Jun
18
São Paulo Fashion Week - Moda praia da grife Movimento resgata cores da selva
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A estréia da moda praia na 25ª São Paulo Fashion Week (SPFW) ocorreu hoje com o desfile da grife pernambucana Movimento. A estilista Tininha da Fonte mostrou na coleção de verão 2009 elementos do universo selvagem, com estampas de folhas, camuflados e animais. A cartela de cores veio repleta de verde folha, roxo açaí, vermelho fogo e amarelo ouro. As tonalidades típicas da floresta foram mescladas com os tons neutros, como preto, marrom, branco e bege.
A sensualidade da mulher foi representada pelos drapeados, bordados, origamis e apliques. O biquíni é a peça principal da coleção, segundo Tininha, e o sutiã absorveu a força e veio com faixas, triângulos e alças mais largas. “Quis retratar uma mulher forte e guerreira”, disse a estilista nos bastidores ao final do desfile. “As mulheres não estão preocupadas em se queimar com alças largas, pois usam protetor solar.” Já as calcinhas surgiram com corte reto e a maioria com estampas lisas.
Vestidos - longos e curtinhos -, shorts e macaquinhos vieram à passarela com tecidos soltos, como o algodão de fio egípcio, a seda pura e o jersey com elastano. “As formas das peças estão totalmente democráticas”, afirmou Tininha. Os acessórios também marcaram presença na coleção, nos pulsos e pescoços, feitos de osso de bode. Os braceletes e pulseiras tinham formato de girafa, pavão e onça.AE
Set
3
O desfile de lingerie da marca im foi a grande atração do segundo dia do Melbourne Spring Fashion Week 2008, na Austrália, nesta terça-feira. Peças levemente transparentes e bordadas compõem a nova coleção.
Os sutiãs apresentam modelagem mais clássica e não possuem bojos sustentadores. As calcinhas, por sua vez, variam desde as tangas de laterais mais finas até os shortinhos.
Corpetes com aplicação de flores são sugeridos para um visual mais elegante de underwear. As camisolas aparecem tanto curtíssimas quanto longas em cores suaves de azul e amarelo.Terra
Jun
9
Rio - A grife Têca abriu o terceiro dia de desfile do Fashion Rio com uma coleção alegre e colorida. Inspirada no livro “Mulheres Vestidas de Sol“, de Ariano Suassuna, a estilista Helô Rocha abusou do comprimento bem curto e da cintura no lugar. “Busquei referência nos lugares ensolarados, como Guatemala e Índia, para vestir uma mulher sensual, feminina, que gosta de cores”, disse a estilista. Os 26 looks foram compostos ora de vestidos justos, tipo tubinho, ora soltinhos, com a cintura marcada por um fino cinto de couro, saias justas ou godês, shorts, bermudas e coletes.
O linho foi o tecido-chave da coleção. Helô também apostou nos bordados em linha e richelieu. Destaque para a estampa de xadrez tipo madras, que apareceu em coletes, saias e vestidos. A cenografia de Aldanisa Sá foi composta por esteiras de palha e o material rústico também estava presente nos brindes, uma simpática ventarola. O único senão foi que a esteira fez algumas modelos tropeçarem.AE
Ago
7
As relações de Nizan Guanaes com a moda brasileira extrapolaram os lençóis. Casado com Donata Meirelles, compradora de marcas importadas da Daslu e, portanto, habituado ao jet set das grandes grifes, o publicitário e presidente do Grupo ABC (o 22º maior conglomerado de comunicação do mundo) agora também tem uma semana de moda para chamar de sua. O ‘Rio Summer’, apresentado ontem por ele, promete mudar a imagem do Brasil no cenário da moda internacional. A idéia é firmar o Rio de Janeiro como capital mundial da moda praia.
“Não faz sentido este título pertencer à Miami, é um setor em que nós temos de nadar de braçada”, diz o executivo. O evento chega grandioso e promete não competir com São Paulo Fashion Week, realizada duas vezes por ano em São Paulo, nem com o Fashion Rio, que também tem edições de primavera/verão e outono/inverno. “Queria que o Paulo Borges (da SPFW) fosse meu sócio. Também tive um almoço com a Heloisa Simão (do Fashion Rio). Cada evento tem o seu lugar”, frisou.
