estabilidade macroeconômica conseguida pelo governo e pela decisão do próprio governo de realizar em obras de infra-estrutura, contempladas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Ele também comentou que, do total de a serem feitos, pretende direcionar cerca de R$ 2 bilhões para o esforço de geração de energia própria. A expectativa, de acordo com Ermírio de Moraes, é que em dois anos o grupo seja capaz de gerar 70% da energia que utiliza. Para ele, é uma questão de “vida ou morte”.

Na área de cimentos, o executivo comentou que os deverão resultar em aumento da de 35% a 40% nos próximos cinco anos. Ele também comentou que, durante o encontro, o presidente Lula disse: “Invistam, acreditem, o será melhor do que hoje”.

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