Na vida real, vai ser difícil para os outros eventos chegar perto do que pretende ser o Rio Summer, pelo menos em termos de sofisticação e luxo. Para começar, o evento vai ocupar o Forte de Copacabana, entre os dias 5 a 8 de novembro. O lugar é show e a data será especialmente propícia para os negócios da moda. “As semanas de moda na Europa já terão terminado, e é o momento ideal para a apresentação das coleções de alto-verão”, explica o estilista Amir Slama, da Rosa Chá, que também é presidente da Abest - Associação Brasileira de Estilistas.
Para realizar um evento de alcance mundial, Guanaes se cercou de um timaço. Estão com ele no projeto, por exemplo, Carlos de Souza, que foi braço-direito do estilista Valentino por mais de 20 anos, e promete trazer celebridades internacionais de calibres variados. O projeto prevê a visita de 100 convidados gringos, fora os bacanas brasileiros. “Não quero Big Brothers”, já avisa Guanaes. O tratamento que será dispensado a todos os que forem ao ‘Rio Summer’ será de primeira. “Fechamos o Hotel Fasano, onde está previsto o show de abertura, com Caetano Veloso, à beira da piscina”, revela. Lá também serão montados showrooms para a realização de negócios. O inglês Robert Forrest e Donata Meirelles foram os responsáveis pela escolha das marcas do evento. Vão participar as etiquetas Adriana Degreas, Blue Man, Carlos Miele, Cia Marítima, Cris Barros, 284, Iódice, Isabela Capeto, Jo de Mer, Lenny, Osklen, Patrícia Vieira, Raia de Goeye, Rosa Chá, Salinas, Totem e Triya. AE
Jun
23
Gisele Bündchen desfilou na noite deste domingo na 25ª edição da São Paulo Fashion Week pela marca Colcci na sala 1 do Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera. O desfile, marcado para as 21h, começou com 50 minutos de atraso. Gisele entrou na passarela por duas vezes, vestindo top e tomara-que-caia de estampa floral e calças claras. Na segunda entrada, usava rabo-de-cavalo e brinco em apenas na orelha esquerda.
Antes do desfile, em um dos momentos mais aguardados pela imprensa brasileira e internacional durante a 25ª edição da São Paulo Fashion Week, a entrevista coletiva com a top model foi marcada por imprevistos e um péssimo equipamento sonoro. “Olha, um sapo!”, disse Gisele para classificar o som cheio de ruídos e o áudio do microfone que falhava a cada pergunta e resposta.
A rodada de perguntas começou às 20h30, meia hora depois do horário marcado. Cerca de 200 repórteres e cem fotógrafos e cinegrafistas acompanharam de perto as declarações da modelo. Ou melhor, nem tão de perto assim. O registro visual teve que ser feito a cerca de 15 m de distância, onde foram postos os cinegrafistas e fotógrafos. Já os jornalistas ficaram um pouco mais próximos do palco instalado na sala 3 do Pavilhão da Bienal mas separados da top por uma grade. Seguranças observavam a imprensa de perto.
Gisele vestia Colcci, marca pela qual desfila na SPFW –calça cinza, blazer preto, sandália brilhante e uma camiseta estampada com uma foto de cachorrinha. “Não é a Vida [cachorra da top]“, explicou. A estilista da Colcci, Jéssica Lengyel, permaneceu ao lado de Gisele durante a entrevista.
Os jornalistas foram proibidos de fazer perguntas de cunho pessoal, sob ameaça de expulsão do local. A organização do evento selecionou quem podia perguntar.
Homem Brasileiro
O repórter Rafael Cortez, do programa “CQC” (Band), foi um dos selecionados. Ele quis saber se Gisele, ex-namorada do ator americano Leonardo DiCaprio e atual namorada do jogador americano Tom Brady, não gosta dos homens brasileiros.
“Eu não tenho nada contra o homem brasileiro! Eu tenho orgulho de ser brasileira e acho que o homem brasileito está ótimo. Você está muito bem. Está ótimo”, disse, sorrindo.
Kurkova
A top também foi convidada a comentar o episódio no qual a top tcheca Karolina Kurkova foi chamada de “obesa” por desfilar fora de forma e com celulite nesta edição da SPFW.
“Não estou aqui para julgar ninguém. Não acho certo ninguém julgar ninguem”, afirmou Gisele.
A top ainda disse que estava feliz em voltar para São Paulo, após ficar oito coleções (quatro anos) sem desfilar na SPFW, já que a Colcci, nesse período, desfilava no Rio.
“Comecei a modelar com 14 em São Paulo. Foi aqui que comecei. É maravilhoso ver como o evento cresceu”.
Contribuição
Gisele ainda comentou sua contribuição à moda brasileira.
“Meu jeito de contribuir é voltar ao Brasil para desfilar. Não faço circuito da moda lá fora desde 2001. Voltando para o Brasil é um jeito de trazer a atenção internacional não só para o desfile da Colcci, mas para todos os estilistas brasileiros. Antigamente, o Brasil nunca tinha sido considerado lá fora um país que criasse moda. Agora, brasileiros mostram sua coleção em Nova York. Tenho muito orgulho de ver isso acontecer”, falou.
Ela disse ainda que não é a única responsável pelo crescimento da marca para a qual desfila. “Se a roupa não tivesse qualidade, não teria como ajudar”, declarou.
Ambiente
Durante a entrevista, Gisele declarou sua preocupação com o ambiente e pediu que os jornalistas visitassem seu site dedicado ao assunto. Ela ainda lamentou a saída da ministra Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente. “Fiquei muito triste”, declarou.
Gisele também acrescentou que pretende fazer uma fundação para meninas, mas não quis dar detalhes do projeto ou estabelecer prazos. “Quero fazer uma coisa série que dure até depois que eu já não estiver mais aqui”, disse.Folha
Jan
10
Inspirado na ex-primeira-dama da Argentina Eva Perón e nos anos 40 e 50, o estilista Luciano Canale, da Sta. Ephigênia, fez um belo desfile na manhã de hoje, na Fashion Rio, no Jockey Club Brasileiro, na Gávea, zona sul da capital fluminense.
O inverno de Canale terá saias ora armadas ora bem ajustadas, além de pantalonas. O estilista usou tafetá, lã fria, organza, sedas e jersey - este aplicado em vestidos franzidos, com belo caimento. As cores: branco, preto, bege e até estampa de oncinha. A apresentação foi a mais empolgante de hoje.
O clima de Hollywood Porteño - como o desfile foi batizado - ficou realçado pela trilha de tangos.
As moças calçavam sandálias de salto afunilado e plataforma, com delicados cristais nas fivelas. “O plataforma é confortável e o salto afunilado mantém a elegância”, disse a design de sapatos Roberta Wright.
A coleção foi aplaudida em diversos momentos da apresentação e, por fim, as convidadas levantaram-se quando o estilista apareceu, com uma camiseta com a inscrição Love Marco.
O desfile foi dedicado ao companheiro de Canale, o estilista Marco Maia, que morreu em outubro de complicações respiratórias.
“Foram dois meses muito difíceis. Mas, quando a coleção se concretizou e ontem eu vi as meninas lindas, maravilhosas, não tive como segurar a emoção.”
O primeiro desfile da tarde começou com 50 minutos de atraso, sem pressa, bem no tempo dos surfistas que inspiraram a estilista Marcela Virzi, da grife que leva o sobrenome dela. Marcela quis aproveitar do esporte o conforto - usou tecidos gostosos de vestir.
Muito cetim, palha de seda e algodão para fazer peças soltinhas, “como se a garota pegasse emprestado do namorado”, afirmou. Mas tudo muito elegante, como é a marca dela.
Bordados em pedraria em saias, vestidos e golas deram um tom sofisticado. Marcela, nesses bordados, criou um emblema que mistura flores e geometrias, lembrando rituais dos primeiros surfistas polinésios.
Os sapatos também foram desenhados por Roberta, que retratou “o despojamento do carioca”, numa plataforma alta. “Dei um toque masculino com feminino”, disse. A trilha barulhenta, com corte brusco ao fim, foi a nota destoante. No encerramento, a estilista saudou o público com o pequeno Antônio no colo - na estação passada, a coleção foi apresentada na véspera do nascimento do menino.
Coven
A Coven foi buscar inspiração no universo punk - o preto serviu de base para vermelho, violeta, rosa, verde, cinza e xadrez. Num dos looks, um trench coat amarelo quebrou a monotonia de tons escuros.
As calças estão bem-ajustadas, num modelo skinny. Mas havia muitos vestidos, alguns deles com amarrações, cordas e trançados que criaram volume e um efeito de gosto duvidoso.
A Cantão fez moda para quem gosta de ler e lançou campanha de incentivo à leitura - cinco bancas serão instaladas pela capital para permitir a troca e doação de livros. O restaurante Zazá Bistrô aderiu ao projeto - criou um menu especial para o Eu amo ler, e quem optar por ele ganha uma almofada da marca.
Jun
2
Yves Saint Laurent, um dos grandes estilistas franceses do século XX, faleceu na noite deste domingo (1º) em Paris, aos 71 anos, informou a Fundação Pierre-Bergé-Saint Laurent.
Nascido no dia 1º de agosto de 1936 em Oran, Argélia, Yves-Mathieu Saint Laurent conheceu a glória desde jovem e se tornou famoso como o estilista que proporcionou uma nova liberdade às mulheres.
Uma das célebres criações foram o terninho e o famoso “Le Smoking”, apresentado pela primeira vez em 1966.
Ele chegou a Paris aos 17 anos e logo se tornou colaborador de outro peso pesado da alta-costura, Christian Dior (1954), e virou seu sucessor após a morte do mestre em 1957.
Seu primeiro desfile aconteceu em 1958. Em 1961 criou sua própria maison em sociedade com Pierre Bergé.
Em 2002, se despediu das passarelas apresentando no Centro Georges Pompidou um desfile retrospectivo de seus 40 anos de criação.
Ago
8
A Grécia, país onde a Olimpíada nasceu, abriu o desfile dos atletas na cerimônia dos Jogos Olímpicos nesta noite. O judoca grego Ilias Iliadis, que ganhou a categoria de 81 kg masculino nos Jogos de 2004, foi o portador da bandeira.
A delegação de 160 membros competirá em 24 modalidades, inclusive atletismo, ginástica, natação, vela, remo, taekwondo, ciclismo e judô.
A Grécia se esforçará para obter medalhas, até o ouro, em atletismo, ginástica, judô e vela. O país participou de todas os Jogos e organizou dois Jogos em 1896 e 2004, ambos em Atenas.
A delegação chinesa será a última a desfilar, já que é o país-sede. Expectativa também para a entrada dos atletas dos Estados Unidos, já que a China não tem boas relações comerciais com os norte-americanos.Terra
Ago
8
Após a Grécia abrir o desfile de delegações e mais 36 países passarem pelo Estádio Nacional de Pequim, o velejador Robert Scheidt adentrou ao Ninho de Pássaro guiando a delegação brasileira na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de 2008 e emocionando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Da delegação de 277 atletas que o País levou ao Oriente, algumas modalidades não estiveram representadas, como as Seleções masculina e femina de futebol, concentrada em Shenyong, integrandes do time de atletismo, treinando em Xangai, e a equipe feminina de vôlei, que preferiu se dedicar aos treinamentos.
Ao todo 181 competidores brasileiros entraram no gramado do Ninho de Pássaro. Jogadores da Seleção masculina de vôlei, o triplista Jadel Gregório e os judocas da equipe brasileira estavam entre os principais atletas do país no desfile.
O presidente acompanhou de perto a passagem dos atletas, da primeira fila da tribuna de celebridades do Ninho. Lula ficou de pé desde que o País foi anunciado e assim permaneceu por toda a passagem da delegação na parte lateral do campo do estádio.
Lula acenou a todo instante para Scheidt, demonstrou estar muito emocionado e, apesar do calor - que o fez tirar o paletó e abrir a camisa, foi bastante participativo e enérgico com a delegação brasileira. O presidnete é o único chefe de Estado latino-americano que compareceu à Cerimônia.
Os brasileiros desfilaram vestidos de camiseta branca com o logo do “Time Brasil” (uma bandeira verde-amarela ao lado de uma estrela, com a palavra Brasil, e os anéis olímpicos), casaco verde com lapela azul marinho, calça também azul ¿ saia para as mulheres ¿ e um chapéu branco com uma faixa verde-amarela.
Os atletas da delegação tiraram fotos e fizeram gravações do estádio e da torcida, que também aplaudiu muito os brasileiros. Ao final, devido ao calor, muitos resolveram tirar e segurar o paletó e o chapéu.
A ordem de entrada das delegações no Ninho do Pássaro seguiu um curioso sistema: o número de caracteres que formam cada ideograma referente ao nome do país em mandarim (o que justifica, por exemplo, a entrada do Brasil antes de Austrália e Argentina, por exemplo).
A Grécia, por ser o país-símbolo das Olimpíadas, sempre inaugura o desfile das delegações. A China, por ser anfitriã, segue a tradição de encerrar a festa, que contará com 204 países. Brunei acabou excluído pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) por não entregar o registro dos participantes.Terra
Set
15

Cerca de 19 mil pessoas prestigiaram ontem a tradicional “Parada Festiva” em comemoração aos 90 anos de fundação de Presidente Prudente. A estimativa é da Polícia Militar. Além do público, no evento, mais seis mil participantes representaram escolas, entidades assistenciais, empresas e grupos culturais no desfile que ocorreu na Avenida Washington Luiz. Para as autoridades, mais do que celebrar o aniversário, a “Parada”, organizada pela Secretaria Municipal de Cultura, reflete os aspectos positivos da cidade, resgatando na população prudentina o amor pela capital do Oeste Paulista.
Na concentração dos participantes – no início da Washington Luiz, em frente à estação ferroviária -, conforme a organização, seis mil desfilantes de 69 entidades esperavam para o início das apresentações, que seguia até o cruzamento com a Rua Quincas Vieira, num percurso de sete quarteirões. Às 9h, a Banda Marcial da Escola Estadual Clotilde Veiga de Barros abriu o desfile, seguida dos 19 militares da Marinha, pela primeira vez participantes do evento, e dos atiradores do Tiro de Guerra e alunos do Programa Educacional de Prevenção e Resistência às Drogas e à Violência (Proed).
“É uma honra para nós integrar essa festa, de uma cidade que é formadora de opinião. Estamos prestando uma homenagem, perpetuando momentos cívicos e também divulgando o nosso trabalho na região”, expõe o capitão de Corveta da Marinha, Francisco das Chagas Lemos Júnior.
A pé, em carros, bicicletas, caminhões e motos, crianças e adultos de escolas, grupos culturais e esportivos e empresas se apresentaram na Parada Festiva, que terminou às 11h30, com a participação de 300 cavaleiros e amazonas.
Para o prefeito de Prudente, Carlos Roberto Biancardi (PSDB), apesar dos 90 anos, Prudente é uma cidade que “ainda tem muito a crescer, porém a festividade expõe o desenvolvimento na educação, segurança, assistência pública e empresarial”. “É gratificante ver as nossas crianças desfilarem sabendo da beleza desse ato cívico e os empresários representados por funcionários, o policiamento com seus carros e cães não só desfilando, mas reforçando a segurança no local. Estamos caminhando e, com certeza, a cidade vive uma das suas melhores fases, melhorando a qualidade de vida de toda a população”, afirma.
Sobre a Parada Festiva, o novo presidente da Câmara, Arlindo Munuera Júnior (PSDB), se diz honrado em prestigiar o evento, “que expressa a harmonia de todas as forças sociais”. “É o tipo de comemoração que enaltece o município, que é referência na área cultural. Assim como nós, a população também deve ser orgulhar em participar dos 90 anos de Prudente, um momento histórico”, acrescenta.
Participantes A estudante Débora Felice Revoredo, 10 anos, estava animada na concentração, aguardando sua vez de desfilar junto com os colegas da escola. “Ensaiamos a semana toda e o que eu mais gostei foi de ver um monte de gente assistindo e desfilando. Acho que assim dá para lembrar com mais emoção do aniversário da cidade”, declara. Já o capoeirista Carlos Brandão, 25 anos, ressalta que o evento é uma festa de “todos os povos”. “Têm pessoas de todos os estilos, raças, crenças, e isso faz parte da cidade. Então, nada melhor do que participar, desfilar e mostrar um pouquinho do que Prudente é e tem”, fala.
Público Morando na cidade há pouco mais de um ano, a cabeleireira Raquel de Sá Parisi Menezes, 23 anos, foi com os dois filhos ver a Parada, e se surpreendeu com “beleza do evento”. “Morava no Mato Grosso do Sul e este é o primeiro ano que venho e gostei muito de todo o desfile”, declara. O aposentado Antonio Mariano das Neves, 70 anos, todos os anos participa da comemoração do aniversário de Prudente. “Cada ano que passa fica mais bonito, acho que o povo merece essa festa”, garante.
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Fonte:EDNÉIA SILVA-DA REPORTAGEM LOCAL